🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

SEU DINHEIRO PREMIUM

Os segredos da bolsa: Vale e outras ações para ficar atento nesta semana

Victor Aguiar
Victor Aguiar
13 de janeiro de 2020
5:30 - atualizado às 7:22
Segredos da bolsa
A semana possui diversos eventos importantes no exterior e mais dados relevantes na agenda econômica doméstica. Fique por dentro dos segredos da bolsa e saiba quais ações vão se destacar nos próximos diasImagem: Shutterstock

Tradicionalmente, o mês de janeiro costuma ser mais tranquilo para os mercados financeiros: afinal, Brasília ainda está em recesso e o noticiário corporativo fica praticamente às moscas — o que, sob condições normais, dá um certo tom de monotonia às negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que 2020 não tem respeitado essa tradição. Afinal, logo nos primeiros dias do ano, um fator de risco importante apareceu no radar dos investidores: as tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã. A onda de turbulência que tomou conta do Oriente Médio jogou por terra a calmaria típica de janeiro.

Por mais que os atritos entre Washington e Teerã tenham diminuído nos últimos dias, o tema ainda continuará rondando a cabeça dos agentes financeiros por um bom tempo — e qualquer movimentação mais agressiva na região pode desencadear uma onda de cautela nas bolsas e mercados globais.

Mas, além do risco geopolítico, outros fatores de estresse começam a surgir no horizonte dos mercados, com potencial para causar oscilações no câmbio e nas praças acionárias. A começar pelas relações comerciais entre EUA e China — um tema que andava meio esquecido.

A semana será decisiva para a guerra comercial entre americanos e chineses e, assim, é de se esperar volatilidade nos ativos ligados ao comércio internacional, como os papéis da Vale e das siderúrgicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, a agenda econômica doméstica também ganha destaque nos próximos dias, especialmente após os mais recentes dados de produção industrial e inflação trazerem cautela aos investidores.

Leia Também

Eu vou destrinchar esses e outros segredos da bolsa e explicar quais ações podem reagir de maneira mais intensa a cada um desses fatores. Comecemos, então, pelo fator China, que pode mexer com os papéis da bolsa brasileira em mais de uma ocasião na semana.

Vale, Suzano e siderúrgicas: verdade chinesa

No mês passado, Estados Unidos e China finalmente acertaram as bases para a primeira fase de um acordo comercial. Com isso, as novas tarifas de importação que seriam impostas pelo governo americano foram suspensas, e as autoridades chinesas se comprometeram a comprar mais produtos do tio Sam.

Os mercados comemoraram a decisão, o Ibovespa e as bolsas americanas entraram num rali e boa parte da tensão no front da guerra comercial se dissipou. Um final feliz, certo?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem... tudo leva a crer que sim. Mas as últimas páginas desse capítulo serão escritas apenas nessa semana, já que a assinatura desse acordo está prevista para a próxima quarta-feira (15), às 13h (horário de Brasília).

Caso a cerimônia corra sem problemas e o aperto de mãos entre americanos e chineses seja consumado, o mercado tende a respirar aliviado. Mas, caso novos pontos de discordância apareçam nos próximos dias, atrasando ou inviabilizando a assinatura...

Nesse cenário, é de se esperar uma onda de cautela nos mercados acionários, especialmente em relação aos papéis ligados ao setor de commodities. Afinal, a China é a grande consumidora global de minério de ferro, produtos siderúrgicos e celulose, e a não-assinatura do acordo fortaleceria a leitura de que a economia do país pode patinar — o que diminuiria a demanda por esses produtos.

Assim, fique atento às ações ON da Vale (VALE3), já que a mineradora possui uma relação estreita com o mercado chinês. Entre as siderúrgicas, CSN ON (CSNA3), Usiminas PNA (USIM5) e Gerdau PN (GGBR4) também podem apresentar volatilidade ao longo da semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, Suzano ON (SUZB3) e as units da Klabin (KLBN11) merecem atenção, já que o comércio internacional de papel e celulose depende diretamente da demanda da China por esses produtos.

As ações citadas acima também estão expostas à agenda econômica do gigante asiático — e, ao longo da semana, serão divulgados dados importantes a respeito do nível de atividade no país.

Na madrugada de segunda (13) para terça-feira (14), será divulgado o resultado da balança comercial da China em dezembro, dado que sempre fornece indicações importantes quanto ao estado da economia local — e que fornece um termômetro dos eventuais impactos da guerra comercial ao país.

Além disso, na noite de quinta-feira (16), serão conhecidos o PIB da China no quarto trimestre, a produção industrial e as vendas no varejo — os dois últimos dados são referentes ao mês de dezembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o Broadcast, os analistas projetam expansão de 6,1% no PIB chinês no período — uma leve aceleração em relação à alta de 6% registrada no trimestre anterior. Já a produção industrial deve desacelerar de 6,2% em novembro para 5,9% em dezembro.

Caso a economia da China surpreenda positivamente, as ações do "pacote commodities" tendem a ganhar terreno; caso haja alguma decepção, pode apertar os cintos: teremos turbulência nesses papéis.

Petrobras: as idas e vindas do petróleo

As tensões no Oriente Médio continuam no radar para quem tem interesse nas ações da estatal, uma vez que o noticiário da região mexe diretamente com o preço do petróleo.

O tema é importante para as ações da Petrobras já que as oscilações no petróleo interferem diretamente no lucro da empresa. Mas não só isso: uma eventual disparada na commodity sempre reacende os temores quanto à independência da política de preços da estatal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na semana passada, em meio ao pico de tensão no Oriente Médio, o Brent chegou a romper o nível dos US$ 70, o que acendeu temores quanto a um choque da commodity — e provocou reações do presidente Jair Bolsonaro e de outras autoridades do governo.

Por enquanto, não há qualquer sinal de que a política de preços da estatal será alterada para conter uma disparada no preço dos combustíveis — até porque as cotações do petróleo passaram por um alívio nos últimos dias.

No entanto, caso novas turbulências atinjam o Oriente Médio nos próximos dias, é de se esperar alguma volatilidade na commodity — o que, consequentemente, mexe com as ações da Petrobras, tanto no front dos resultados quanto no da possível interferência política.

Varejistas: agora vai?

Por fim, fique atento às ações do setor de varejo, como Magazine Luiza ON (MGLU3), Via Varejo ON (VVAR3), B2W ON (BTOW3), Lojas Americanas PN (LAME4), Lojas Renner ON (LREN3) e GPA PN (PCAR4), entre outras. Afinal, será divulgado na quarta-feira (15) o resultado das vendas do varejo no país em novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dado é especialmente importante porque, na semana passada, os números da produção industrial do país no mesmo período decepcionaram o mercado, apontando uma baixa de 1,2% em relação ao mês anterior.

Assim, as informações do varejo servirão para dar um diagnóstico mais preciso da economia brasileira: caso também venham fracas, uma luz amarela se acenderá sobre a cabeça dos investidores; caso mostrem força, os agentes financeiros tendem a respirar aliviados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar