O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sinalização de manutenção de juros baixos por período prolongado sustenta o ânimo dos investidores, que relegam desemprego a segundo plano
O corte na taxa básica de juro pelo Banco Central do Brasil (BCB) prevalece sobre os dados alarmantes do desemprego no País nesta quinta-feira na B3.
Tanto o Ibovespa quanto o dólar operam em alta não apenas por causa da redução da taxa Selic a 2% ao ano, renovando o recorde de baixa da taxa básica de juro no Brasil, mas principalmente pelo fato de o Comitê de Política Monetária (Copom) do BCB ter deixado a porta aberta para um novo corte residual e sinalizado a manutenção de juros extremamente baixos para a realidade nacional por um período prolongado.
O movimento é beneficiado pela melhora do humor em Wall Street. Por volta das 16h40, o Ibovespa operava em alta de 1,01%, aos 103.835 pontos.
Entre os papéis, Totvs, BRF e as ações de shopping centers destacam-se pelo bom desempenho.
As ações do setor elétrico, por sua vez, subiam na esteira da aprovação do edital do leilão de transmissão a ser realizado em dezembro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os investidores iniciaram a sessão diante dos dados indigestos do desemprego no Brasil no segundo trimestre deste ano, com a economia nacional sob o impacto da pandemia do novo coronavírus.
Leia Também
A taxa de desemprego passou de 12,2% no primeiro trimestre para 13,3% no fim de junho. Ainda mais preocupantes são os dados mostrando redução recorde da população ocupada enquanto o número de desalentados atinge um novo pico e o fato de, pela primeira vez na série histórica, a força de trabalho potencial ter superado o número de desocupados.
Enquanto relegam a segundo plano os dados oficiais de desemprego, os investidores reagem ao corte de juros e ao comunicado divulgado pelo Banco Central logo depois da decisão do Copom na expectativa de que, um dia, quem sabe, a liquidez jorrada nos mercados encontre algum suporte na realidade econômica.
"Lendo a nota me passou a impressão que a diretoria do BCB não quer desligar a música de uma hora para outra. O baile da inflação dos ativos, notadamente a bolsa, tem que continuar por algum tempo mais até que encontre respaldo na realidade econômica de fato", observou o economista-chefe da Necton Corretora, André Perfeito.
Ele adverte que, apesar de o BC ter deixado a porta aberta para novos cortes, isto dependeria de incógnitas como uma melhora na situação fiscal e avanços na reforma tributária, por exemplo. "Provavelmente não teremos mais nenhum corte uma vez que em meados de setembro, quando o colegiado irá se reunir mais uma vez, os dados fiscais estarão piores e a reforma tributária terá avançado pouco", conclui.
O dólar também opera em alta em reação ao corte de 25 pontos-base na taxa Selic anunciado na véspera pelo Copom e à expectativa de manutenção de juros baixos por mais tempo.
Apesar de essa perspectiva ter dado impulso à moeda norte-americana hoje, Alessandro Faganello, consultor da Advanced Corretora para o mercado de câmbio, observa que se trata de uma peculiaridade local.
"Há diversas dinâmicas em andamento simultaneamente e o dólar sobe aqui, mas continua perdendo força lá fora", adverte.
Por volta das 16h40, o dólar era cotado a R$ 5,35 (+1,1%).
Enquanto isso, os contratos de juros futuros fecharam em queda acentuada tanto nos vencimentos mais curtos quanto nos mais longos por causa do corte na taxa Selic.
A redução da taxa básica de juro era mais do que esperada pelo mercado, mas o comunicado do Copom com sinais para os próximos passos faz com que os investidores recalibrem suas visões para a trajetória dos juros no mercado futuro.
Confira os vencimentos com mais liquidez:
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking