O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A China trouxe dados ruins de atividade industrial, mas a expectativa por uma nova rodada de estímulos dos Bancos Centrais pelo mundo melhora o clima dos mercados
Depois dos primeiros meses conturbados pela rápida disseminação do coronavírus pelo mundo, o impacto da doença começa a ser sentido nos índices oficiais de atividade.
A China divulgou uma queda expressiva no seu índice de gente de compras PMI industral, que caiu de 50,0 em janeiro para 35,7 em fevereiro. O PMI de serviços recuou de 54,1 para 29,6. No Japão, o PMI industrial também teve uma piora.
No momento, a doença já está presente em 58 países. São mais de 87 mil pessoas infectadas no mundo. Agora, os olhos se voltam para as possíveis atuações dos bancos centrais para conter os estragos.
É esperado que o Banco Popular da China reforce os estímulos no país. A especulação ajudou as bolsas asiáticas que, depois de cinco pregões no vermelho, reverteram parte das perdas dos últimos dias e fecharam majoritariamente em alta, ignorando em parte os indicadores ruins.
E não é só o BC chinês que já estuda planos para estimular a economia. O Federal Reserve e o Banco do Japão já sinalizaram que uma nova atuação está no radar caso seja necessário reagir ao coronavírus.
Na semana passada, as bolsas americanas e europeias viveram os piores dias desde a crise de 2008.
Leia Também
Nos Estados Unidos, os índices futuros amanheceram no azul, mas perderam força.
As bolsas europeias seguem a mesma tendência. Os investidores se dividem entre monitorar a possível atuação dos BCs e o crescente número de casos do coronavírus no continente, onde só na Itália houve um crescimento de 40% no número de casos em 24 horas.
Embora tenha conseguido um 'sprint' final e tenha fechado o último pregão do ano com alta de 1,15%, aos 104.171,57 pontos, o Ibovespa apresentou uma queda de 8,37% em fevereiro.
O embalo otimista das bolsas no exterior observado hoje pode atingir o principal índice da bolsa brasileira. Mas, por aqui, os investidores também possuem outros focos de tensão para ficar de olho.
A crise entre os poderes continua a causar grande desconforto. O presidente Jair Bolsonaro deve se reunir hoje com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre para discutir o Orçamento. Na semana passada, o governo bloqueou R$ 11 bilhões - de R$ 15 bi - das emendas parlamentares.
A moeda americana segue pressionada e fechou fevereiro com um ganho acumulado de 4,52%, a R$ 4,4785. Mesmo com a forte alta do dólar, a curva do DI começa a precificar novos cortes na taxa Selic já para a próxima reunião do Copom, que acontece no dia 18.
Tony Volpom, ex-diretor do BC e economista-chefe para o Brasil do banco suíço UBS também acredita na proximidade do novo corte. Confira.
O mercado local fica com um olho no coronavírus e o outro no noticiário corporativo, que promete mais uma semana cheia de resultados significativos por aqui.
Os destaques dos próximos dias são BRF (dia3), Hering (5) e Natura (também no dia 5). A semana ainda reserva os números da MRV, CSN, B3, CCR e Hypera.
Uma série de dados industriais são divulgados na Europa pela manhã. O PMI dos Estados Unidos também é divulgado hoje, 11h45. O PMI global sai 13h e deve dar dicas do impacto do coronavírus e desencadear uma onda de ajustes nas projeções de crescimento para o PIB.
No Brasil, hoje temos a balança comercial de fevereiro (15h) e dados da Fenabrave.
Algumas divulgações importantes estão programadas para esta semana e devem alimentar as expectativas dos investidores, principalmente em torno do que deve ser feito com os juros nos Estados Unidos e as projeções para o PIB mundial.
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos