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Após o rali das últimas semanas nos mercados, a relação entre o risco e o retorno dos ativos não é mais a mesma do pico da crise do coronavírus, segundo a gestora

Após o rali das últimas semanas nos mercados, a relação entre o risco e o retorno dos ativos não é mais a mesma do pico da crise do coronavírus, na avaliação da Verde Asset.
Nesse cenário, a gestora de Luis Stuhlberger decidiu reduzir as posições em bolsa, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e aumentar a proteção em dólar.
Em carta aos investidores, a gestora informa que o panorama global no mês passado seguiu a trajetória positiva de abril, com a queda no número de novos casos de coronavírus e sem sinais de uma segunda onda de infectados até o momento.
“Obviamente o risco-retorno de posições de risco já não é o mesmo que dois meses atrás, o que novamente nos levou a reduzir alocações, especialmente na bolsa americana” – Verde Asset
Para a gestora de Stuhlberger, a situação da pandemia no Brasil e em outros países emergentes é mais complexa, já que o pico no número de casos ainda não foi atingido, apesar dos sinais de inflexão nas taxas de crescimento.
“Some-se a isso uma boa dose de volatilidade política, e os ativos brasileiros sofreram durante boa parte do mês, até que um período de calmaria gerou recuperação importante na última semana de maio e aqui no começo de junho.”
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Os gestores do Verde decidiram então diminuir as posições na bolsa brasileira e também em juro real e aumentar a exposição do fundo ao dólar.
O lendário fundo Verde surfou a onda de alta das ações e registrou retorno de 2,52% em maio, contra 0,24% do CDI no período. As posições em juros reais também contribuíram para a rentabilidade. No ano, contudo, o fundo ainda acumula uma perda de 4,41% e segue atrás do indicador de referência, que sobe 1,54%.
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