Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Aproveite a montanha-russa

Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã

22 de maio de 2019
10:31 - atualizado às 19:03
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Na terça-feira da semana passada (14), escrevi por aqui que pensava em comprar BOVA11, o fundo de índice que tem o Ibovespa como referência. Nas seguintes palavras: “se eu tiver uma brecha entre uma confusão e outra aqui na redação, vou aproveitar a maré baixa para comprar um pouco de BOVA11. Se você ainda acredita no potencial da bolsa de valores e tiver estômago para aguentar os solavancos do mercado, talvez a maldição de maio seja uma 'benção' e um bom ponto de entrada.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aquele dia não deu trégua para mim e esqueci completamente do BOVA11.
No dia 14, o Ibovespa fechou aos 92.092 pontos. Chegou a cair mais alguns dias depois e foi abaixo de 90 mil pontos. E nessa hora eu poderia pensar: “ainda bem que eu não comprei”. Nada disso. Ainda estou lamentando… Ontem o Ibovespa fechou em 94.485 pontos.

O índice deu um rápido mergulho e logo voltou. Eu fiquei de fora, mas muita gente graúda aproveitou a queda recente para colocar a bolsa no bolso. O gestor Marcos Mollica, do Opportunity, por exemplo, ampliou a posição comprada em Bolsa e vendida em dólar.

Em entrevista exclusiva ao repórter Eduardo Campos, contou sua estratégia. Ele entende que não é hora de abraçar uma posição e ficar esperando o cenário se materializar. A conjuntura política brasileira e as incertezas da economia internacional prometem muitos altos e baixos do mercado.

Em outras palavras: o gestor do Opportunity quer aproveitar a volatilidade do mercado para ganhar dinheiro. Afinal, o sobe e desce da bolsa abre uma série de oportunidades para aquele trade clássico: comprar na baixa e vender na alta. Se você tem estômago forte, respire fundo e embarque na montanha-russa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia Também

Olho na Taurus

Não durou muito a alegria da Taurus, que ontem divulgou que o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 7 dava margem para que pessoas comuns comprassem o fuzil T4, de uso exclusivo de militares e das Forças Armadas. Segundo a empresa, mais de 2 mil clientes já estavam na fila para levar um fuzil para casa. As ações da Taurus embarcaram em um rali após o decreto de Bolsonaro. Só que agora ele foi alterado justamente para vetar o armamento pesado para civis. Fique de olho nas ações da Taurus hoje.

Ficou com a Valid

O governo chegou a uma solução para a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. A Valid, empresa de capital aberto, será responsável pela diagramação, manuseio, embalagem, rotulagem e entrega aos Correios dos cadernos de provas e instrumentos de aplicação do exame. A solução veio após polêmicas envolvendo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) - que teve quatro presidentes desde a posse de Jair Bolsonaro - e a falência da Gráfica RR Donnelley, responsável até então pelas impressões. Os detalhes da negociação e a reação do mercado você confere aqui.

À espera da autorização para voar

Com a saída iminente da Avianca, há novas empresas de olho no setor aéreo brasileiro. Na tarde de hoje, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve avaliar um pedido da Air Europa para operar voos domésticos no País. Só que há ainda um entrave regulatório: hoje a legislação veta companhias aéreas estrangeiras no país. A MP que libera o setor para os estrangeiros passou ontem na Câmara, mas ainda precisa ser aprovada pelo Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reforma do Centrão

Numa tentativa de demonstrar que o Congresso tem agenda econômica própria, a Câmara dos Deputados decidiu levar adiante sua própria reforma tributária. Sem aguardar o texto em elaboração pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, os deputados querem votar hoje a admissibilidade da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No entanto, Maia (que ontem rompeu publicamente com o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo) tem um acordo com Guedes para que a discussão sobre impostos só chegue ao plenário após a votação da reforma da Previdência.

A Bula do Mercado: foco na agenda positiva

A movimentação intensa em Brasília, com a votação de diversas medidas na Câmara, cria expectativas para o andamento da reforma da Previdência e ajuda a criar um ambiente mais favorável aos negócios.

Os deputados parecem mais dispostos a apreciar medidas de interesse do Executivo. Ontem, foi aprovada a MP que libera a participação de 100% de capital estrangeiro na aviação. A expectativa hoje está na votação da MP 870, que reestrutura o número de ministérios. Na CCJ da Câmara, a reforma tributária deve avançar, mesmo sem ouvir a posição do governo sobre a pauta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, o exterior pode acabar minando o otimismo local. As idas e vindas da guerra comercial confirmam a percepção de que a disputa pode terminar sem vencedores, inibindo o apetite por ativos de risco. Os índices futuros amanheceram no vermelho em Nova York e as bolsas asiáticas operaram com cautela.

Ontem, o Ibovespa fechou o dia com alta de 2,76%, aos 94.484,63 pontos, o melhor pregão em dois meses. O dólar encerrou a sessão com queda de 1,36%, a R$ 4,0478. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Agenda

Índices
- CNI divulga dados da indústria brasileira em abril
- Reino Unido divulga inflação de abril
- Banco Central divulga dados semanais sobre o fluxo cambial

Mercados
- Cade faz sessão ordinária em Brasília e pode votar caso envolvendo Petrobras e Comgás

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bancos Centrais
- Fed divulga ata de sua última reunião de política monetária

Política
- Comissão especial da reforma da Previdência na Câmara faz audiência pública sobre a aposentadoria rural
- CCJ da Câmara deve votar proposta de reforma tributária
- Theresa May responde a perguntas no Parlamento

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

RESULTADO

Bradesco (BBDC4): lucro de R$ 6,8 bilhões no 1T26 mostra que a recuperação está de pé — dá para acelerar?

6 de maio de 2026 - 18:03

Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço

DE VOLTA À VITRINE

O pior ficou para trás? Lucro da C&A (CEAB3) dispara mais de 200% no 1T26, e ação lidera altas do Ibovespa

6 de maio de 2026 - 14:07

Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação

PRÉVIA DOS RESULTADOS

O duelo dos bancos digitais ficou mais difícil: Inter e Nubank encaram novo teste em 2026; veja o que esperar dos balanços do 1T26

6 de maio de 2026 - 13:12

Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?

REAÇÃO AO BALANÇO

O ‘efeito Itaú’: o que fez um bom balanço virar gatilho de queda para as ações ITUB4 no 1T26

6 de maio de 2026 - 12:07

Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado

A FÓRMULA DO ITAÚ

Itaú (ITUB4) dribla inadimplência outra vez — e CEO revela o ‘segredo’ para crescer sem perder a mão no crédito em 2026

6 de maio de 2026 - 11:08

Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

GPA (PCAR3) pode respirar aliviado: varejista aprova renegociação de dívidas, mas há um risco para os acionistas no futuro

6 de maio de 2026 - 9:46

Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro

TERMÔMETRO DO RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vira o jogo? Banco entra no 1T26 como a aposta da vez — e analistas revelam se vale a pena comprar as ações

6 de maio de 2026 - 7:22

Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia