O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acabou a crise? Nesta quarta-feira, os mercados mantiveram o otimismo dos últimos dias. As bolsas subiram aqui e lá fora, ao mesmo tempo em que o dólar assistiu a mais um dia de alívio, chegando perto dos R$ 5 novamente.
Está até difícil entender de onde sai tanto apetite por risco, dado que a pandemia de coronavírus não deixou de ser uma ameaça (notadamente no Brasil), assim como a crise política e as agitações sociais nos Estados Unidos. Os indicadores econômicos também estão horríveis, como já era de se esperar.
Mas a explicação possível para este movimento talvez não esteja tanto na melhora do cenário, mas sim no fato de que o mercado tenha precificado, como a sua brusca queda neste início de ano, um pessimismo excessivo.
Os investidores estão se apegando ao fato de que os dados não estão vindo tão ruins quanto o imaginado; que as reaberturas das economias europeias começaram mais cedo que o projetado (talvez isso tenha consequências deletérias, mas até agora, parece estar tudo bem); e, ao menos no campo da política - doméstica e internacional -, a falta de notícias se tornou boa notícia.
Em resumo, não é que tenha melhorado… só despiorou mesmo. Se o movimento tem fundamento ou se vai se reverter mais cedo ou mais tarde, ainda não dá para dizer, mas pelo menos por ora o investidor pode surfar essa onda.
Além da menor aversão ao risco, o câmbio ainda contou com uma ajuda adicional do Tesouro Nacional, que captou US$ 3,5 bilhões emitindo títulos de dívida no exterior. Dólar entrando gera algum alívio na cotação da moeda americana, fora que este ato ainda abre caminho para grandes empresas brasileiras também fazerem emissões lá fora.
Leia Também
O Victor Aguiar traz, na sua cobertura de mercados, todos os detalhes do pregão de hoje.
O UBS passou a recomendar, pela primeira vez, a compra dos papéis da Vale. Em relatório, o banco indica os ADRs da companhia, recibos de ações negociados na bolsa de Nova York, que acompanham a cotação dos papéis negociados aqui no Brasil. Para os analistas, a mineradora deve se beneficiar da recuperação dos preços do petróleo. Entenda.
Uma medida provisória de socorro ao setor aéreo que tramita na Câmara prevê a possibilidade de os aeronautas e aeroviários afetados pela pandemia sacarem seu fundo de garantia, além de liberar o uso dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para empréstimos às empresas do setor até o fim do ano. Saiba mais.
O Tribunal de Contas da União diz que encontrou irregularidades no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a 8,1 milhões de pessoas. Por outro lado, a quantia pode ter deixado de ser repassada para 2,3 milhões de brasileiros que teriam direito ao benefício, voltado para trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados que ficaram sem renda durante a pandemia.
O Dia dos Namorados será menos feliz neste ano, e não apenas para os solteiros. O comércio espera uma queda de 33% nas vendas e um prejuízo de mais de R$ 19 bilhões no estado de São Paulo, mesmo com a reabertura de parte da economia em algumas regiões. A previsão de vendas no primeiro semestre também é de queda forte. Confira.
Os mercados assumem um tom positivo e há uma clara tendência de busca por ativos de risco nas últimas semanas. Mas há algumas questões importantes ainda sem resposta: como as empresas que já não conseguiam pagar suas dívidas antes ficarão agora? Em que pé fica o ajuste fiscal? E a política? O nosso colunista Felipe Miranda volta ao tempo dos dinossauros para mostrar que, possivelmente, só um desastre natural como o meteoro que os extinguiu produziria efeitos econômicos semelhantes ao do coronavírus — mesmo que o mercado não pareça estar muito aí para isso.
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal