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Camille Loyo Faria assume Finanças e RI; já Antonio Reinaldo Rabelo Filho será diretor jurídico. Ele ocupa o cargo que antes era do diretor presidente Eurico Teles.

Em recuperação judicial desde 2016, com dívidas que chegaram a atingir R$$ 65 bilhões, a Oi anuncia nesta quinta-feira (31) novos diretores de Finanças e de Relações com Investidores e da área jurídica.
Segundo a companhia, Camille Loyo Faria assume Finanças e RI no lugar de Carlos Augusto Machado Pereira de Almeida Brandão. Já Antonio Reinaldo Rabelo Filho será o novo diretor jurídico. Ele ocupa o cargo que antes era do diretor presidente Eurico Teles.
Camille foi diretora de Energia, Tecnologia/Mídia/Telecom e Indústrias no Bank of America Merrill Lynch, instituição pela qual estava ligada à companhia como advisor financeiro nos processos de vendas de ativos. Antonio Rabelo é advogado.
A empresa diz que Rabelo, por seu escritório, exerceu "relevante papel no processo de recuperação judicial" da Oi, atuando na negociação com credores nacionais e internacionais do grupo. Ele foi ainda representante internacional (foreign representative) da RJ da Oi nas Cortes de Nova Iorque e Reino Unido, diz a empresa.
No pregão desta quarta-feira (30) os papeis ON da Oi (OIBR3) terminaram o dia cotados a R$ 0,94 - a baixa no ano é da ordem de 24%. Já os papeis PN da companhia acumulam ganhos de 6,35%, a R$ 1,34. Veja como deve ser o dia dos mercados na Bula.
O futuro da Oi passa por momentos de especulação nos últimos anos, por conta do estado de recuperação judicial. A tele é alvo de boatos a respeito de uma possível compra de seus ativos a todo momento.
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Mas, de concreto, o marco mais significativo nos últimos meses foi a aprovação do projeto que atualiza o marco legal das telecomunicações no País. O texto deve beneficiar a operadora de telefonia Oi.
Analistas do mercado dizem que, com o acordo, os investidores tem melhor visibilidade sobre a regulamentação e, consequentemente, das operações da Oi.
O novo marco atualiza a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e permite que as empresas que fornecem serviços de telefonia fixa migrem do regime de concessões para o de autorizações, em que há preços livres, já praticado nos serviços de telefonia celular, TV por assinatura e internet.
As empresas, com essa mudança, não precisam mais assumir obrigações como a universalização dos serviços e a instalação de orelhões. Em troca, assumem compromissos de investimentos e ficam com os bens reversíveis das concessões, estimados em cerca de R$ 20 bilhões pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
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