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Principal índice de ações da B3 passa por correção e ignora impulso do setor de tecnologia à bolsa de Nova York
O Ibovespa opera em queda nesta sexta-feira (25) enquanto o dólar retoma a trajetória de alta observada durante a maior parte da semana em uma sessão marcada por correção em meio à percepção entre os investidores de deterioração do cenário fiscal.
O principal índice do mercado brasileiro de ações opera em queda desde a abertura do pregão, repercutindo também os temores referentes ao aumento de casos de covid-19 nos Estados Unidos e na Europa.
Por volta das 16h40, o Ibovespa operava em queda de 0,39%, aos 96.630 pontos, reagindo apenas discretamente à melhora observada em Wall Street, onde os principais índices de ações passaram a operar no azul em meio à continuada recuperação do setor de tecnologia.
Em Nova York, o índice Dow Jones subia 1,19%, o S&P 500 tinha ganhos de 1,46% e o Nasdaq operava em alta de 2,16%.
Nos EUA, os investidores monitoram o impasse entre republicanos e democratas no Congresso em torno de novos estímulos à economia.
Já o Brasil segue com a preocupação fiscal no radar em dia de agenda fraca e correção após a forte alta da véspera.
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Também pesa o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a privatização de subsidiárias da Petrobras.
O lado corporativo tem como destaque os papéis ON da IRB Brasil (IRBR3), que apresentam recuperação acentuada desde o início da semana, quando a resseguradora divulgou os resultados referentes a julho.
As bolsas recuaram na Europa - o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,10%. Pesou para os investidores a possibilidade de novas medidas de distanciamento social no Velho Continentes.
Na Espanha, o governo recomendou às autoridades de Madri que ampliem as restrições à circulação de pessoas, enquanto França e Alemanha têm alta no número de casos da covid-19. Reino Unido já anunciou novas medidas.
O dólar opera em alta consistente hoje, retomando a recente tendência de apreciação sobre outras moedas apenas um dia depois de ter devolvido parte dos fortes ganhos obtidos sobre o real no decorrer da última semana.
A divisa norte-americana ganha terreno contra a maior parte das moedas estrangerias nesta sexta-feira.
Por volta das 16h40, o dólar à vista subia 0,75%, a R$ 5,5518, depois de ter fechado o dia anterior a R$ 5,5106.
Já os contratos de juros futuros ignoraram os temores fiscais e repercutiram a notícia de que a Câmara e o governo buscam acordo para a reforma tributária.
Além disso, o mercado de juros ainda ecoa comentários feitos ontem pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, assegurando que a autoridade monetária está 'tranquila' com inflação futura, 'otimista' com a melhora da atividade e pronta para agir diante dos riscos fiscais.
Confira as taxas negociadas de alguns dos principais contratos negociados na B3:
*Conteúdo em atualização. Mais informações em instantes.
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