O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O dólar à vista teve a maior baixa semanal desde setembro de 2018 e o Ibovespa virou para o campo positivo no mês, ambos sustentados pela menor aversão ao risco no Brasil e no exterior
O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril acabou de ser divulgado — e deve dominar as discussões políticas nos próximos dias. Mas os mercados não tiveram tempo para repercutir o conteúdo já nesta sexta-feira (22) e, assim, não houve grandes turbulências: o dólar à vista fechou a semana com um alívio intenso e o Ibovespa acumulou ganhos expressivos.
No mercado de câmbio, o dólar caiu em quatro das últimas cinco sessões, incluindo hoje: terminou em leve baixa de 0,04%, a R$ 5,5797. Com isso, a divisa acumulou queda de 4,44% desde o início da semana, o maior recuo semanal desde setembro de 2018. No mês, contudo, ainda tem alta de 2,59%.
Na bolsa, o Ibovespa teve uma sessão mais cautelosa e fechou em queda de 1,03%, aos 82.173,21 pontos — nada que apague o bom desempenho recente: na semana, o índice avançou 5,95% e, no mês, passou a subir 2,07%.
Essa onda de calmaria vista nos ativos domésticos nesta semana se deve à diminuição dos riscos externos e locais, o que permitiu a recuperação da bolsa e do mercado de câmbio. Isso, no entanto, não quer dizer que o cenário tenha mudado radicalmente: algumas das incertezas diminuíram, mas o panorama continua bastante turbulento.
Nesta semana, tivemos novidades quanto a uma possível vacina para o coronavírus — os dados divulgados pela empresa Moderna, responsável pelo desenvolvimento desse tratamento, foram criticados, mas, ainda assim, serviram para injetar ânimo nos investidores.
E, internamente, tivemos uma diminuição do risco político: uma reunião bem sucedida entre o presidente Jair Bolsonaro e diversos governadores — eque contou, entre outros, com os presidentes da Câmara e do Senado — ajudou a elevar a percepção de que as diversas esferas do poder estariam dispostas a trabalhar em conjunto.
Leia Também
A questão da vacina contra o coronavírus é controversa: muitos especialistas apontam que os dados exibidos pela Moderna são inconclusivos quanto sua efetividade. Ainda assim, o mercado vê o desenvolvimento de um tratamento como uma 'bala de prata', capaz de reativar a economia e colocar a atividade global nos trilhos novamente.
Essa leitura ajuda a explicar a empolgação vista na segunda-feira, quando a Moderna divulgou que os testes iniciais com a vacina tiveram resultados animadores — e também ajuda a explicar a decepção não tão grande com os questionamentos dos especialistas. Afinal, ninguém disse que os dados apresentados eram falsos ou errados, apenas disseram que eram inconclusivos.
Assim, a esperança quanto ao desenvolvimento de uma vacina contra a doença — seja ela da Moderna ou de outra empresa — continua de pé. E, assim, o mercado segue apostando suas fichas em algum remédio ou tratamento que possa reverter o quadro de isolamento social e paralisação econômica com mais rapidez.
Aliás, o início do processo de reabertura econômica na Europa por si só já foi motivo para animar os investidores: países como França, Espanha e Itália começam a dar os primeiros passos para uma retomada da normalidade — um processo lento, mas que ajuda a melhorar as perspectivas em relação à economia da região.
Por aqui, a grande novidade veio na quinta-feira: a reunião entre Bolsonaro e os governadores mostrou um alinhamento maior entre as partes na questão do veto ao reajuste do salário dos funcionários públicos, previsto na PEC de auxílio financeiro emergencial a Estados e municípios.
A questão é importante por mexer diretamente com o processo do ajuste fiscal: caso o aumento fosse concedido, o orçamento do governo seria imensamente pressionado, jogando por terra os esforços empreendidos no passado para sanar as contas públicas.
Mas os sinais positivos foram além da questão fiscal. A participação de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre também foi bem recebida e entendida como um indício de que a relação entre governo e Congresso pode estar melhorando — o que elevaria a governabilidade da administração Bolsonaro.
Por fim, a costura bem sucedida para o veto ao reajuste dá forças ao ministro da Economia, Paulo Guedes — ele vinha sendo escanteado e muitos já temiam sua saída do governo.
Nesta sexta-feira, o Ibovespa até fechou em queda, dada a cautela antes da divulgação do vídeo da reunião ministerial — o que ocorreu quando o mercado já se preparava para fechar. Assim, a repercussão do conteúdo ficará apenas para segunda-feira.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC