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Bolsa brasileira e de diversas partes do mundo estão fechadas por causa do feriado, mas aquelas que operam nesta sexta-feira demonstram uma aversão ao risco
Em dia de negociações locais paralisadas por conta do feriado do Dia do Trabalhador, o exterior tem pregões predominantemente operando no negativo nesta sexta-feira (1). Em foco, estão ameaças dos Estados Unidos e a temporada de balanços - que dimensiona a crise global.
Por volta das 7h, o Dow Jones futuro caía 1,7%, Nasdaq recuava 2,2% e S&P perdia 1,8%. A bolsa de Londres também operava no campo negativo, enquanto Frankfurt, Paris, Milão, Madri e Lisboa permaneciam fechadas por conta do feriado.
Na Ásia também houve pausas por causa do Dia do Trabalhador. Mas, entre as bolsas que operaram, o índice Nikkei (Tóquio) caiu 2,84%. Na Oceania, o índice S&P/ASX recuou 5,01%, em Sydney.
A aversão ao risco de hoje se deve ao presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou tarifar a China por uma suposta culpa pelo novo coronavírus. "Eles não pararam o vírus em termos de competência ou eles deixaram isso se disseminar", disse nesta quinta-feira (30) em entrevista coletiva.
Os pregões também são influenciados pela temporada de balanços financeiros das empresas. Amazon, por exemplo, frustrou a previsão de analistas e cai 6% na Nasdaq.
No Brasil, ontem o Ibovespa caiu 3,20%, para 80.505,89 pontos. Mas em abril o índice avançou 10,25% em meio a um alívio de incertezas externas, após derreter 30% no mês anterior por causa da crise do novo coronavírus.
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*Conteúdo em atualização. Mais informações em instantes.
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