O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Queda real (já descontada a inflação) foi de 0,58% na comparação com o mesmo mês de 2018; em relação a fevereiro deste ano, baixa foi de 5,24%
A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 109,854 bilhões em março, uma queda real (já descontada a inflação) de 0,58% na comparação com o mesmo mês de 2018. Em relação a fevereiro deste ano, houve queda real de 5,24%. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira, 24, pela Receita Federal.
O valor arrecadado foi o pior desempenho para meses de março desde 2017. O resultado veio dentro do intervalo de expectativas de 23 instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast, que ia de R$ 109 bilhões a R$ 122 bilhões, mas abaixo da mediana, de R$ 114,2 bilhões.
No primeiro trimestre deste ano, a arrecadação federal somou R$ 385,341 bilhões, o melhor desempenho para o período desde 2014.
O montante ainda representa avanço real de 1,09% na comparação com igual período do ano passado.
As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 23,212 bilhões entre janeiro e março deste ano, valor maior do que em igual período do ano passado, quando ficou em R$ 20,741 bilhões. Apenas no mês de março, as desonerações totalizaram R$ 8,121 bilhões, também acima do que em março do ano passado (R$ 6,966 bilhões).
Só a desoneração da folha de pagamentos custou aos cofres federais R$ 724 milhões em março e R$ 2,190 bilhões no acumulado do ano.
Leia Também
Já as reduções do PIS/Cofins sobre o diesel e da Cide, dadas no ano passado após a greve dos caminhoneiros, acumulam custo de R$ 1,280 bilhão e 377 milhões respectivamente.
De acordo com o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros do órgão, Claudemir Malaquias, a queda real na arrecadação de março veio dentro das projeções da Receita. Ele lembrou que, no mês passado, o governo já revisou para baixo as previsões para o ano.
Malaquias destacou ainda que, sem fatores excepcionais que inflaram a arrecadação em março de 2018 - como a arrecadação com Refis - a arrecadação ficaria praticamente estável no mês passado, com 0,09% de queda.
A arrecadação das receitas administradas por outros órgãos, composta principalmente por royalties de petróleo, continua crescendo, mas em ritmo menor. No primeiro trimestre, o crescimento real foi de 18,44% (R$ 14,175 bilhões), enquanto em março a alta foi de apenas 0,69% (R$ 1,942 bilhão).
A alta de 13,07% na arrecadação do Imposto de Renda e da Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL) no primeiro trimestre é um termômetro do desempenho das empresas neste período, afirmou Malaquias.
De acordo com dados da Receita, o recolhimento do setor financeiro, no entanto, caiu 7,34% neste mesmo período. Apesar disso, Malaquias disse que ainda não é possível falar em uma queda na atividade do setor, já que a arrecadação total das entidades financeiras cresceu 8,31% no trimestre.
Em relação ao crescimento das desonerações tributárias, que aumentaram R$ 2,471 bilhões no primeiro trimestre, Malaquias disse que a alta está atrelada à atividade econômica. "Os benefícios fiscais estão sendo revistos pelo governo", completou.
*Com Estadão Conteúdo.
Entenda os pontos sob investigação e o que o empresário diz sobre sua relação com o banco
O indicador da atividade industrial foi um dos que registrou as maiores altas; veja como a divulgação movimenta o mercado hoje
Entenda como a China está mudando a percepção sobre energia nuclear e explorando novas tecnologias com seu ‘sol artificial’
Confira os 6 melhores locais para se refugiar das altas temperaturas da estação mais quente do ano
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela segunda vez na semana. Com isso, a Quina promete o maior prêmio desta sexta-feira (16).
Relatório da Global X compilou as tendências globais dos próximos anos e fala como os ETFs podem viabilizar a participação nesses investimentos
Avesso aos holofotes, o empresário morreu aos 45 anos após lutar contra um câncer e deixou como último grande projeto a Cidade Center Norte
O Orçamento aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
A corretora atua no setor financeiro e de câmbio desde 1999 e possui filial nos Estados Unidos
Os ganhadores do concurso 3587 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica
Segunda etapa da Operação Compliance Zero recolhe dinheiro vivo, bens de luxo e bloqueia R$ 5,7 bilhões em investigação sobre o Banco Master
Aumento de 4,26% segue a inflação acumulada em 12 meses medida pelo IPCA
Lula também lançou a Plataforma Digital da Reforma Tributária, a nova infraestrutura digital que dará sustentação ao sistema brasileiro
O vencedor do BBB 26 levará para casa o dobro do valor da última edição
O reator experimental de fusão nuclear da China bate recordes, desafia limites da física e reforça a corrida global por uma fonte potencialmente ilimitada de energia
As ordens judiciais têm como alvos endereços ligados ao banco e ao empresário nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro