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Ibovespa reagem bem à fala do ministro Paulo Guedes – que prometeu uma proposta de reforma tributária para a próxima terça-feira. No exterior, os sinais são mistos.
O Ibovespa apresenta um viés mais positivo nesta sexta-feira (17), mesmo com os fatores que fizeram as bolsas globais fecharem no vermelho ontem ainda no radar. Apesar do clima ainda tenso lá fora, os investidores domésticos dão foco ao noticiário político local — e recebem bem as sinalizações vindas de Brasília.
Por volta das 15h15, o Ibovespa operava em alta de 1,99%, a 102.552,34 pontos, destoando do exterior: nos EUA, o Dow Jones (-0,07%), o S&P 500 (+0,38%) e o Nasdaq (+0,40%) ficam perto da estabilidade; na Europa, as principais praças também tiveram um dia misto.
No câmbio, o dólar à vista começou o dia com grande instabilidade, mas se firmou em alta, avançando 0,98%, aos R$ 5,3785. Vale lembrar que, ontem, o dólar caiu forte, mesmo com o clima mais tenso em escala global.
O mercado local repercute de forma positiva o avanço das discussões sobre a reforma tributária, ignorando a piora do cenário lá fora. O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu entregar uma proposta de reforma tributária na próxima terça-feira (21) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Nos últimos dias, o tema foi o protagonista do embate entre Alcolumbre e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. A proposta de Guedes deve ser incorporada aos projetos já em discussão na comissão formada por deputados e senadores.
Dentre os fatores locais, os investidores observam também os últimos números da Pnad Covid - que mostram uma aceleração da taxa de desemprego, indo a 13,1% na semana de 21 a 27 de junho, contra 12,3% observado anteriormente.
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As bolsas americanas operam mistas após a divulgação de números do sentimento do consumidor abaixo do esperado no país — o índice caiu a 73,2 em julho, enquanto o esperado era de 77,8.
Os fatores que inspiram cautela seguem os mesmos dos últimos dias, como avanço da covid-19, principalmente nos Estados Unidos — o país registrou um novo recorde diário de novos casos, 67,4 mil.
Ontem, dados mistos da economia chinesa e norte-americana acabaram levantando novas dúvidas sobre uma recuperação mais rápida pós-crise. Além disso, as duas maiores economias do mundo seguem em rota de colisão, com relações tensas e ameaças de sanções de ambos os lados.
A maior indefinição vista no mercado europeu está ligada à espera dos investidores pelo início da reunião dos líderes da União Europeia. A cúpula do bloco discutirá detalhes do plano de socorro de 750 bilhões de euros. Ainda há muitas divergências entre os países-membros.
Confira as maiores altas do Ibovespa desta sexta-feira:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| ELET3 | Eletrobras ON | 39,17 | +10,87% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | 40,08 | +9,84% |
| CIEL3 | Cielo ON | 5,24 | +8,71% |
| MRFG3 | Marfrig ON | 14,44 | +7,44% |
| GNDI3 | Intermédica ON | 66,36 | +5,28% |
Veja também as maiores baixas:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| MRVE3 | MRV ON | 20,48 | -1,06% |
| CVCB3 | CVC ON | 22,03 | -0,77% |
| AZUL4 | Azul PN | 21,91 | -0,63% |
| GOLL4 | Gol PN | 20,93 | -0,48% |
| ABEV3 | Ambev ON | 14,00 | -0,36% |
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