O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa vai diversificar a presença internacional e depender menos dos EUA, onde a empresa está mudando sua fábrica da Flórida, aberta na década de 1980
Na última Black Friday, a Taurus Armas organizou uma operação de guerra em sua filial nos Estados Unidos. Montou um estoque especial e colocou um de seus mais bem-sucedidos lançamentos do ano passado, a pistola 9mm Hammer, em promoção.
Os americanos tinham simplesmente de comprar no site e receber, na maioria dos casos, a arma em casa no dia seguinte. Resultado: aumento de 25% das vendas, em relação ao ano anterior. Muito mais que uma jogada comercial, a iniciativa é uma amostra do que a empresa gaúcha, que detém o monopólio do setor no País, pretende fazer para contornar sua crise financeira e sua pesada dívida: reforçar a presença no mercado internacional.
Por mais que a flexibilização da posse de armas caminhe no sentido contrário ao Estatuto do Desarmamento, é difícil imaginar no Brasil a mesma liberdade vista nos EUA. Esse é um dos motivos pelos quais a Taurus se veja pouco como uma empresa “nacional”. “O Brasil é um mercado pequeno e uma indústria de armamentos não se viabiliza apenas no País”, diz o presidente executivo da Taurus Armas, Salesio Nuhs. “Temos de pensar numa Taurus globalizada.”
Com 84% da produção brasileira exportada, a empresa não está desenhando qualquer plano para aproveitar um eventual crescimento de vendas no País, principalmente no interior, onde especialistas acreditam que há demanda reprimida. O movimento estratégico vai no sentido oposto: diversificar a presença internacional e depender menos dos EUA, onde a empresa está mudando sua fábrica da Flórida, aberta na década de 1980, para a Geórgia.
Em parceria com o governo local, está investindo US$ 42 milhões na unidade, que aumentará sua capacidade no país em 50%. “Os EUA importam US$ 1 bilhão em armas por ano”, diz Nuhs, completando que a Taurus é a quarta marca mais vendida naquele país.
A empresa virou um fenômeno na Bolsa desde o ano passado, quando as ações da companhia dispararam conforme o cenário eleitoral foi se definindo. Com o discurso à favor da flexibilização do porte de armas do então candidato Jair Bolsonaro, o papel da empresa saiu de R$ 1,20, em agosto, atingindo a máxima de R$ 11,27, às vésperas das eleições presidenciais. Depois de muitas oscilações, acumulavam alta de 90% neste ano até o dia 15 , quando o presidente Bolsonaro anunciou o decreto que facilita a posse de armas.
Leia Também
O anúncio, no entanto, fez a ação despencar mais de 20% no mesmo dia, em função de uma mistura de expectativas não atendidas, com realização de ganhos especulativos e um balanço que não sustenta a empresa no longo prazo, segundo analistas. Mas os próprios controladores da companhia, reunidos na Tauruspar Participações, ajudaram a puxar para baixo a cotação. Na data, venderam 1,2 milhão de ações na bolsa “para obtenção de recursos financeiros”, segundo comunicado enviado ao mercado. Pelo valor de fechamento das ações, teriam embolsado R$ 7,77 milhões.
Ainda na terça, Glauco Legat, analista-chefe da Necton Investimentos, disse, que, pelas condições financeiras da empresa, a queda das ações poderia ser ainda maior. Fato que se concretizou ontem, quando o papel fechou com mais um recuo de 21,24%, cotado a R$ 5,08.
Com um endividamento de 6,5 vezes a geração de caixa e patrimônio líquido negativo (ou seja, ela não é capaz de acabar com suas dívidas nem se vendesse todos seus ativos), o estado financeiro é considerado crítico. “A empresa entregava em 2013 o mesmo faturamento de hoje e, apesar de a geração de caixa ter tido uma melhora pontual nos últimos trimestres, ela é insuficiente em relação ao tamanho de sua dívida”, diz Legat.
Segundo Nuhs, a Taurus está consolidando os resultados de uma reestruturação comandada pela Galeazzi & Associados, que já melhorou processos produtivos, financeiros e comerciais. E, diz ele, a oscilação dos papéis faz parte dos movimentos naturais do mercado.
Adquirida pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), em 2015, a Taurus era uma monopolista em grave crise financeira e de imagem. Após a compra, foi o dado início a uma reestruturação, em que a empresa fechou duas das três fábricas, concentrando a produção em São Leopoldo (RS) e implantou um sistema de manufatura focado na redução de desperdícios. Além disso, cortou despesas administrativas e remodelou o departamento comercial.
A empresa colocou à venda ativos - como um terreno em Porto Alegre e sua produção de capacetes - pelos quais espera conseguir R$ 150 milhões. E acredita que reduzirá o endividamento à metade já neste ano.
Para Felipe Tadewald, especialista em renda variável da casa de análise financeira Suno Research, porém, os números dos negócios estão superestimados. Hoje, a empresa fabrica 4 mil armas por dia, trabalhando com capacidade de produção praticamente plena.
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado
Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais
Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo
Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos
Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil