Menu
Dados da Bolsa por TradingView
2019-09-05T15:22:49-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Gestoras

Fundo Verde está disposto a tomar mais risco, mas com certa cautela

Em carta aos cotistas, gestora afirma que voltou a ampliar sua posição em ações brasileiras

5 de setembro de 2019
15:22
Leo Martins
Luis Stuhlberger -

A carta de gestão do Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, referente ao mês de agosto repetiu uma mensagem do mês anterior: “O fundo voltou a aumentar sua posição em ações brasileiras”.

Os gestores já detalharam em outras cartas a visão mais construtiva com relação ao crescimento brasileiro e como isso não está no preço dos ativos. Agora, depois de comentar o “conturbado” mês de agosto, dizem que:

“Temos visto mais oportunidades de aumentar do que diminuir o risco dos portfólios, mas a complexidade do ambiente nos mantém permanentemente de sobreaviso.”

Na carta, estão listados o recrudescimento da guerra comercial e a surpresa com o resultado das primárias eleitorais argentinas, que “praticamente sacramentaram o retorno do peronismo/kirchnerismo ao poder”.

Para o Verde, como a Argentina já perdeu muito peso após a recessão do ano passado, os impactos econômicos para o Brasil são pequenos, mas não irrelevantes.

No front local, a carta chama atenção para “nova rodada de declarações inusitadas por parte do presidente, especialmente no tema ambiental, com algum impacto potencial negativo nas relações externas do país”.

Em agosto, o fundo alta de 0,18%, contra 0,5% do CDI e acumula valorização de 8,79% no ano (CDI sobe 4,18%).

Além de ampliar posição em ações, o fundo zerou uma posição defensiva que tinha no mercado americano. A posição aplicada em juro real se manteve estável, assim como a posição tomada em inclinação de juros nos EUA. A posição vendida no dólar contra o real via opções foi aumentada ao longo do mês.

Comentários
Leia também
UMA OPÇÃO PARA SUA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Um ‘Tesouro Direto’ melhor que o Tesouro Direto

Você sabia que existe outro jeito de investir a partir de R$ 30 em títulos públicos e com um retorno maior? Fiz as contas e te mostro o caminho

De carona no foguete

Bitcoin volta a tocar patamar dos US$ 40 mil; confira o que está impulsionando o mercado hoje

De acordo com especialistas, o índice do medo do bitcoin se mantém neutro depois de passar dois meses na zona vermelha

Fartura nos resultados

Trimestre apetitoso! McDonald’s supera expectativas do mercado e registra lucro de US$ 2,22 bilhões

Com ajustes, o lucro por ação somou US$ 2,37 e ficou acima da previsão de analistas consultados pela FactSet, de US$ 2,11

O melhor do seu dinheiro

Entrevista exclusiva com a Ânima, o fim de uma era no Santander e mais destaques desta quarta-feira

A pandemia da covid-19 acertou em cheio as empresas de educação privada na bolsa. Em meio à crise, muitos alunos que trabalhavam para pagar as mensalidades acabaram perdendo o emprego. O resultado no balanço das companhias foi o aumento na inadimplência e a queda no número de estudantes nos cursos de graduação. Mas como costuma […]

Lucro forte

Na Olimpíada dos balanços, a WEG foi ao pódio mais uma vez no segundo trimestre

A WEG novamente mostrou forte crescimento na receita líquida, Ebitda e lucro, auxiliada pela demanda forte no exterior e no Brasil

Balanço trimestral

Lucro da Pfizer atinge R$ 5,563 bi turbinado por venda de vacinas

O resultado é 59% maior do que o ganho de US$ 3,489 bilhões registrado em igual período do ano passado

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies