O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Veto inesperado a trecho do novo marco do saneamento pode inaugurar novo capítulo tenso em Brasília. Lá fora, mercado mostra cautela com avanço da covid-19, tensões EUA-China e dados mornos da economia chinesa
A escalada da tensão entre Estados Unidos e China segue ganhando novos contornos, com a imprensa internacional noticiando que o próximo passo é a proibição da entrada de membros do Partido Comunista chinês nos Estados Unidos. Além disso, dados mistos da economia chinesa e o avanço da covid-19 nos Estados Unidos frustram os investidores, que esperam uma recuperação mais rápida da atividade econômica global.
Na agenda, o destaque do dia fica com a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, vendas no varejo de junho nos Estados Unidos e os resultados da temporada de balanços corporativos nos EUA. No Brasil, o clima político em Brasília volta a esquentar.
Ontem, o otimismo com o desenvolvimento de uma vacina para a covid-19 sustentou as bolsas em alta durante o dia.
O Ibovespa subiu 1,34%, aos 101.790,54 pontos. O dólar, no entanto, demonstrou que embora as notícias sejam animadoras, ainda existe uma série de incertezas para serem levadas em conta. A moeda americana também subiu, chegando a R$ 5,3855, após uma valorização de 0,68%.
Uma dessas incertezas no radar é a velocidade da recuperação da economia global. A expectativa do mercado financeiro é que ela seja rápida, em V, mas alguns dados econômicos e o possível recrudescimento de medidas de isolamento nos Estados Unidos colocam essa visão em xeque. Então, qualquer sinal de que as coisas não irão ocorrer como o desejado movimenta o mercado.
Durante a madrugada, as bolsas asiáticas fecharam em queda, após números da economia chinesa inspirarem preocupação. O índice Xangai Composto caiu 4,5% - a maior queda desde fevereiro -, e o Shenzen Composto foi além, despencando 5,2%.
Leia Também
Os números do Produto Interno Bruto (PIB) da China até que superaram as expectativas, com uma expansão de 3,2% no segundo trimestre, e a produção industrial cresceu 4,8% em junho, como esperado, mas as vendas no varejo tiveram uma queda inesperada de 1,8% no mês passado.
Ainda falando em China, as tensões com os Estados Unidos seguem ganhando força. O assunto tem ganhado destaque desde que o governo chinês aprovou uma nova lei de segurança nacional para Hong Kong. Os países entraram em rota de colisão e agora trocam sanções a autoridades e instituições. O governo americano agora estuda proibir que membros do Partido Comunista chinês e suas família viajem para os EUA.
O ritmo de contágio acelerado da covid-19 nos Estados Unidos também segue assustando. Ontem, Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), alertou que uma segunda onda de infecções pode trazer novas interrupções da atividade.
Com tantos fatores de incerteza no radar, as bolsas europeias operam em queda nesta manhã. Nos Estados Unidos, os índices futuros também refletem a cautela dos investidores com a situação.
No Brasil, a crise política pode voltar a se intensificar. Ao contrário do combinado com o Congresso, o governo Bolsonaro surpreendeu ao vetar o trecho do novo marco do saneamento que garantia a renovação dos contratos das empresas estaduais do setor por mais 30 anos. A medida derrubada pelo veto foi uma das condições que levou as Casas a aprovarem o projeto.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, chegou a cancelar a sessão que estava marcada no Congresso após ameaças de retaliação por parte de deputados e senadores. Alcolumbre deve apoiar a derrubada do veto.
A nova onda de tensão entre Congresso e governo também esbarra na ideia de uma nova CPMF, defendida por Paulo Guedes, colocando Maia e Alcolumbre em rota de colisão.
Guedes espera que o presidente do Senado o apoie na ideia de um imposto sobre transações financeiras, ideia ignorada por Maia, que prefere pautar a PEC 45 e discutir a reforma tributária já em tramitação na Casa. Alcolumbre ameaçou não votar a pauta caso a Câmara siga com a proposta própria de Reforma Tributária.
Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) tem decisão de política monetária - a expectativa é de que o cenário atual se mantenha e que a instituição dê um tempo nas medidas de estímulo, para medir o impacto do que já foi feito até aqui.
O número de pedidos semanais de auxílio-desemprego e os dados de vendas no varejo de junho são os destaques nos Estados Unidos. No país, os investidores também seguem atentos aos balanços. Hoje o dia reserva os resultados de Bank of America Merrill Lynch, Morgan Stanley e Netflix.
Entre os indicadores locais, IPC-S de julho é o único destaque (8h). O ministro da Economia Paulo Guedes participa do evento Expert XP. Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, também tem compromissos virtuais, falando em videoconferência organizada pelo Itaú Unibanco.
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais