Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Acesso liberado

Os segredos da bolsa: da China ao Copom, veja quais ações vão ser destaque na semana

O avanço do coronavírus, a reabertura dos mercados chineses, a decisão do Copom e a temporada de balanços são apenas alguns dos eventos que vão mexer com a bolsa nos próximos dias. Saiba quais ações podem apresentar as maiores oscilações e saia na frente

Victor Aguiar
Victor Aguiar
3 de fevereiro de 2020
5:30 - atualizado às 8:05
Segredos da bolsa ações
Imagem: Shutterstock

Janeiro ficou para trás, mas os fatores que têm mantido a bolsa em alerta — como o coronavírus ou o futuro da taxa Selic — continuam no radar em fevereiro. Mas nem tudo permanecerá como antes: importantes desdobramentos desses dois eventos ocorrerão ao longo da semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, tendo isso em mente, é melhor redobrar a atenção no mercado de ações. Alguns papéis da bolsa brasileira tendem a reagir de maneira mais intensa nos próximos dias, de acordo com o desenrolar dos acontecimentos.

  • "Os segredos da bolsa" é um conteúdo exclusivo para membros do Seu Dinheiro Premium, mas, excepcionalmente hoje, estamos abrindo o texto para todos os leitores. Para continuar tendo acesso a essa coluna, basta clicar aqui para virar um assinante premium.

Em primeiro plano, aparece o noticiário vindo da China — e as ações de companhias diretamente ligadas ao país asiático, como Vale, siderúrgicas e outras exportadoras. Após uma longa paralisação, os mercados chineses voltaram a operar nesta segunda-feira (3) — e, logo na abertura, as bolsas despencaram.

Por volta de 22h40 (horário de Brasília) de domingo, o Shanghai Composite recuava impressionantes 7,89%, enquanto o Shenzhen Component caía 9,1%. O tom negativo se espalhou pela Ásia: os índices do Japão e de Taiwan recuavam 1,00% e 2,75%, respectivamente.

As bolsas da China fecharam no último dia 24, em comemoração ao Ano Novo Lunar, e originalmente reabririam no dia 31. Mas, por causa do surto de coronavírus que atinge o país, o governo de Pequim optou por prolongar o recesso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante o período em que os mercados chineses estiveram paralisados, a nova doença se disseminou numa velocidade preocupante. Os dados mais recentes dão conta de 362 mortos e mais de 17 mil pessoas infectadas no mundo — além da China, outros 26 países já têm casos confirmados.

Leia Também

O surto do coronavírus elevou a aversão ao risco nas bolsas globais. Desde o dia 24 — quando os mercados chineses fecharam —, o Ibovespa acumulou perdas de 4,82%; nos Estados Unidos, os principais índices acionários também tiveram um desempenho amplamente negativo.

Assim, uma pressão mais intensa na abertura das bolsas da China nesta segunda-feira já era esperada — afinal, os índices precisariam se ajustar ao movimento negativo visto nos índices globais nos últimos dias. Sabendo disso, o banco central chinês anunciou a injeção de US$ 174 bilhões via operações de mercado, de modo a garantir liquidez às negociações.

Creio que você já entendeu onde eu quero chegar. A mensagem é a de que o pregão desta segunda-feira tende a ser volátil e cheio de estresse, principalmente se a onda negativa que varre as bolsas da Ásia chegar ao Ocidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, para completar o quadro negativo vindo da China, um dado no front econômico traz ainda mais preocupação: o indicador de atividade industrial do país caiu de 51,5 em dezembro para 51,1 em janeiro — é a leitura mais fraca em cinco meses.

Vírus da incerteza

O surto do coronavírus disparou um efeito dominó nos mercados: a disseminação da doença gera uma dúvida quanto ao impacto na economia global, que por sua vez desencadeia uma hesitação quanto ao comércio internacional, o que, finalmente, mexe com as perspectivas de empresas que fazem negócios com a China.

E quais são essas empresas? Na linha de frente, aparecem as exportadoras de commodities — caso da Petrobras, da Vale, das siderúrgicas e das empresas do setor de papel e celulose.

A Petrobras é atingida por causa das oscilações na cotação do petróleo. O WTI com vencimento em março, por exemplo, saiu do patamar de US$ 55 para o nível de US$ 51; o Brent para abril foi de US$ 62 para US$ 56. Assim, caso a commodity siga pressionada pela tensão global, os papéis da estatal — tanto os ONs (PETR3) quanto os PNs (PETR4) tendem a sofrer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já Vale ON (VALE3) e as siderúrgicas, como CSN ON (CSNA3), Usiminas PNA (USIM5) e Gerdau PN (GGBR4) dependem diretamente da demanda da China por minério de ferro e aço — e um esfriamento da economia do gigante asiático afeta diretamente as perspectivas de lucro do setor.

Nesse sentido, é importante acompanhar o comportamento do minério de ferro nos próximos dias, já que a commodity é negociada no mercado chinês, que esteve fechado. Assim como ocorreu nas bolsas, é de se esperar uma forte pressão nos preços do produto nesta segunda-feira.

Por fim, as papeleiras Suzano ON (SUZB3) e Klabin units (KLBN11) também ficam nos holofotes, já que a China é uma importante consumidora global de celulose — tais ações também podem sofrer num cenário de menor demanda.

Voo para Pequim

No entanto, há outras ações que podem ser afetadas indiretamente pelo coronavírus. É o caso dos papéis de companhias ligadas ao setor de viagens, como empresas aéreas ou de turismo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gol PN (GOLL4) e Azul PN (AZUL4) podem ser negativamente impactadas em diversos fronts. No lado dos custos, há a preocupação com os gastos com combustível de aviação, que são altamente dependentes de dois fatores: o preço do petróleo e a cotação do dólar.

Assim, se a queda do petróleo é benéfica para as aéreas, a disparada do dólar tem o efeito contrário — e uma eventual pressão extra na moeda americana pode fazer a balança pender para o lado desfavorável para as companhias.

O surto do coronavírus, contudo, também traz um efeito no lado operacional que é difícil de ser mensurado no momento: até que ponto o medo de contágio irá diminuir as viagens corporativas e a lazer? Como esse fator irá afetar a linha de receita das aéreas?

Ok, eu sei: não há voos diretos entre Brasil e China. No entanto, ambas as companhias possuem rotas internacionais e têm acordos de parceria com outras empresas do mundo. Sendo assim, como fica a indústria aérea?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma preocupação semelhante atinge companhias como a CVC, cuja geração de receita depende, fundamentalmente, da disposição das pessoas em se deslocar de um lugar a outro. Caso o coronavírus diminua a demanda por viagens internacionais, qual o preço justo a se pagar pelas ações ON da empresa (CVCB3)?

O mercado já começa a mostrar desconfiança com os papéis da CVC: em janeiro, as ações da companhia amargaram perdas de 16,67%, tendo o segundo pior desempenho de todo o Ibovespa — apenas Cia Hering ON (HGTX3) ficou atrás (-27,09%).

Corta ou não corta?

Mas nem só de exterior e coronavírus vive a bolsa brasileira. Por aqui, teremos um importante evento nesta semana: a reunião do Copom que irá decidir o futuro da taxa Selic — o parecer sairá na quarta-feira (5).

Há duas opções sobre a mesa: a primeira, defendida pela maior parte do mercado, é a de corte de 0,25 ponto na taxa básica de juros, levando-a ao nível de 4,25% ao ano. A segunda, que conta com apostas bem menos volumosas, é a de manutenção da Selic em 4,5% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Decisões de juros sempre mexem com a bolsa não por causa de algum impacto imediato para as empresas, mas, sim, por suas implicações futuras. Um corte de 0,25 ponto na Selic, afinal, não mexe com o endividamento de uma empresa ou estimula o consumo do dia para a noite.

Mas, com os juros mais baixos, esses efeitos serão sentidos em algum momento no futuro — e essa é a lógica por trás do pensamento dos investidores. Uma redução nos juros irá, em algum momento, estimular a economia e, assim, é melhor estar posicionado desde já nas ações de uma empresa que poderá se beneficiar de maneira mais nítida.

E quais seriam essas empresas? Em geral, há dois setores da bolsa que costumam reagir de maneira mais intensa aos cortes de juros: as varejistas e as construtoras.

Ambos são segmentos que dependem diretamente do consumo e do aquecimento da atividade econômica. Assim, fique atento ao comunicado do Copom na quarta-feira à noite: o corte — ou não — da Selic e as indicações para o futuro podem mexer com essas ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Ibovespa, é possível citar, entre as varejistas: Magazine Luiza ON (MGLU3), Via Varejo ON (VVAR3), B2W ON (BTOW3), Lojas Americanas PN (LAME4), Lojas Renner ON (LREN3) e Cia Hering ON (HGTX3).

No setor de construção, MRV ON (MRVE3) e Cyrela ON (CYRE3) são as representantes; também é possível esperar alguma reação das operadoras de shoppings, como Iguatemi ON (IGTA3) e Multiplan ON (MULT3).

Ô balancê, balancê

E, falando em Lojas Renner, a varejista de moda divulga nesta quinta-feira (6) seu balanço referente aos três últimos meses de 2019. E os números vêm carregados de expectativa, já que, no trimestre anterior, a empresa decepcionou o mercado — algo que raramente ocorre.

A Lojas Renner reportou um lucro líquido de R$ 189,3 milhões entre julho e setembro do ano passado, uma baixa de 2,6% na base anual. Os investidores, agora, estarão de olho no desempenho operacional da companhia e na geração de receita, já que o último trimestre costuma ser sazonalmente mais forte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem também reporta seus números trimestrais é o Bradesco, na quarta-feira (5) — é o segundo grande banco a divulgar o balanço na atual temporada, já que, na semana passada, o Santander Brasil divulgou lucro líquido gerencial de R$ 3,76 bilhões (+9,4% em um ano).

A comparação realmente importante, no entanto, é a do nível de rentabilidade dos bancos. No terceiro trimestre, o Bradesco reportou rentabilidade de 20,2%, contra 21,1% do rival. Nos três últimos meses do ano, o Santander melhorou, chegando a 21,3% — resta ver como será a evolução do Bradesco nesse indicador.

Entre as empresas que compõem o Ibovespa, a Klabin também reportará seu balanço nesta semana, na quinta-feira.

Agenda cheia

Acha que é muita coisa numa semana só? Pois saiba que a agenda de dados econômicos está carregada nos próximos dias, tanto no Brasil quanto no exterior. Veja abaixo uma lista dos principais eventos:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Terça-feira (4): Produção industrial do Brasil em dezembro
  • Sexta-feira (7): IPCA do Brasil em janeiro
  • Sexta-feira (7): Dados do mercado de trabalho dos EUA em janeiro

Todos esses dados podem mexer diretamente com os mercados, ao fornecerem informações importantes quanto ao estado da economia brasileira e americana. Assim, eventuais surpresas com os indicadores têm a capacidade de impulsionar ou frear o mercado de ações.

  • "Os segredos da bolsa" é um conteúdo exclusivo para membros do Seu Dinheiro Premium, mas, excepcionalmente hoje, estamos abrindo o texto para todos os leitores. Para continuar tendo acesso a essa coluna, basta clicar aqui para virar um assinante premium.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar