🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço

Os melhores e piores fundos imobiliários do primeiro semestre

Apesar da recuperação recente, Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) fechou semestre em queda de 12,24%; apenas 11 fundos apresentam desempenho positivo no ano

Imóveis em são paulo
Imagem: Shutterstock

Os fundos imobiliários vêm passando por uma recuperação na bolsa nos últimos meses, assim como outros ativos de risco. Eles são beneficiados pela continuidade do ciclo de queda nos juros e também pelas perspectivas de recuperação mais rápida da economia mundial do que o esperado anteriormente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, o setor sofreu bastante com o pânico dos mercados em março, e os preços das cotas na bolsa já não vinham de um bom momento no início do ano. Nos primeiros meses de 2020, o mercado sofreu um ajuste após um forte rali em dezembro.

Com isso, o Índice de Fundos Imobiliários da B3 (IFIX) terminou o primeiro semestre ainda com queda acumulada de 12,24%. Apenas 11 fundos do IFIX conseguiram apresentar desempenho positivo na bolsa no período.

Segundo os índices calculados pelo Banco Inter, os fundos de tijolo, aqueles que investem em imóveis propriamente ditos, têm queda de 14% na bolsa em 2020, enquanto os de papel, que investem em recebíveis imobiliários, caem 7,5%.

O setor que mais sofreu com a pandemia e o pânico dos mercados em março sem dúvida foi o de shopping centers. Com as medidas de isolamento social impostas pelas autoridades, os shoppings tiveram que suspender quase todas as suas atividades, o que derrubou sua receita e, consequentemente, os aluguéis. Muitos fundos de shopping inclusive suspenderam a distribuição de rendimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de muitos shoppings já terem reaberto, ainda que em horário reduzido, os fundos de shopping terminaram o semestre com queda acumulada de 21% na bolsa, segundo o Inter.

Leia Também

Porém, conforme você vai ver a seguir, entre os fundos imobiliários que mais apanharam neste ano há apenas um fundo de shoppings. Confira quais foram os dez melhores e os dez piores fundos de investimento imobiliário (FII) da bolsa no primeiro semestre:

É importante notar que as maiores valorizações e desvalorizações frequentemente são motivadas por questões bastante particulares de cada fundo, e não tanto por movimentos mais gerais na bolsa.

Por exemplo, o fundo BB Renda Corporativa (BBRC11), o que mais se valorizou no primeiro semestre, é um fundo de característica bem defensiva, pois é dono de agências bancárias alugadas para o Banco do Brasil, que é parcialmente estatal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Temos, assim, um locatário de baixo risco, contratos de locação atípicos (de prazo longo e sem revisional no meio do contrato), rentabilidade alta, distribuição de rendimentos constante, além do fato de que ele é amplamente oferecido pelo BB a seus clientes.

Essa questão da distribuição a clientes bancários também pode ser um fator que beneficiou o fundo Caixa Rio Bravo (CXRI11). Já o locatário parcialmente estatal e de baixo risco foi provavelmente um dos chamarizes do Green Towers (GTWR11), dono dos escritórios do Banco do Brasil em Brasília.

Todos os três FII citados sofreram fortes quedas em março, mas acabaram se recuperando mais rapidamente do que a maioria dos outros fundos negociados em bolsa.

Na ponta dos piores fundos, há vários FII com problemas particulares. O TRX Edifícios Corporativos (XTED11) é um caso emblemático do mercado de fundos imobiliários brasileiro, que vem apanhando na bolsa há anos, com a sucessão de problemas que vem enfrentando com vacância e a provável perda de paciência dos seus cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A intenção inicial, quando o fundo foi lançado em 2012, era investir em três imóveis alugados para grandes empresas. Um dos negócios acabou não saindo; o segundo imóvel, locado para a Peugeot, foi vendido no ano passado, após passar anos vago depois que a montadora rescindiu o contrato em 2015. E o terceiro, que acabou restando como o único imóvel do fundo hoje, é o antigo escritório da Petrobras em Macaé (RJ), que foi desocupado pela estatal em 2016.

Assim, o XTED11 está com seu único imóvel 100% vago, sem receita e sem distribuir dividendos desde 2016. O gestor tem negociado a locação com uma empresa do ramo educacional, mas as negociações foram afetadas pela crise da covid-19, embora ainda estejam em andamento. Além disso, em tempos de recessão, um imóvel que não é de alto padrão, localizado numa cidade que não está entre os centros econômicos mais importantes é justamente o tipo de empreendimento que costuma sofrer mais.

O Edifício Galeria (EDGA11) também é um exemplo de FII que vem enfrentando problemas de vacância, bem como inadimplência de inquilinos. O fundo é proprietário de um único imóvel, o Edifício Galeria, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Desde julho de 2019, o fundo tem uma taxa de vacância de 30%.

Apesar de ter múltiplos inquilinos, o que reduz um pouco o risco do ativo único, o EDGA11 tem sofrido rescisões de contrato e também tenta cobrar na Justiça aluguéis e condomínios atrasados do Estado do Rio de Janeiro, referentes à época em que a Secretaria de Cultura alugava uma sala no edifício. Também houve inadimplência, por parte de alguns inquilinos, em razão da crise da pandemia de covid-19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O SP Downtown (SPTW11), que aluga seu único imóvel, no Centro de São Paulo, para a empresa de call center Atento, foi outro que enfrentou inadimplência por conta da pandemia, e precisou renegociar aluguéis com a locatária, com diferimento de parte dos pagamentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar