O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o ex-presidente do BC, “um pouco de diversificação e cautela já vale a pena ter em mente”; ele disse que investidor brasileiro vai passar por período de aprendizado
O ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Gávea Investimentos, Armínio Fraga, disse que o clima na bolsa é "quente até demais". "Um pouco de diversificação e cautela já vale a pena ter em mente", comentou em evento online promovido pela XP Investimentos nesta segunda-feira (7).
Nas últimas semanas, o mercado financeiro local tem registrado mais um rali, depois de ter recuperado parte das perdas com o baque da pandemia. O Ibovespa já supera o patamar dos 110 mil pontos, diante do otimismo externo com a injeção de liquidez e o avanço das vacinas.
Para Fraga, há uma dissonância entre mercado financeiro e a economia real — nas palavras dele, ainda muito machucada. “Isso parece ser mais um capítulo de uma longa história, de o Brasil se beneficiando da abundância de capital internacional, mas vulnerável à eventual reversão”.
Segundo o economista, a regra do teto de gastos é uma âncora fiscal mínima e que precisa de reforços, com as reformas estruturais, porque a dívida pública promete seguir em alta.
Apesar da cautela, o ex-BC comentou que o mercado de capitais tem mostrado uma pujança "extraordinária". "Houve uma revolução de governança", disse.
Fraga elogiou a tendência ESG — sigla em inglês para as melhores práticas ambientais, sociais e de governança, e que têm ganhado adesão do mercado financeiro nos últimos anos. "Acho que no Brasil a redução da desigualdade é pró-crescimento", comentou.
Leia Também
O economista lembrou que até poucos anos atrás havia mais recursos para as empresas via BNDES e que existia um receio de que a ausência da atuação do banco criaria um buraco nas possibilidades de financiamento. "Mas o mercado financeiro cobriu esse espaço", disse.
"Vejo o mercado de capitais fazendo o que ele tem que fazer: trazendo capital para as empresas e alternativas para os investidores", comentou Fraga. "O investidor brasileiro vai passar por um período de aprendizado".
Para os próximos meses, o sócio-fundador da Gávea Investimentos comentou que vê o agronegócio sendo beneficiado — embora tenha destacado que muitas vezes esse foi justamente um dos principais motores de crescimento do País.
"Mas o Brasil é grande para ter de tudo", disse. Fraga destacou as perspectivas para o setor de saúde — "fantástico" — , "alguma coisa" de educação e infraestrutura — que, segundo dele, "vai ser incrível". "Mas vejo esses setores como de longo prazo, com retornos mais modestos", disse.
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses