O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Você vai entender como as emoções influenciam suas decisões e, no final, saber como investir como um gestor
Momentos de euforia e pânico fazem parte do mercado: quem ganha dinheiro, no final das contas, é quem consegue gerir suas emoções melhor.
A bolsa voltou a mostrar força. Na última sexta-feira, 10 de julho, você deve ter visto: o índice fechou acima dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 5 de março.
Foram quatro meses para superar a barreira psicológica. Contudo, não voltou ao nível recorde próximo aos 119 mil pontos registrado em janeiro.
Ainda há espaço para novas altas a frente, mas 100 mil pontos é considerado um marco e, por isso, acredito que vale a pena fazer uma pausa, termos uma reflexão.
Devemos nos debruçar principalmente sobre duas questões: o que você fez e os motivos pelos quais tomou determinadas atitudes nos últimos meses.
Analisar e entender quais pontos você errou ou acertou é fundamental para criar metodologia e processo de investimento, identificar melhor qual é o seu perfil de investidor.
Leia Também
Por exemplo: se você entrou em pânico e vendeu seu portfólio de ações em março, quando o Ibovespa estava em seu nível mais baixo, aos 63 mil pontos, e colocou em algum fundo DI, ou na renda fixa (e até na poupança), será que foi o mais correto a se fazer?
Se você não precisava desses recursos, por que sacou? Vamos refletir um pouco. Talvez o seu perfil é ser conservador, porque você não lidou com uma ansiedade causada pela volatilidade.
Sendo assim, você não aproveitou da recuperação que aconteceu nesses últimos meses, pois já pediu resgate dos fundos, ou zerou suas posições em bolsa.
Do outro lado, pessoas que durante a crise perceberam que o momento de comprar ações era justamente quando tudo estava caindo, e aumentaram suas posições, avaliando a recuperação futura, possuem perfil mais agressivo nos investimentos.
Investiram com fome.
Nosso lado emocional impacta demasiadamente a capacidade de visualizar uma oportunidade, seja na vida, seja nos investimentos.
O momento apropriado para a compra é lá quando o Ibovespa está próximo ao fundo do poço. Muitas pessoas ficam dominadas pelo medo e acabam não investindo.
Você deve ter percebido, quando a bolsa está em trajetória ascendente, a tendência é ver mais pessoas começando a investir.
Aqui cabe uma reflexão. Podemos partir de você: em qual ano começou a investir? Sua decisão foi planejada ou impulsionada pelo medo de perder algo?
Comentei durante a crise em março a importância de ter calma, de não tirar subitamente seus investimentos.
Uma vez que o mercado caiu, é preciso uma revisão cautelosa do portfólio, entender o porquê da ação ter se desvalorizado
Foi algo específico da empresa? Ou algum motivo macroeconômico que acabou impactando o mercado como todo?
Pode ser o momento de aumentar a posição. Logicamente, é mais fácil falar depois que o fato aconteceu, ou seja, agora com a bolsa flertando os 100 mil pontos.
É mais fácil falar “fique investido”. Entretanto, em março eu alertei: “mantenha a calma”. Cada crise tem momentos de pânico e períodos posteriores com oportunidade de compras.
Você precisa entender e controlar suas emoções para poder se beneficiar destes momentos. E, com certeza, outros períodos de estresse ocorrerão.
O perfil conservador deve estar atrelado à sua necessidade de precisar de dinheiro, ou seja, ao seu ímpeto por liquidez, o quanto precisa ter na conta para despesas cotidianas e manutenção da sua reserva de emergência.
[captação]
É você precisar ter acesso ao dinheiro no curto prazo, sem contar com variações nas cotações. Isso é ser conservador para mim.
Se você não precisa do seu dinheiro, é questão de controlar suas emoções. Resgatar seu dinheiro somente se você precisar.
Ou, em outro caso, quando você identificou outro investimento com retorno superior. Você faz uma troca.
É exatamente isso que os gestores de fundos de ações fizeram durante a crise: substituíram o porfólio, trocaram empresas.
Substituíram umas ações por outras, com expectativa de retornos maiores. Eles não zeraram as posições e ficaram esperando.
O perfil do gestor de fundo de ações é lidar com volatilidade e perceber as oportunidades que se apresentam durante a crise.
E agora, neste momento de flerte com os 100 mil pontos, você está preparado para a próxima situação de estresse?
Verifique se seus investimentos estão de acordo com seu perfil. Lembre-se que conservador é aquele que precisa de dinheiro.
O meu objetivo é que sim, você esteja preparado.
Aproveito para indicar o Lançamento do livro “30 Lições do Mercado” de Ivan Sant’Anna. Esta é uma leitura obrigatória para qualquer nível de investidor, basta clicar aqui.
Vamos lá!
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora