🔴 [NO AR] SEGUNDA AULA LIBERADA: ESPECIALIZAÇÃO GRATUITA EM IA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

APROVADA SEM RESTRIÇÕES

Cade aprova compra da Embraer pela Boeing

A operação analisada pelo Cade prevê duas transações. Uma delas consiste na aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer, que engloba a produção de aeronaves regionais e comerciais de grande porte (operação comercial)

Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta segunda-feira (27/01), a operação envolvendo Boeing e Embraer, sem restrições. A autarquia concluiu que as fabricantes não concorrem nos mesmos mercados e que não há risco de problemas concorrenciais por conta da aquisição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação analisada pelo Cade prevê duas transações. Uma delas consiste na aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer, que engloba a produção de aeronaves regionais e comerciais de grande porte (operação comercial).

Já a segunda trata da operação de defesa com a criação de uma joint venture entre Boeing e Embraer voltada para a produção da aeronave de transporte militar KC-390, com participações de 49% e 51%, respectivamente.

As análises do órgão

Para a análise da operação comercial, o Cade se baseou no segmento de aeronaves comerciais com capacidade entre 100 e 150 assentos, mercado considerado na operação.

A avaliação feita pela autarquia concluiu que a operação não deve impactar negativamente os níveis de rivalidade existentes neste mercado. Para o órgão, a ampliação do portfólio da Boeing deve, na verdade, aumentar sua capacidade de exercer pressão competitiva contra a líder Airbus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no âmbito da operação de defesa, o Cade analisou o mercado mundial de aeronaves tripuladas de transporte militar no qual se insere o KC-390, da Embraer, e as aeronaves C-40 Clipper e KC-46 A Pegasus, da Boeing.

Leia Também

FII

TRXF11 desiste de compra de imóveis de quase R$ 1 bilhão, incluindo ‘prédio do gramado’ na Faria Lima; cotistas comemoram

NA CONTRAMÃO?

UBS BB ignora debandada estrangeira na bolsa e vê salto de 17% para B3 (B3SA3); entenda a tese por trás da recomendação

Na análise, a autarquia concluiu que não existe possibilidade de exercício de poder de mercado, já que a operação não representa a união dos portfólios de aeronaves de transporte militar das empresas, mas sim a participação de ambas em um projeto comum.

Em sua conclusão, o Cade diz ter entendido que a operação resultará em benefícios para a Embraer, que passará a ser um parceiro estratégico da Boeing. Dessa maneira, a divisão que permanece na fabricante brasileira – aviação executiva e de defesa – contará com maior cooperação tecnológica e comercial da Boeing.

Além disso, os investimentos mais pesados da divisão comercial, que possui forte concorrência com a Airbus, ficarão a cargo da Boeing.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova empresa

A fusão entre as duas fabricantes foi anunciada em julho de 2018. Na ocasião, a Embraer fechou a venda de 80% de sua divisão de aviação comercial para a americana Boeing. O negócio criaria uma nova companhia, avaliada em US$ 4,8 bilhões (R$ 19 bilhões), em que a brasileira teria apenas 20% de participação.

Com a venda, a fabricante brasileira receberia US$ 3,8 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões) e lhe restaria apenas suas áreas de defesa e jatos executivos – que historicamente possuem menor participação nos resultados da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar