O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A XP Investimentos revisou para cima sua projeção para o Ibovespa ao fim de 2020, passando de 94 mil pontos para 112 mil pontos — um patamar que implica num potencial de alta de mais de 18% em relação aos níveis atuais da bolsa
O Ibovespa está numa sequência daquelas: somente nesta semana que passou, acumulou ganhos de mais de 8% — e, se formos além e puxarmos o histórico desde o começo de maio, o salto do principal índice da bolsa brasileira já ultrapassa os 17%. Pois a XP diz que ainda há espaço para mais.
A instituição, que antes projetava o Ibovespa a 94 mil pontos ao fim de 2020, revisou para cima suas estimativas: agora, vê o índice encerrando o ano aos 112 mil pontos — marca que representa um potencial de alta de 18,3% em relação ao patamar atual, de 94.637,06 pontos.
Indo além: se atingidos, os 112 mil pontos fixados pela XP implicam que o Ibovespa irá praticamente zerar as perdas acumuladas desde janeiro. Vale lembrar que, ao fim de 2019, o índice oscilava perto dos 115 mil pontos.

Em relatório, o analista Fernando Ferreira discute os motivos que sustentaram essa forte alta do Ibovespa nos últimos dias e explica sua visão otimista em relação aos próximos meses.
Quanto à dinâmica recente da bolsa, ele lembra que, até a primeira metade de maio, os ativos domésticos estavam entre os de pior desempenho no mundo — e grande parte desse comportamento se devia à percepção ruim dos investidores em relação ao Brasil.
"A dúvida óbvia que fica após esse forte rally é: resolvemos algumas das crises que o Brasil vive (na saúde, economia e política)? Não, não resolvemos ainda nenhuma dessas três crises", escreve Ferreira, destacando, por outro lado, que qualquer melhora marginal nos fundamentos já seria suficiente para causar um rebote nos preços.
Leia Também
E, de fato, diversas "melhoras marginais" ocorreram recentemente: o risco de afastamento do presidente Jair Bolsonaro parece menor do que era há um mês; e a reabertura das economias globais aumentou a confiança dos investidores no exterior, apenas para citar dois pontos.
Quanto ao futuro, a XP se diz confiante quanto à continuidade do rali — talvez não na mesma intensidade dos últimos dias, mas, ainda assim, suficiente para levar o Ibovespa além dos 100 mil pontos com tranquilidade.
Apesar dos diversos riscos ainda existentes no radar, incluindo incertezas políticas, econômicas e de saúde pública, a XP destaca que um processo de reabertura dos países já está em andamento — mas que, mesmo com essa normalização em curso, as injeções de dinheiro por parte dos governos e bancos centrais continuarão.
"Já são mais de US$17 trilhões anunciados por governos em todo o mundo, o que representa 20% do PIB global – uma verdadeira bazooka!" — Fernando Ferreira, analista da XP Investimentos
Além disso, há duas variáveis fundamentais para a XP: o início de uma tendência de enfraquecimento do dólar, considerando as dificuldades ainda enfrentadas pela economia americana por causa do coronavírus, e a recuperação nos preços das commodities, que foram às mínimas em março.
Por fim, Ferreira ainda cita a forte redução no risco-país do Brasil, de 450 bps para 280 bps, o que aumenta o múltiplo justo da relação entre preço e lucro para o Ibovespa — e, assim, um nível mais adequado para o índice ao fim do ano seria o de 112 mil pontos.
Apesar do otimismo, a XP não enxerga apenas bons ventos adiante. Há diversos fatores que podem ameaçar a recuperação da bolsa ao longo do ano, tanto domésticos quanto externos.
Aqui dentro, Ferreira vê o noticiário de Brasília como principal ponto de instabilidade aos mercados. "Os riscos políticos no Brasil parecem ter diminuído, mas não desapareceram por completo. É importante monitorar as tensões entre os três poderes, as investigações em curso, e as medidas setoriais sendo discutidas no Congresso".
Lá fora, ele lembra que as tensões entre EUA e China sempre podem aumentar a cautela entre os investidores, assim como a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19 no Ocidente.
Por fim, há a incerteza econômica: tanto no Brasil quanto no exterior, a retomada da atividade no pós-pandemia deve levar bastante tempo — e, quanto mais demorado for o processo, mais riscos poderemos ter aos mercados financeiros.
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras