O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os fatores de cautela seguem sendo o avanço do coronavírus, as tensões entre Estados Unidos e China e as novas medidas de restrição viagens no continente europeu. Balanços corporativos aqui e no exterior podem ditar o ritmo dos negócios
As expectativas pelo pacote trilionário que embalaram os mercados nesta terça-feira dão lugar ao movimento de realização de lucros, com os investidores monitorando fatores de risco e a proximidade da reunião de política monetária do Federal Reserve. Os fatores de cautela seguem sendo o avanço do coronavírus, as tensões entre Estados Unidos e China e as novas medidas de restrição viagens no continente europeu.
No Brasil, o destaque do dia são os números do Caged. A médias das projeções dos analistas é de que o país registre o fechamento de 195.193 postos de trabalho - número menor que o de maio.
Embalada pela expectativa com um novo pacote de estímulos que seria apresentado pelos republicanos ao Senado, a bolsa brasileira teve um dia de forte alívio, com o Ibovespa subindo 2,05% e fechando aos 104.477,08 pontos.
No exterior, o dólar viveu um dia de enfraquecimento e fechou a sessão a R$ 5,1580, após queda de 0,92%.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, pode enviar a segunda parte da reforma tributária até o dia 15 de agosto, segundo o jornal O Globo. A medida teria sido antecipada devido à resistência encontrada pelo projeto de unificação da PIS/Cofins.
O otimismo com o novo pacote trilionário do governo americano para a economia também embalou as bolsas asiáticas, que fecharam majoritariamente em alta.
Leia Também
O novo pacote de estímulo fiscal de US$ 1 trilhão prevê a prorrogação do atual benefício de auxílio-desemprego, mas com queda de US$ 600 para US$ 200 pagos. A proposta também inclui a distribuição de US$ 1.200 ára os cidadãos americanos, US$ 105 bilhões para escolas que planejam retornar as atividades e US$ US$ 16 bilhões para a realização de testes de covid-19.
No entanto, hoje o otimismo com o pacote de estímulos deve ser mais limitado, com os olhos dos investidores se voltando novamente para os focos de cautela enquanto os resultados dos balanços corporativos são esperados: o avanço da covid-19 e tensão entre Estados Undidos e China.
Na Europa, a volta das restrições de viagens diante do avanço do coronavírus pesa nas bolsas do continente, que operam de forma mista.
Nos Estados Unidos, o movimento que impera é o de realização dos lucros, com os índices futuros operando no negativo.
No Brasil o destaque da temporada de balanços do dia é a CSN e Cielo.
Lá fora, é dia de 3M, McDonald's, Peugeot, Pfizer e Visa.
Destaque de hoje vai para a divulgação dos dados do Caged de junho. O Banco Central divulga os números do setor externo no mês.
Nos Estados Unidos, o destaque é o índice de confiança do consumidor (11h).
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista