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CORONAVÍRUS

Xi Jinping alerta para a ‘grave situação’ criada pela disseminação ‘acelerada’ do novo coronavírus

Até agora, as autoridades disseram que a doença já infectou mais de 1.300 pessoas e matou 41. Mas a Comissão Nacional de Saúde anunciou que 237 pacientes estão em condições graves

25 de janeiro de 2020
17:49
Vírus coronavírus China Ibovespa
Imagem: Shutterstock

Diante do agravamento da situação na China, o presidente do País, Xi Jinping, convocou uma reunião especial no feriado do Ano Novo Lunar e classificou a "acelerada" propagação do novo tipo de coronavírus como "grave". As informações são do site Business Insider.

Até agora, as autoridades disseram que a doença já infectou mais de 1.300 pessoas e matou 41. Mas a Comissão Nacional de Saúde anunciou que 237 pacientes estão em condições graves.

Segundo o site, durante a reunião, o presidente estabeleceu uma força-tarefa para enfrentar a crise e garantiu que vai aumentar o monitoramento de passageiros e visitantes em estações ferroviárias, aeroportos e portos.

"Temos certeza de que seremos capazes de vencer esta batalha por meio da prevenção e do controle", disse Xi.

Os comentários do presidente vieram alguns dias depois de um "certo período de silêncio" em que a autoridade preferiu não comentar sobre o tema, ainda que as frustrações aumentassem sobre o poder acelerado de propagação do novo vírus.

Autoridades locais em Wuhan, uma cidade de aproximadamente 11 milhões de habitantes na província de Hubei, no centro da China, estiveram à frente da resposta inicial aos crescentes relatos do vírus misterioso.

A cidade está em quarentena desde quinta-feira e as viagens para dentro ou para fora da área foram canceladas. No entanto, o prefeito de Wuhan admitiu que "os avisos iniciais não eram suficientes".

Além disso, as autoridades chinesas fecharam vários pontos turísticos, como o parque temático da Disney, de Xangai e a Cidade Proibida, em Pequim.

Coronavírus e os mercados

Ao longo da semana, o noticiário referente ao novo tipo de coronavírus trouxe volatilidade às negociações, mexendo com o Ibovespa e as demais bolsas do mundo.

A tensão com o novo vírus coronavírus freou os ganhos, mas foi incapaz de trazer uma onda de pessimismo completa às bolsas.

O Ibovespa, por exemplo, fechou em queda de 0,96% na última sexta-feira (24), aos 118.376,36 pontos. Com isso, o principal índice da bolsa brasileira terminou a semana com uma leve baixa acumulada de 0,09% — praticamente no zero a zero. No mês, a alta é de 2,36%.

Nos Estados Unidos, o desempenho semanal foi um pouco pior, mas nada que inspire pânico: o Dow Jones caiu 1,22% desde segunda-feira, o S&P 500 recuou 1,02% e o Nasdaq teve perda de 0,79%.

O mercado de câmbio, por sua vez, fechou em alta. Ontem (24), o dólar à vista subiu 0,43%, a R$ 4,1845, terminando a semana com um ganho de 0,48%. A moeda americana está pressionada, mas ainda possui alguma folga em relação às máximas.

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