O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados divulgados pelo Tesouro mostram que o Governo Central acumula déficit de R$ 9,3 bilhões nos três primeiros meses do ano, queda de 32%. Segundo secretário do Tesouro, essa melhora é temporária
O governo central, que reúne o Tesouro, o Banco Central e o INSS, fechou o primeiro trimestre do ano com déficit de R$ 9,3 bilhões, menor que os R$ 12,9 bilhões vistos em igual período do ano passado.
O resultado do trimestre, é composto por um esforço fiscal de R$ 42,2 bilhões do Tesouro e BC que é consumido pelos R$ 51,5 bilhões de déficit da Previdência Social (regime geral). No primeiro trimestre do ano passado, o déficit previdenciário foi de R$ 49,3 bilhões.
Em nota, o Tesouro destaca que a queda do déficit no trimestre reflete a redução da despesa primária, pois a receita se manteve praticamente estável.
Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, é muito importante destacar que a queda do déficit é temporária, pois o programado para o ano é de R$ 139 bilhões de déficit. Em 2018, o déficit foi de R$ 120 bilhões. "Estimamos piora do déficit em comparação com o ano passado", lembrou
O déficit total projetado para a Previdência, considerando regime geral, regime próprio dos servidores civis e militares é de R$ 315 bilhões.
Para o Tesouro, é evidente que o processo de ajuste fiscal exigirá cada vez mais uma mudança nas despesas obrigatórias, onde a Previdência se apresenta como maior componente, seguido de gastos com pessoal.
Leia Também
“A superação do desafio fiscal passa, necessariamente, por reformas que estabilizem a dinâmica de crescimento das despesas obrigatórias, o que exige o esforço conjunto de toda a sociedade brasileira. Neste e nos próximos três anos, isso significa um corte da despesa primária de pelo menos 2 pontos percentuais no mandato atual apenas para cumprir a regra do teto dos gastos”, diz o Tesouro.
No mês de março, o déficit primário ficou em R$ 21,1 bilhões em comparação com R$ 24,5 bilhões em março do ano passado. Segundo o Tesouro, o mês concentra gastos maiores com abono salarial e pagamento de sentenças judiciais e precatórios.
No mês, o Tesouro e o BC tiveram superávit de R$ 1,5 bilhão, mas a Previdência encerrou com déficit de R$ 22,6 bilhões.
Mansueto lembra que o excesso de vinculações da receita provoca o chamado empoçamento de recursos, que são autorizados, mas não realizados, que estavam na casa dos R$ 11,8 bilhões em março. Então, temos algo como R$ 12 bilhões “sobrando” que não podem ser manobrados para outras despesas, obrigando o governo a contingenciar recursos de forma linear. Neste ano, contingenciamento foi de R$ 30 bilhões.
Mansueto chama atenção para o crescimento das despesas obrigatórias e para a falta de espaço para redução do gasto discricionário, que já penalizam demais o investimento público em um país que já investe pouco.
Desde março de 2010, houve redução real de 2,6% das despesas discricionárias, enquanto os gastos obrigatórios cresceram 38,1% em termos reais.
Segundo Mansueto, estamos chegando em um nível muito crítico de despesas discricionárias, o problema terá de ser enfrentado revisando o gasto obrigatório.
Neste ano, da despesa total programada de R$ 1,412 trilhão, 67,7% são indexadas, com regras próprias de reajustes, como benefícios previdenciários. Só o crescimento desses gastos soma cerca de R$ 60 bilhões no ano, mesmo valor que há de espaço para o crescimento da despesa total do ano.
Como a maior parte das despesas obrigatórias é indexada à inflação, a manutenção de índices baixos é ponto relevante para as contas públicas. Como exemplo, para cada elevação de 1 ponto no INPC há um aumento de R$ 7,3 bilhões nas despesas primárias. Já uma redução do IPCA, por exemplo, promove uma queda de R$ 14,1 bilhões no Teto de Gastos.
Mansueto anunciou que o Tesouro Direto, sistema que permite a negociação de títulos públicos pela internet, bateu a marca de 1 milhão de investidores ativos.
Segundo o Mansueto, três fatores explicam o crescimento da base. A melhora do programa desde 2014, aumento da divulgação junto a formadores de opinião e a redução das taxas pelos bancos para aplicações via programa.
A marca, segundo Mansueto, foi atingida na semana passada, pois em março, o número de investidores ativos tinha chegado a 949.850. O número de investidores cadastrados está em 3,8 milhões.
Ainda de acordo com Mansueto, o Tesouro Direto tem crescido muito, com as pessoas, ao invés de investir na poupança ou em algum banco, aplicando diretamente no Tesouro Direto.
Mansueto lembrou que o déficit primário do ano é projetado em R$ 139 bilhões. Com o leilão do pré-sal, o governo deve obter, liquidamente, R$ 76 bilhões, o que pode ajudar a reduzir o déficit primário do ano.
Zerar o déficit foi uma "promessa" do ministro Paulo Guedes, mas condicionada a privatizações, reformas e leilões de petróleo. Questionado sobre essa fala de Guedes, Mansueto disse não se lembrar de tal promessa, tirando risos dos presentes no auditório do Ministério da Economia. Ele mesmo também riu.
No lado financeiro, o secretário lembrou que o BNDES tem estudos para devolver mais de R$ 100 bilhões em empréstimos ao Tesouro. Esse dinheiro não transita pelas contas primárias.
Segundo Mansueto, esses dois eventos têm impacto de a 2,7 pontos do PIB em redução de dívida bruta, equivalente à economia com superávit primário. Esses eventos ajudariam a fechar o ano com uma dívida pública estabilizada.
Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora
As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos são gratuitas; confira os detalhes
Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana
Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio
Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista
Conteúdo apreendido pela PF detalha reunião de Vorcaro com Anitta e empresários do setor de bets
Lula convence Fernando Haddad à candidatura do governo de São Paulo e presidente anuncia Dario Durigan como o novo ministro da Fazenda
Entidades apoiam medida do governo que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e cria regras mais rígidas para o pagamento aos caminhoneiros
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades