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Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
Vídeo

Que tal investir como um milionário mesmo com pouco dinheiro?

Neste vídeo, eu te explico o que são fundos de investimento e o que fazer para começar a investir nesses veículos que tornam o mundo dos investimentos mais acessível às pessoas físicas

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
26 de abril de 2019
5:30 - atualizado às 19:19

Os fundos de investimento são veículos que permitem às pessoas físicas investirem de maneira diversificada e com gestão profissional, mesmo com poucos recursos para investir. Fundos podem ser excelentes portas de entrada para o mundo dos investimentos, e tornam acessíveis até mesmo aqueles ativos que só estão normalmente disponíveis para grandes investidores.

No vídeo a seguir eu te explico como investir em fundos:

Leia o texto do vídeo sobre como investir em fundos de investimento

Fundos de investimento são veículos que tornam uma série de ativos mais acessíveis ao investidor pessoa física. Com relativamente poucos recursos, os fundos permitem o investimento em uma carteira diversificada e montada por um gestor profissional.

Hoje em dia, até os fundos dos melhores gestores do mercado, antes disponíveis somente pros investidores com muito dinheiro, podem receber aportes em valores mais baixos. A variedade de fundos no Brasil é grande, e todos os perfis de investidor podem ser atendidos. Nesse vídeo eu vou te contar o que fazer pra investir em fundos.

Os fundos de investimento são veículos que permitem a vários investidores unir seus recursos pra aplicar coletivamente em uma carteira de ativos montada por um gestor profissional.

Os fundos funcionam em formato de condomínio: eles são divididos em cotas, e cada investidor que aporta recursos se torna dono de uma parcela dessas cotas. Ou seja, o cotista é dono de um pedacinho da carteira do fundo. Mas, percentualmente, o retorno é o mesmo pra todos os cotistas, independentemente de quantas cotas cada um possui.

Ao se unir a outros cotistas, o investidor consegue se beneficiar da boa relação risco-retorno de uma carteira altamente diversificada mesmo com pouco dinheiro. Além disso, ele pode ter acesso a ativos que não tariam disponíveis pra ele investir diretamente, como aqueles investimentos que não chegam a ser oferecidos pra pessoa física, os que demandam aportes milionários ou mesmo aquelas operações mais complexas.

Existem fundos de vários tipos: de renda fixa conservadora, bem tranquilinhos e de baixo risco; de renda fixa mais apimentada; os multimercados, que podem investir em diversos tipos de ativos; os cambiais, que acompanham a variação de uma moeda estrangeira; e os fundos de ações, que investem em renda variável.

Tem fundo que opera distorções de preços de ativos e fundo que acompanha tendências econômicas; tem fundo que segue índices de mercado e outros que procuram bater esses índices; existem também fundos estruturados, com regras específicas, como os fundos imobiliários, dos quais já falei nesse outro vídeo.

Um dos pontos altos dos fundos de investimento é a gestão profissional. Você paga um especialista pra montar uma carteira pra você, o que pros investidores menos experientes e pros mercados e operações mais complexos, é uma grande mão na roda. Pra isso, você paga uma taxa de administração e, dependendo do tipo do fundo, também paga uma taxa de performance.

Mas como investir em um fundo? Hoje em dia, esses produtos tão bastante acessíveis ao grande público. É claro que o seu banco oferece fundos de investimento, provavelmente até pelo internet banking. Você consegue investir com um simples clique. Mas é preciso tomar cuidado: os fundos dos grandes bancos frequentemente cobram taxas de administração muito altas, o que acaba sacrificando a rentabilidade da aplicação.

Até não muito tempo atrás, o único jeito de fugir dessas altas taxas era investindo por meio de gestoras independentes, não ligadas a grandes bancos. O investidor tinha que abrir uma conta na gestora do seu interesse pra investir nos seus fundos, que podiam ser bastante restritos a investidores com centenas de milhares ou mesmo milhões de reais pra investir.

Atualmente há uma série de plataformas de investimento on-line, geralmente ligadas a corretoras, que distribuem fundos de várias gestoras, inclusive das mais renomadas do mercado, com valores de investimento inicial bem mais baixo. Você pode simplesmente abrir conta numa dessas plataformas e montar uma carteira diversificada de fundos de diversas gestoras, sem precisar se tornar cliente de cada uma delas. Tem até bancão começando a entrar nessa moda da plataforma aberta.

A abertura de conta pode ser feita pela internet mesmo, e todo o processo, inclusive de documentação, pode ser resolvido on-line. Mas lembre-se de comparar os custos dos fundos de uma mesma classe e analisar um histórico longo de rentabilidade, que já é divulgada líquida de taxas, mas não de imposto de renda.

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