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Afinamento do discurso e gás na reforma da Previdência animaram os investidores neste começo de semana. Mas até quando?
O mercado quer acreditar. A frase que marcou a série Arquivo X (adaptada ao nosso contexto) é uma das mais citadas nas reuniões de pauta aqui do Seu Dinheiro para justificar o comportamento dos investidores desde que Bolsonaro despontou como favorito nas eleições presidenciais.
Na série que passava na Record e na Fox nos anos 1990, os agentes Fox Mulder e Dana Scully investigam casos envolvendo fenômenos paranormais, muitas vezes vencendo as resistências dentro do próprio FBI.
Na nossa versão de Arquivo X, Bolsonaro apareceu nas primeiras temporadas do lado das corporações que rejeitavam temas como a reforma da Previdência e privatizações.
Mas o capitão evoluiu e, desde que apresentou Paulo Guedes como o seu “posto Ipiranga” para assuntos econômicos, o mercado passou a acreditar na viabilidade do governo.
Foi esse otimismo que tirou o Ibovespa dos 74 mil pontos em meados de setembro passado para os quase 100 mil de agora.
Só que a confiança deu uma desgastada ao longo do mês passado, quando Bolsonaro escondeu a chamada nova Previdência de seus tuítes, e quase desandou no Carnaval depois do episódio do “golden shower”.
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Mas bastou o governo retomar o caminho de articulação no Congresso e Paulo Guedes reaparecer nos holofotes para o mercado voltar a acreditar. E não se trata apenas de discurso já que, na linguagem do mercado, acreditar significa colocar dinheiro.
Foi esse dinheiro na compra de ações que fez o Ibovespa dar um salto de quase 3% hoje. O cenário externo mais favorável também ajudou a reduzir a pressão sobre o dólar. Saiba tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira na nossa cobertura.
Outra frase conhecida de Arquivo X é: “não confie em ninguém”. Apesar do clima de otimismo generalizado hoje, em termos práticos, nada de novo aconteceu desde o fim da semana passada. Os pontos polêmicos da reforma da Previdência são os mesmos, as dificuldades na articulação são as mesmas e os problemas do governo também. Ou seja, ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte. O Eduardo Campos fez uma análise sobre os passos que o governo ainda precisa dar para transformar a confiança dos investidores em realidade. Vale a leitura.
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Os investidores se jogaram como formiga no açúcar sobre a oferta de debêntures da Rumo, encerrada na semana passada. Foram R$ 600 milhões captados com a emissão, acima dos R$ 500 milhões previstos inicialmente. A taxa de juros que a empresa ferroviária vai pagar ficou em IPCA mais 4,50% ao ano, abaixo do teto de até 5,05% ao ano. Embora menor, o rendimento ficou acima do título público com prazo semelhante, e ainda por cima é isento de imposto de renda. Saiba mais sobre a oferta.
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