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Na terça-feira da semana passada (14), escrevi por aqui que pensava em comprar BOVA11, o fundo de índice que tem o Ibovespa como referência. Nas seguintes palavras: “se eu tiver uma brecha entre uma confusão e outra aqui na redação, vou aproveitar a maré baixa para comprar um pouco de BOVA11. Se você ainda acredita no potencial da bolsa de valores e tiver estômago para aguentar os solavancos do mercado, talvez a maldição de maio seja uma 'benção' e um bom ponto de entrada.”
Aquele dia não deu trégua para mim e esqueci completamente do BOVA11.
No dia 14, o Ibovespa fechou aos 92.092 pontos. Chegou a cair mais alguns dias depois e foi abaixo de 90 mil pontos. E nessa hora eu poderia pensar: “ainda bem que eu não comprei”. Nada disso. Ainda estou lamentando… Ontem o Ibovespa fechou em 94.485 pontos.
O índice deu um rápido mergulho e logo voltou. Eu fiquei de fora, mas muita gente graúda aproveitou a queda recente para colocar a bolsa no bolso. O gestor Marcos Mollica, do Opportunity, por exemplo, ampliou a posição comprada em Bolsa e vendida em dólar.
Em entrevista exclusiva ao repórter Eduardo Campos, contou sua estratégia. Ele entende que não é hora de abraçar uma posição e ficar esperando o cenário se materializar. A conjuntura política brasileira e as incertezas da economia internacional prometem muitos altos e baixos do mercado.
Em outras palavras: o gestor do Opportunity quer aproveitar a volatilidade do mercado para ganhar dinheiro. Afinal, o sobe e desce da bolsa abre uma série de oportunidades para aquele trade clássico: comprar na baixa e vender na alta. Se você tem estômago forte, respire fundo e embarque na montanha-russa.

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Não durou muito a alegria da Taurus, que ontem divulgou que o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 7 dava margem para que pessoas comuns comprassem o fuzil T4, de uso exclusivo de militares e das Forças Armadas. Segundo a empresa, mais de 2 mil clientes já estavam na fila para levar um fuzil para casa. As ações da Taurus embarcaram em um rali após o decreto de Bolsonaro. Só que agora ele foi alterado justamente para vetar o armamento pesado para civis. Fique de olho nas ações da Taurus hoje.
O governo chegou a uma solução para a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. A Valid, empresa de capital aberto, será responsável pela diagramação, manuseio, embalagem, rotulagem e entrega aos Correios dos cadernos de provas e instrumentos de aplicação do exame. A solução veio após polêmicas envolvendo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) - que teve quatro presidentes desde a posse de Jair Bolsonaro - e a falência da Gráfica RR Donnelley, responsável até então pelas impressões. Os detalhes da negociação e a reação do mercado você confere aqui.
Com a saída iminente da Avianca, há novas empresas de olho no setor aéreo brasileiro. Na tarde de hoje, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve avaliar um pedido da Air Europa para operar voos domésticos no País. Só que há ainda um entrave regulatório: hoje a legislação veta companhias aéreas estrangeiras no país. A MP que libera o setor para os estrangeiros passou ontem na Câmara, mas ainda precisa ser aprovada pelo Senado.
Numa tentativa de demonstrar que o Congresso tem agenda econômica própria, a Câmara dos Deputados decidiu levar adiante sua própria reforma tributária. Sem aguardar o texto em elaboração pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, os deputados querem votar hoje a admissibilidade da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No entanto, Maia (que ontem rompeu publicamente com o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo) tem um acordo com Guedes para que a discussão sobre impostos só chegue ao plenário após a votação da reforma da Previdência.

A movimentação intensa em Brasília, com a votação de diversas medidas na Câmara, cria expectativas para o andamento da reforma da Previdência e ajuda a criar um ambiente mais favorável aos negócios.
Os deputados parecem mais dispostos a apreciar medidas de interesse do Executivo. Ontem, foi aprovada a MP que libera a participação de 100% de capital estrangeiro na aviação. A expectativa hoje está na votação da MP 870, que reestrutura o número de ministérios. Na CCJ da Câmara, a reforma tributária deve avançar, mesmo sem ouvir a posição do governo sobre a pauta.
Enquanto isso, o exterior pode acabar minando o otimismo local. As idas e vindas da guerra comercial confirmam a percepção de que a disputa pode terminar sem vencedores, inibindo o apetite por ativos de risco. Os índices futuros amanheceram no vermelho em Nova York e as bolsas asiáticas operaram com cautela.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com alta de 2,76%, aos 94.484,63 pontos, o melhor pregão em dois meses. O dólar encerrou a sessão com queda de 1,36%, a R$ 4,0478. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Índices
- CNI divulga dados da indústria brasileira em abril
- Reino Unido divulga inflação de abril
- Banco Central divulga dados semanais sobre o fluxo cambial
Mercados
- Cade faz sessão ordinária em Brasília e pode votar caso envolvendo Petrobras e Comgás
Bancos Centrais
- Fed divulga ata de sua última reunião de política monetária
Política
- Comissão especial da reforma da Previdência na Câmara faz audiência pública sobre a aposentadoria rural
- CCJ da Câmara deve votar proposta de reforma tributária
- Theresa May responde a perguntas no Parlamento
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
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Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
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