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Descontando a inflação esperada dessa projeção para a Selic, temos juro real próximo de zero. Na verdade, um toquinho de 0,14% ao ano
Causou certo debate entre meus amigos de mercado a atualização de projeção para a Selic feita pelo time do Itaú Asset Management. A casa responsável pela gestão de recursos do grupo reduziu de 4,75% para 4% o juro básico no fim de 2019, e cortou de 4,5% para 3,75% a taxa no encerramento de 2020.
A projeção para o ano implica em uma aceleração no ritmo de redução de meio ponto para dois cortes de 75 pontos-base nos encontros de outubro e dezembro do Comitê de Política Monetária (Copom). Atualmente o juro básico está em 5,5% ao ano.
Com relação aos cortes de 2020, não temos pistas de como eles ocorreriam ao longo do ano. Mas tal prognóstico de juro a 3,75% implica que passaríamos a trabalhar com um juro real (descontando da inflação espera) próximo de zero. Na verdade, teríamos um toquinho de juro real de 0,14% ao ano. Atualmente estamos ao redor de 1% de juro real. Olha o desafio de rentabilizar nossos investimentos em um ambiente desses. Só para dar um parâmetro, quando o BC começou a reduzir a Selic de 14,25% em outubro de 2016, o juro real estava ao redor de 7%.
Juro baixo, com inflação nas metas é um cenário a se comemorar, mas que vai exigir cada vez mais dedicação dos investidores. Deixo umas dicas de leitura sobre investimentos com Selic nesses patamares. Há dicas para investidores conservadores e para os de perfil mais arrojado. Também deixo como sugestão o nosso e-book sobre investimentos em bolsa de valores. Além desse guia completo sobre investimentos em ações.
De volta às projeções, no lado da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que baliza o regime de metas, fecha 2019 em 3,3% e sobe a 3,6% em 2020. As metas são de 4,25% para este ano e de 4% para o seguinte. Isso considerando dólar de R$ 4,10 neste ano e de R$ 4,20 no próximo.
No lado do crescimento, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 1% agora em 2019 e dar um salto para 3% em 2020 (era 2,8% anteriormente, já acima da mediana do mercado).
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Na segunda-feira, quem chamou a atenção foi a equipe do Itaú Unibanco, que revisou projeção de juro básico de 5% para 4,5% em 2019 e para 4% em 2020. Até então, o banco acreditava em 5% para os dois anos.
Também na segunda-feira, o Banco Fibra apresentou sua projeção de Selic a 4% no fim do ano que vem, não descartando juro ainda menor.
Por trás dessas projeções está a convicção de uma inflação comportada, expectativas ancoradas nas metas, continuidade do processo de ajuste fiscal e de um crescimento econômico muito aquém do potencial.
Comentamos que atividade claudicante e inflação rastejando abaixo das metas levaria o mercado a uma corrida para ver quem projeta a Selic mais baixa. Quem terá de arbitrar essa corrida e balizar as expectativas é o próprio Banco Central (BC) por meio de sua comunicação.
Outro desafio que recai sobre o BC é explicar como que com o custo do dinheiro em 5% AO ANO ou menos, as taxas aos consumidores finais beiram os 5% AO MÊS, quando não 10% ou mais dependendo do produto.
Há um trabalho em marcha para aumento da competição no setor financeiro e melhorar as garantias nas operações de crédito. Mas alguns pontos ainda avançam muito lentamente, como elevada tributação, baixa recuperação em caso de calote e falta de um entendimento jurídico único sobre casos de inadimplência.
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