🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Mercados

Só a reforma da Previdência não basta, gestores querem ver crescimento

Pesquisa do Bank of America Merrill Lynch mostra que enquanto aguardam reformas e melhora da atividade, menos gestores planejam elevar sua exposição ao Ibovespa

Bandeira do Brasil com moedas na frente
Imagem: Positiffy/Shutterstock

Os investidores consultados mensalmente pelo Bank of America Merrill Lynch seguem otimistas quanto à aprovação da reforma da Previdência, mas estimam como satisfatório um impacto de R$ 700 bilhões em dez anos, acima do R$ 500 bilhões da pesquisa anterior. No entanto, isso não é suficiente para que a visão com relação ao Brasil fique mais positiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apenas 6% dos gestores acreditam que a reforma da Previdência é suficiente, contra 21% da pesquisa de abril. E quase metade deles aponta que precisam ver crescimento econômico para melhorar o sentimento com relação ao país.

No curto prazo, no entanto, esse condição não deve ser atendida. Os dados de atividade continuam decepcionando e até o Banco Central (BC) já admitiu que o PIB do primeiro trimestre deve decepcionar, culpa da elevada incerteza que freia os investimentos.

Esse modo de “espera” pela reforma e crescimento está pesando sobre as perspectivas para o Ibovespa e para o mercado de câmbio. Apenas 35% planejam elevar a exposição ao mercado de ações, resultado em linha com a média história, depois de picos de 50% no fim do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para 41%, o Ibovespa estará acima dos 110 mil pontos no fim do ano, contra 50% no mês passado. Dólar entre R$ 3,81 e R$ 4 é a previsão para mais de 40% dos gestores, e aumentou de 3% para 9% aqueles que tralham com câmbio acima de R$ 4.

Leia Também

NOVO RECORDE

Petrobras (PETR4) supera R$ 700 bilhões em valor de mercado, o maior da história. O que impulsionou a ação?

BOM HUMOR NA BOLSA

Às vésperas das eleições, só 8 ações do Ibovespa caíram na semana. Hapvida (HAPV3) e outras 6 têm alta de dois dígitos

Para a taxa básica de juros, a Selic, aumentou de cerca de 60% para mais de 70% o percentual de gestores que trabalham como juro entre 6% e 6,5%.

Para o BofA Merrill Lynch, depois de meses de aumento de posição, com R$ 27 bilhões entrando para os fundos locais desde as eleições, os níveis de caixa estão no menor patamar da série, sugerindo uma pausa em novas alocações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os investidores também se mostram mais cautelosos, com 41% dos participantes dizendo estar tomando medidas de proteção (hedge) contra uma queda acentuada no mercado. Resultado acima da média histórica de 31%.

Pesquisa global

A sondagem com gestores globais captou um elevado nível de proteção contra quedas abruptas do mercado. Cerca de 30% os investidores tomaram alguma medida de hedge visando os próximos três meses, maior patamar da série histórica.

Para esses gestores, o Federal Reserve (Fed), banco central americano, só voltaria a cortar os juros com o S&P abaixo dos 2.305 pontos (atualmente está na linha dos 2.800 pontos).

Os investidores também não esperam uma alta nas taxas de juros. Para 70% as taxas americanas devem continuar entre 2% e 3% ao ano ao longo do próximo ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No lado corporativo, os investidores seguem ampliando o otimismo com o resultado das empresas, apenas 1% trabalha com queda de resultados nos próximos 12 meses.

O ciclo de crédito segue como principal preocupação, com 41% dos respondentes acreditando que os balanços das empresas estão muito alavancados.

Os gestores estão com maiores posição em caixa e menos expostos aos mercados globais de ações. Os mercados emergentes seguem liderando a preferência, com 34% de “overweight” (acima da média).

Liderando a lista de riscos, está a guerra comercial, com 37% das indicações, seguida de uma desaceleração na China (16%) e pelo cenário político nos EUA (12%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 9 de maio com 250 gestores responsáveis por US$ 687 bilhões em ativos. Na pesquisa global foram 195 entrevistados, com US$ 588 bilhões, e nas pesquisas regionais, foram 125 gestores com US$ 262 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 1 de outubro de 2026 - 11:32
Montagem do real no mapa dos EUA e uma placa com Ibovespa e setas apontando para cima 30 de setembro de 2026 - 17:49
Imagem criada por IA traz um mapa da América Latina, com uma lupa sobre ele e notas de dólares caindo do céu 28 de setembro de 2026 - 18:45
Especialistas discutem visão para bolsa, renda fixa e crédito durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 18:08
fundos imobiliários fiis iguatemi vinci (1) 24 de setembro de 2026 - 13:02
Nota de dólar queimando 23 de setembro de 2026 - 18:33
Logo da Dasa sobre imagem de enfermaria de hospital 22 de setembro de 2026 - 19:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar