O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A possibilidade de um novo aumento no preço dos aços planos para a rede doméstica elevou o otimismo do Bradesco BBI em relação à Usiminas
O Bradesco BBI tem uma nova queridinha no setor de siderurgia da América Latina: a Usiminas. E tudo por causa da dinâmica mais favorável dos preços do aço no mercado doméstico.
Notícias quanto a uma nova rodada de aumento nos valores dos aços planos estão circulando no mercado desde a tarde de ontem, e a Usiminas é a empresa que estaria a frente desse movimento, subindo os preços em 10% a partir de março.
Com essa nova correção no valor dos aços planos, o Bradesco BBI agora coloca as ações PNA da Usiminas (USIM5) como 'top pick' do setor, substituindo Gerdau PN (GGBR4) no topo da tabela. E as ações das companhias do segmento reagiram fortemente nesta quarta-feira.
Os papéis da Usiminas dispararam 13,93%, a R$ 10,88 , apresentando o melhor desempenho do Ibovespa, enquanto as ações da Gerdau subiram "apenas" 1,24%. CSN ON (CSNA3) também foi bem: avançou 6,96% — o Valor Econômico noticiou que a empresa também pretende aumentar os preços do aço em março.
Essa seria a segunda elevação apenas em 2020, já que, em janeiro, as siderúrgicas já anunciaram uma alta na mesma magnitude para os aços planos. E, segundo o Bradesco BBI, há boas chances desse novo aumento ser absorvido pelo mercado.
"Mesmo considerando a elevação de 10% em janeiro, ainda vemos o mercado doméstico com 4% de desconto em relação ao material importado", escrevem os analistas Thiago Lofiego e Isabella Vasconcelos. "Ao todo, vemos boas chances de uma alta combinada de 15% para os distribuidores até o fim de março".
Leia Também
No início do ano, o Bradesco BBI já havia elevado a recomendação dos papéis PNA da Usiminas (USIM5), de neutro para 'outperform' (desempenho acima da média), estabelecendo preço-alvo de R$ 13,00 — na ocasião, o banco citou a perspectiva de recuperação no volume e nos preços do aço em 2020. A segunda parte da equação, assim, já se concretizou.
"Apesar de continuarmos gostando da Gerdau, vemos a Usiminas sendo negociada com um múltiplo de seis vezes o EV/Ebitda em 2020, o que representa um desconto de 20% em relação à Gerdau", escrevem os analistas. "Também achamos que as ações da Usiminas estão subalocadas e esperamos alguma rotação nas carteiras no curto prazo.
O Bradesco BBI possui recomendação 'outperform' para as ações da Gerdau, com preço-alvo em R$ 25,00, e classificação neutra para os papéis da CSN, com preço-alvo em R$ 17,00.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC