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A atenção do mercado fica mais uma vez voltada para a aprovação do uso emergencial de vacinas e novo pacote de ajuda que pode aliviar a economia americana
Chegamos (finalmente) ao último pregão de 2020. Com a proximidade da pausa para celebração do ano novo, a liquidez global fica comprometida e as negociações em torno da ajuda de US$ 2 mil nos Estados Unidos se mantém em primeiro plano
No Brasil, o Ibovespa segue flertando com uma nova máxima de fechamento, após renovar o recorde intraday na tarde de ontem. Para alcançar o nível histórico, faltam menos de 100 pontos.
Logo no começo da sessão de ontem, o Ibovespa conseguiu renovar a sua máxima intraday, aos 119.860 pontos. No entanto, ao longo do dia o índice perdeu força e não conseguiu atingir o seu topo histórico de fechamento, fechando o dia com alta de 0,2%, aos 119.409,15 pontos. O dólar teve um dia de forte alívio, caindo 1,1%, aos R$ 5,1829.
No exterior, o dia começa sem uma direção clara nos negócios.
A notícia de que o uso emergencial da vacina da Astrazeneca foi autorizado no Reino Unido dá certo fôlego para os negócios no Velho Continente. Mas, do lado negativo, pesa a demora do Senado americano em aprovar o novo auxílio de US$ 2 mil, pretendido no novo pacote de socorro.
Na Ásia, os negócios fecharam sem uma direção definida e a tendência é a mesma na Europa nesta manhã. Os índices futuros em Wall Street começam o dia em leve alta. Vale lembrar que, com a proximidade do Ano Novo, a liquidez global fica comprometida.
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O destaque do dia fica com a divulgação do resultado primário do setor público de novembro (9h30).
Lá fora, a expectativa é pelo índice de atividade industrial, ISM Chicago, nos Estados Unidos (11h45), e o PMI industrial e de serviços da China (22h).
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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