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Viemos de um ciclo de cinco anos de quedas nos juros. Os próximos meses serão fundamentais para respondermos a seguinte pergunta: existe uma nova grande tese na renda fixa?
Olá, seja bem-vindo ao nosso papo de domingo sobre Aposentadoria FIRE® (Financial Independence, Retire Early).
Mesmo um plano de aposentadoria precoce, geralmente muito focado na construção de patrimônio, precisa de uma exposição à renda fixa.
Em alguns momentos - talvez na maior parte deles - essa exposição tende à passividade, não apostando em nenhuma grande tese.
Essa, inclusive, é uma realidade dos mercados que muitas pessoas se recusam a aceitar: não é sempre que existe uma grande tese.
Isso é super visível na renda fixa, e vou te mostrar a seguir.
Ok, vamos começar pelo clichê.
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A renda fixa, como qualquer outra classe de ativos, têm anos bons e ruins.
Na verdade, a ponta em que você estava em cada um desses anos é quem vai dizer se você teve um ano bom ou ruim.
O ponto central é que existem duas maneiras diferentes de navegar nesse mercado: ativa, ou passivamente.
Como você se expõe passivamente a um título prefixado?
Você simplesmente compra o título, e o carrega até o vencimento. Só isso.
Se o título tinha vencimento em 10 anos e juros de 8% ao ano, ao final dos 10 anos você receberá seu principal corrigido pelos juros (se não houver calote, claro).
Mas na realidade, apenas uma minoria dos investidores se expõe à renda fixa passivamente.
Para a grande maioria de nós, a renda fixa é tão volátil quanto a renda variável.
Existem dois preços que você precisa ter em mente quando falamos de prefixado: o PU (ou preço unitário) e o valor de face (o quanto ele valerá no vencimento).
Os títulos prefixados principais ofertados no Tesouro Direto possuem valor de face fixo, igual a R$ 1.000.
Ou seja, no vencimento, você sempre recebe milzão.
Por exemplo: em 30/09/2020, o Pré com vencimento em 2026 era negociado a um PU de R$ 689,49 e uma taxa de juros de 7,35% ao ano.
Data: 30.09.20
Faça as contas se quiser, você vai ver que esse título vale exatamente R$ 1.000 no vencimento.
E aí vem a nuance que torna esse mercado parecido com a renda variável: os juros praticados mudam o tempo inteiro.
Como o valor de face é fixo em R$ 1.000, qualquer mudança nas taxas de juros precisa ser refletida no PU.
Em outras palavras, ele precisa subir ou cair, para que o novo valor, corrigido às novas taxas de juros, ainda seja igual a R$ 1.000 no vencimento.
Sendo bem objetivo, o PU sobe quando as taxas de juros caem, e o PU cai quando as taxas de juros sobem.
Agora, veja o gráfico a seguir.
No gráfico anterior, compilei o histórico dos juros prefixados de 10 anos no Brasil.
Viemos de um ciclo de cinco anos de quedas nos juros; não foi um processo linear, como fica claro na figura, mas ainda sim, um ciclo com uma direção clara.
Como escrevi na semana passada, sobre os fatores que tem provocado uma fuga dos investidores do Brasil, os riscos fiscais podem causar uma mudança nessa grande tendência.
Os próximos meses serão fundamentais para respondermos a seguinte pergunta: existe uma nova grande tese na renda fixa?
Estamos acompanhando diariamente os desdobramentos, e os primeiros a saber essa resposta serão os membros do Empiricus FIRE®, nossa comunidade com milhares de investidores em busca de construir sua aposentadoria precoce (você encontra neste link um caminho de como fazer parte por sete dias gratuitos).
Um abraço!
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