O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia catarinense Weg divulgou na manhã desta quarta-feira (24) seus números referentes ao segundo trimestre do ano — e as ações da empresa reagiram bem aos dados
Um dos conselhos mais básicos para quem está entrando no mercado financeiro diz respeito à diversidade dos investimentos — o tal do "não deposite todos os ovos numa única cesta". Afinal, estar exposto a ativos de diferentes perfis reduz a chance de ter prejuízos por causa de algum imprevisto. A Weg leva a sério esse ensinamento, e seus resultados do segundo trimestre mostram que a estratégia rendeu frutos.
A empresa catarinense atua em vários ramos: desde equipamentos eletroeletrônicos industriais até motores para uso doméstico; de geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) a tintas e vernizes. Além disso, a Weg possui ampla diversificação geográfica, com presença em todos os continentes.
Esse leque de atuação acaba funcionando como uma espécie de seguro: eventuais dificuldades enfrentadas por alguma divisão ou mercado acabam sendo diluídas no meio de tantas frentes de resultado. E, entre abril e junho deste ano, o saldo de todos os vetores foi positivo para a empresa.
A Weg reportou, na manhã desta quarta-fera (24), um lucro líquido de R$ 389 milhões no segundo trimestre de 2019, cifra 15,6% maior que a apurada no mesmo período do ano passado. A receita líquida também cresceu: chegou a R$ 3,286 bilhões, um avanço de 7,5% na mesma base de comparação.
Os números foram bem recebidos pelo mercado: as ações ON da Weg (WEGE3) fecharam o dia em alta de 1,86%, a R$ 23,00 — perto das máximas históricas de encerramento, de R$ 23,69.
Em linhas gerais, analistas e especialistas receberam bem os resultados da Weg. No entanto, o otimismo não se restringe ao crescimento por si só do lucro e da receita: o segredo está no desempenho isolado de cada setor e área de atuação da companhia — e nas perspectivas para o futuro.
Leia Também
Dos R$ 3,286 bilhões de receita, R$ 1,289 bilhão foi obtido no mercado interno — um recuo de 2,2% na base anual. Contudo, o mercado externo respondeu por R$ 1,996 bilhão, um avanço de 18,8% em relação ao segundo trimestre de 2018, o que compensou a desaceleração vista aqui dentro.
Em termos domésticos, a Weg destaca que a geração de receita foi negativamente impactada pela menor participação dos projetos de geração eólica. Contudo, uma segunda frente de atuação tem ganhado importância nas atividades locais da empresa: os negócios de geração solar.
"As perspectivas para esse negócio se mantêm positivas, principalmente na parte de geração solar distribuída, que vem apresentando crescimento contínuo na entrada de pedidos nos últimos meses", destaca a empresa, em mensagem aos acionistas. Vale lembrar que a Weg tem uma parceria com a construtora MRV para instalar miniusinas solares em condomínios residenciais.
No exterior, a companhia destaca o bom desempenho das áreas de GTD e equipamentos eletrônicos industriais, tanto em reais quanto em moedas locas. "Segmentos importantes da indústria como os setores de óleo e gás, mineração, papel e celulose e infraestrutura continuam mostrando boa demanda por novos produtos, tanto em projetos de expansão de capacidade ou novos investimentos".
Uma vez conhecidos os resultados da Weg segundo trimestre, duas casas de análise mostraram-se satisfeitas com os números. O BTG Pactual afirmou que os dados ficaram em linha com o esperado, mas destacou que o mix de produtos e o bom desempenho das atividades internacionais foram pontos positivos do balanço.
Como resultado, o BTG fixou em R$ 25,00 o preço-alvo para as ações da empresa ao final de 2020 — a meta anterior era de R$ 21 ao fim deste ano —, com recomendação 'neutra'.
Já o Itaú BBA afirmou que os números da Weg foram surpreendentes, uma vez que as estimativas do banco eram "conservadoras". A instituição possui recomendação 'market perform' (em linha com a média do mercado) para os ativos da empresa e preço-alvo de R$ 19 ao fim deste ano — o Itaú BBA, contudo, afirma que há espaço para uma revisão para cima dessa meta.
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano