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Embora atrasada, a decisão da S&P abre caminho para a recuperação no selo de bom pagador do país, perdido em setembro de 2015

A agência de classificação de risco S&P decidiu elevar a perspectiva da classificação de risco do Brasil de "estável" para "positiva". A nota continua em "BB-", três níveis abaixo do patamar mínimo de grau de investimento.
Havia a expectativa de que a melhora no rating do país acontecesse logo depois da aprovação da reforma da Previdência. Embora atrasada, a decisão da S&P abre caminho para a recuperação no selo de bom pagador do país, perdido em setembro de 2015.
Em comunicado, a agência diz que o governo continua a implementar medidas de consolidação voltadas para reduzir o "ainda grande déficit fiscal" do País.
"Isso, junto com taxas de juros mais baixos e a gradual implementação de uma agenda de reforma devem contribuir para um crescimento e perspectivas de investimento um pouco mais forte ao longo dos próximos três anos, contanto que prossiga uma melhora gradual nos resultados fiscais", diz a S&P.
A decisão da agência saiu logo depois do anúncio do corte da taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, para 4,5% ao ano.
Para a agência, a perspectiva positiva reflete a possibilidade de uma elevação no rating nos próximos dois anos, se houver mais progressos na agenda fiscal e de crescimento do governo, que permitam a redução mais rápida dos déficits fiscais e a estabilização da dinâmica da dívida.
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Também pode haver elevação no rating se o crescimento econômico começar a se comparar de modo mais favorável com os pares de nível similar de desenvolvimento econômico, diz a S&P.
Outra alternativa seria se o perfil externo do Brasil se fortalecer mais, apesar da volatilidade global, "particularmente se ele mantiver uma posição de credor externa contida nos próximos dois anos".
Por outro lado, acontecimentos políticos ou econômicos que minem a aprovação e a implementação de reformas adicionais nos próximos dois anos, prejudiquem a perspectiva para a queda de déficits do governo e as tendências de estabilização da dívida, bem como limitem as perspectivas de crescimento no médio prazo, poderiam levar a uma revisão na perspectiva para a estável, complementa a agência.
Das três principais agências de classificação de risco, a Moody's é a que tem a melhor avaliação do Brasil, com uma nota "Ba2" – dois níveis abaixo do grau de investimento. A Fitch tem a mesma classificação da S&P para o país (BB-), mas com perspectiva estável.
*Com Estadão Conteúdo
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