O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Se você acompanha esta newsletter há mais tempo, sabe que eu gosto de investimentos imobiliários. Mas volta e meia alguém tenta desafiar minhas convicções. Esses dias um amigo provocador me falou: “se você vender tudo e aplicar na renda fixa ganha mais”. Ouvi e fiz duas ponderações:
1 - O cálculo está certo?
Um erro comum nesta avaliação é comparar o rendimento do aluguel com o da renda fixa e desconsiderar os ganhos com valorização imobiliária. É bem verdade que a forma de estabelecer o valor de um imóvel não é lá uma ciência exata e, portanto, essa informação nunca é uma verdade incontestável.
Mesmo assim, dependendo do prazo e dos índices que forem comparados, a conta pode até fechar. OK, não discuto com números. Então vamos ao segundo “porém”...
2 - Você quer lucrar como a média?
Existem centenas de índices e taxas que são referências para a rentabilidade de investimentos. O CDI é o mais usado para aplicações de renda fixa, enquanto o Ibovespa é uma boa métrica para comprar carteiras de ações. Mas, é claro, cada investidor ganha mais ou menos que eles dependendo dos seus investimentos.
Leia Também
Eu sei que você quer ganhar mais! Penso o mesmo, meu amigo. E é por isso que mantenho minha convicção de que investir no mercado imobiliário é uma boa, seja em fundos ou diretamente. As oportunidades estão por aí e dá para ganhar bem mais do que a média.
Não acredita em mim? A Julia Wiltgen mergulhou nos resultados dos fundos imobiliários no ano passado. O índice que mede o retorno médio deles subiu pífios 5,6%, abaixo do CDI. Essa é a média... Quem se deu bem mesmo conseguiu retornos da ordem de 30%. Veja todos os detalhes na reportagem completa da Julia. Recomendo muito a leitura!

Jeff Bezos ganhou os holofotes recentemente pelo seu divórcio, um enredo de novela que envolve puladas de cerca com a esposa do amigo e cifras bilionárias. Só que o romance deve ficar em segundo plano nesta sexta-feira. A Amazon, de Bezos, fechou o 4º trimestre do ano passado com nada menos do que um lucro líquido de US$ 3,02 bilhões. O crescimento de 20% nas vendas ajudaram (e muito) no resultado final da companhia. As ações da Amazon dispararam no after market da bolsa americana. Não sei qual será o desfecho do divórcio do casal Bezos, mas ambos têm motivo para comemorar hoje. Os números estão aqui.

O Conselho Monetário Nacional veio com uma notícia animadora para quem investe em Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). A partir de agora, os bancos poderão atuar de forma mais livre nas emissões das suas letras e garantir melhores retornos aos investidores. Isso porque o conselho eliminou a norma que obrigava as instituições a destinarem uma parte do valor captado para operações com juros até 8,5% ao ano, o que, na prática, limitava os ganhos. O Eduardo Campos preparou uma matéria que explica mais sobre essa história.
As reuniões entre os Estados Unidos e a China para tentar colocar um fim, ou ao menos amenizar a guerra tarifária, chegaram ao fim ontem. No fim, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que precisaria de uma reunião com o próprio presidente chinês, Xi Jinping, para tentar resolver maiores impasses. Por enquanto, a situação continua a mesma e o mercado está desconfiado. Leia mais
O desenrolar do cenário político nacional volta a ganhar peso hoje. Aliás, hoje é o primeiro dia do novo Congresso Nacional, que chega fragmentado partidariamente e conservador nos valores. Tudo indica que Congresso caminha para ter a mesma “cara”, com Rodrigo Maia e Renan Calheiros à frente das casas legislativas.
O mercado financeiro estava esperando ansiosamente pela abertura do Congresso. É que lá será votada a tão esperada reforma da Previdência. A partir de agora, os investidores vão “medir” a temperatura na Casa e reagir a cada sinal de “agora vai (ou não vai)” para a votação da proposta.
Lá fora, a ausência de um acordo claro entre EUA e China acabou decepcionando o mercado apesar do presidente Donald Trump dizer que as conversas tinham ‘ido bem’. Agora, a esperança é de que o impasse se resolva após um encontro do líder americano com o presidente chinês, Xi Jinping, ainda sem uma data para ocorrer.
Ontem, o Ibovespa fechou o último pregão de janeiro em alta de 0,41%, 97.393 com pontos. O dólar recuou 0,99%, a R$ 3,65. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje!
Um grande abraço e ótima sexta-feira!
Índices
- IBGE divulga dados da produção industrial em dezembro
- Ministério da Economia divulga balança comercial de janeiro
- Zona do euro divulga inflação preliminar em janeiro
- Estados Unidos divulgam taxa de desemprego em janeiro
- Markit divulga PMIs da Alemanha, Reino Unido, Estados - Unidos, Brasil e zona do euro em janeiro
Balanços 4º trimestre de 2018
- Lá fora: Deutsche Bank, Merck & Co., ExxonMobil e Chevron
Política
- No primeiro dia do ano legislativo, Senado e Câmara dos Deputados elegem seus presidentes
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela