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Nem a falta de ímpeto das bolsas americanas tira o principal índice acionário da B3 de sua trajetória de forte alta. Papéis de siderúrgicas e e-commerce operam em baixa
Após a euforia de ontem nas bolsas globais com base na esperança pela vacina contra o coronavírus, os índices acionários americanos dão sinais mistos na sessão desta terça-feira (10), mas o Ibovespa ignora o movimento e dispara.
Por volta das 16h30, o principal índice acionário da B3 superava os 105 mil pontos — e por muito —, marcando forte avanço de 1,8%, cotado aos 105.410 pontos — no maior nível intradiário desde 31 de julho.
Em Nova York, as bolsas operam em campos diferentes, com o índice S&P 500 em queda e o Dow Jones, em alta.
O índice Nasdaq, por sua vez, continua sua trajetória de baixa e cai forte, em meio a um "sell-off" das ações de tecnologia, as grandes vencedoras do mundo corporativo com a pandemia de coronavírus.
Hoje, os papéis da Amazon operam em forte baixa, atraindo a atenção especial dos investidores do ponto de vista jurídico.
O principal órgão antitruste da União Europeia acusa a "big tech" de distorcer injustamente o mercado de varejo online e utilizar dados privados de vendedores independentes, coletados em sua plataforma, para competir contra eles.
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Os principais índices da Europa, em praças como Londres, Paris e Frankfurt, continuaram em desempenho positivo e registraram altas de ao menos 0,55% hoje.
No cenário local, os holofotes estão nas ações da BRF estão entre os grandes destaques positivos desta terça, após a empresa divulgar um lucro maior do que o esperado por analistas, de R$ 218,7 milhões, no balanço de ontem.
O BTG Pactual avaliou, em relatório, que o resultado trimestral foi melhor do que o esperado em razão das margens da operação no Brasil e reconheceu uma forte geração de fluxo de caixa livre da BRF.
A recomendação do BTG para o papel BRF ON (BRFS3), que avança forte hoje, é neutra até haver mais confiança acerca da BRF poder superar os desafios no mercado de aves, além de alguma normalização do consumo no Brasil.
Pesos-pesados do índice, papéis de bancos como Bradesco, Itaú e Banco do Brasil sobem forte e embalam o índice a alçar voos maiores.
Além disso, outras ações que brilham hoje são as Petrobras ON (PETR3) e Petrobras PN (PETR4), agora entre as cinco principais altas percentuais do índice, em dia de ganhos do petróleo Brent. Com a composição importante que possuem no índice, os papéis sustentam a alta vigorosa do Ibovespa hoje.
Confira as principais altas percentuais:
| CÓDIGO | EMPRESAS | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| UGPA3 | Ultrapar ON | 21,83 | 9,10% |
| PETR3 | Petrobras ON | 23,35 | 6,62% |
| BRFS3 | BRF ON | 19,69 | 6,43% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | 27,84 | 6,38% |
| PETR4 | Petrobras PN | 22,89 | 5,92% |
Os papéis da Embraer caem mais de 2% hoje no índice, após a fabricante de aviões registrar um prejuízo maior na comparação anual. Você pode conferir mais dos balanços que mexem os mercados neste compilado do Seu Dinheiro.
Ações com alta correlação com o Nasdaq, os papéis da B2W estão entre as maiores baixas do índice. Ações Via Varejo ON (VVAR3), do mesmo setor, também operam em queda neste momento.
Papéis de siderúrgicas continuam o movimento de queda, com realização de lucros dos investidores — ações de CSN e Usiminas subiram mais de 40% no acumulado do ano. Veja as maiores baixas:
| CÓDIGO | EMPRESA | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| TOTS3 | Totvs ON | 27,65 | -5,86% |
| GGBR4 | Gerdau PN | 20,89 | -5,05% |
| BTOW3 | B2W ON | 75,71 | -4,99% |
| GNDI3 | Intermédica ON | 69,41 | -3,73% |
| CSNA3 | CSN ON | 20,19 | -3,63% |
Após a boa notícia de ontem vinda da Pfizer, farmacêutica que divulgou que a vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com a BioNTech teve 90% de eficácia em testes clínicos, o Brasil trouxe uma novidade sobre a "coronavac" — o imunizante da Sinovac aplicado em voluntários por aqui.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que os testes foram suspensos após um "evento adverso grave".
O Instituto Butantan, que utiliza a vacina da Sinovac em testes por aqui e a produzirá nos próximos anos a depender da transferência de tecnologia da empresa, disse que estranhou a decisão, uma vez que disse não haver relação da morte de voluntário com a testagem.
Há pouco, relatos da imprensa local noticiaram que o Instituto Médico Legal apontou, em laudo, que a causa da morte do voluntário da vacina foi suicídio.
O dólar se firmou no campo negativo e opera em queda, ainda que seja de pouca intensidade.
A moeda começou o dia apontando para baixo e, depois, passou a operar em leve alta, mas neste momento consegue se manter em baixa em uma nova sessão de volatilidade no mercado de câmbio.
A divisa iniciou a terça caindo até 1%, para R$ 5,3363, e, depois de moderar as perdas, virou para alta. Por volta das 16h30, no entanto, cai 0,1%, para R$ 5,3835.
"Existe a esperança da vacina e a vitória do Biden, mas também existem os nossos problemas fiscais de sempre, que limitam a queda, e não tem nenhuma novidade nessa frente, é mais do mesmo", diz Alessandro Faganello, operador de câmbio da Advanced Corretora.
Os juros, por sua vez, que voltam a subir, após terem reduzido a alta com o dólar e terem passado a adotar comportamentos mistos.
Mais cedo, as taxas já se mantinham um leve avanço, em um dia de realização de leilão do Tesouro, que vendeu títulos públicos NTN-Bs.
Confira as taxas dos principais vencimentos agora:
Durante a madrugada, as bolsas asiáticas aproveitaram o bom humor do mercado americano. No entanto, o movimento foi insuficiente e os negócios fecharam no vermelho na China: a desaceleração da inflação e o desempenho negativo das montadoras de carros elétricos puxou para baixo as bolsas do país.
Nos Estados Unidos, o atual presidente Donald Trump ainda se recusa a conceder a vitória ao presidente eleito Joe Biden.
Com Trump dificultando o início dos trabalhos da equipe de transição, os investidores adotam um tom mais cauteloso e menos eufórico, o que deixa os índices futuros operando com sinais mistos nesta manhã.
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
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