O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Irmãos Winklevoss disseram que o movimento atual é mais ligado ao universo de investidores institucionais; eles também contaram as perspectivas para a criptomoeda
Primeiros do mundo a ficarem bilionários com investimento em criptomedas, os irmãos Tyler e Cameron Winklevoss disseram que há investidores experientes embarcando no rali deste ano do bitcoin.
Segundo eles, o movimento tornaria a alta diferente da que ocorreu em anos anteriores. "Os investidores institucionais de agora são super sofisticados, como o lendário Paul Tudor Jones e [Stanley] Druckenmiller", disse Tyler Winklevoss à CNBC.
Gestor de fundos bilionários, Paul Tudor Jones chegou a dizer que o bitcoin ainda engatinhava e sugeriu que a criptomeda teria um longo caminho pela frente. O ativo está em alta neste ano, batendo recordes em dólar e real.
Na semana passada, o bitcoin bateu a marca de US$ 19,8 mil, superando o recorde anterior de 2017. Três semanas atrás, a criptomoeda ultrapassou a emblemática cifra de R$ 100 mil - por conta da alta da divisa americana.
Para Tyler Winklevoss, a incerteza sobre a moeda americana, com a injeção de liquidez do governo dos Estados Unidos, é justamente um dos motivos pelos quais muita gente do mercado financeiro está comprando a criptomoeda.
"Não é algo como FOMO [medo de ficar de fora]. É muito diferente de 2017. Os atores de agora, empresas e investidores, não estavam envolvidos com bitcoin naquela época", disse Tyler Winklevoss.
Leia Também
Segundo ele, os investidores de agora acreditam que o bitcoin pode destronar o ouro como reserva de valor.
Apesar de Tyler Winklevoss ser taxativo, a opinião dele não é unamidade. O megainvestidor Ray Dalio, por exemplo, disse ao Yahoo Finance no mês passado que o bitcoin não é uma depósito eficaz de riqueza.
Já o CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, falou em entrevista ao New York Times que a criptomoeda é "um pouco diferente" do que ele está acostumado e que o ativo não é exatamente sua preferência.
Apesar de não ser unanimidade, é consenso que houve um avanço instituicional no mercado das criptomoedas. Esse é justamente apontado como um dos principais motivos para alta do ativo neste ano. Entre os movimentos importantes, destacam-se:
Para especialistas, as novidades indicariam maior profissionalização e institucionalização do mercado de criptomoedas. Ainda entra na conta da valorização do bitcoin o chamado "halving", que aconteceu em maio.
O movimento é uma correção técnica que acontece de quatro em quatro anos, cortando pela metade a emissão de bitcoins. No médio e longo prazo, com o crescimento da demanda, a medida tende a puxar uma alta da criptomeda.
*Com informações da CNBC
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores