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Os responsáveis pela tragédia de Brumadinho nunca poderão reparar o dano que causaram às famílias das centenas de mortos e desaparecidos engolidos pela lama da barragem da Vale que se rompeu. Vidas não têm preço. Ponto. Mas a conta da tragédia chegou para a Vale e seus acionistas: US$ 4,504 bilhões.
O número foi divulgado pela mineradora ontem junto com o seu balanço financeiro do primeiro trimestre. É a primeira estimativa divulgada pela empresa, um número que reflete fatos conhecidos até agora. A reparação de danos deve custar US$ 2,423 bilhões à Vale. A empresa também estima gastar US$ 1,855 bilhão no descomissionamento de barragens.
Na prática, a Vale “separou” o dinheiro para gastos futuros e já lançou no seu balanço, o que trouxe um prejuízo de US$ 1,642 bilhão no primeiro trimestre. É um tombo significativo para uma empresa que lucrou US$ 1,590 bilhão no mesmo período do ano passado.
Brumadinho também afetou o Ebitda da Vale, indicador que mede a geração de caixa, que ficou negativo pela primeira vez na história da mineradora.
Além da conta diretamente relacionada à tragédia, a Vale também sentiu o impacto na queda da produção de minérios. O Victor Aguiar acompanhou o balanço e traz os principais destaques nesta reportagem. Se você é ou pensa em ser acionista da Vale é bom conhecer esses números.

Ontem foi o ponto alto da temporada de balanços financeiros das empresas. Além da Vale, diversas grandes companhias soltaram seus números do primeiro trimestre. Nesta reportagem, reunimos um resumo dos principais balanços. Destaco dois deles:
Leia Também
1 - A Rumo parece ter entrado de vez nos trilhos. A companhia transportou mais carga e reduziu custos da dívida, uma combinação que engordou o lucro e o Ebitda.
2 - A B3 foi quem mais ganhou com a alta da bolsa no primeiro trimestre. Entenda os motivos.
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Com forte influência de alimentação, transportes e saúde, o IPCA subiu 0,57% em abril. É a maior variação para o mês desde 2016, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou os dados na manhã de hoje. As maiores altas foram nos preços de remédios, higiene pessoal, perfumes e planos de saúde. Outros detalhes você confere lá no Seu Dinheiro.

Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano. Mas se você chegou agora ao mundo do economês, certamente não tem obrigação de saber que raios é isso. Neste vídeo, a Julia Wiltgen explica, em três minutinhos, o que é o Copom, qual a sua função, quem é essa tal de Selic, o que ela tem a ver com a inflação e como tudo isso mexe com o seu bolso.
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A escalada da tensão comercial mantém os índices futuros em Nova York no vermelho. Enquanto isso, as bolsas asiáticas ainda acreditam na possibilidade de um acordo e fecharam o dia com ganhos, impulsionando o mercado na Europa.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com baixa de 0,83%, aos 94.807,85 pontos. O dólar terminou a sessão em alta de 0,48%, a R$ 3,9519. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Índices
- IBGE divulga IPCA de abril
- Estados Unidos divulgam dados de inflação e resultado fiscal em abril
- Reino Unido divulga PIB do 1º trimestre de 2019, além dos dados da indústria e balança comercial de março
- Alemanha publica resultado de sua balança comercial de março
Mercados
- Uber realiza IPO na bolsa de Nova York
Balanços 1º trimestre
- No exterior: Telefônica
- No Brasil: BRF, Alpargatas e Notre Dame
- Teleconferência: Banco do Brasil, Vale, Carrefour, BRF, B3, Cyrela, Gafisa, B2W, Suzano, Marisa Lojas, Lojas Americanas e Energisa
Política
- Autoridades dos Estados Unidos e da China continuam rodada de negociações comerciais em Washington
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