O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de surpreender positivamente o mercado com os resultados do terceiro trimestre, empresa quer mais dinheiro do investidor para expandir plataforma de marketplace, entre outras iniciativas
Depois de surpreender positivamente o mercado com os resultados do terceiro trimestre, o Magazine Luiza lança uma nova oferta de ações. A varejista pretende captar até R$ 5,2 bilhões dos investidores na operação, com base na cotação de fechamento dos papéis (MGLU3) desta quarta-feira (30).
A oferta acontece pouco menos de dois meses depois de a Amazon acirrar a disputa pelo varejo on-line com o lançamento do serviço Prime no Brasil. Os papéis da varejista brasileira, no ano, têm valorização da ordem de 95%. Veja como deve ser o dia dos mercados na Bula.
Com os recursos captados, o Magazine Luiza informa que planeja investir em ativos de longo prazo, incluindo a expansão da plataforma de marketplace, investimentos em tecnologia, inovação, pesquisa e desenvolvimento e automação dos centros de distribuição.
A varejista quer apostar ainda mais em iniciativas de serviços digitais, expansão de novas categorias, abertura de novas lojas, transformação das lojas existentes em mini-centros de distribuição ("shoppable distribution centers") e "aquisições estratégicas".
Segundo o Magazine Luiza, a oferta restrita consistirá na distribuição pública primária de 90 milhões de novas ações, com esforços restritos de colocação no Brasil. O montante total da oferta seria de R$ 3,9 bilhões, sem considerar os papéis adicionais - e de R$ 5,2 bilhões, considerando a totalidade das ações adicionais.
Por aqui, a coordenação é do Itaú BBA, BTG Pactual, Bank of America, J.P. Morgan, BB Investimentos, Bradesco BBI, Morgan Stanley e Santander. Simultaneamente, serão realizados esforços de colocação das ações no exterior - nos Estados Unidos, exclusivamente para investidores institucionais qualificados.
Leia Também
A quantidade de ações inicialmente ofertada na operação do Magazine Luiza poderá ser acrescida em até 33% do total de ações inicialmente ofertado, ou seja, em até 30 milhões de papéis ordinários.
No balanço trimestral divulgado no último dia 29, o Magazine Luiza confirmou sua posição de queridinha do mercado ao apresentar um lucro líquido de R$ 235,1 milhões no período - uma alta de 96,65% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor considera efeitos da norma contábil IFRS 16.
Analistas de mercado projetavam uma estabilidade no lucro líquido ajustado do Magalu. Pela Bloomberg, as projeções giravam em torno dos R$ 114 milhões, enquanto que as prévias Broadcast apontavam para um resultado positivo de R$ 119 milhões.
A receita líquida da companhia também veio forte, subindo 32,5% ante o terceiro trimestre de 2018 e fechando em R$ 4,864 bilhões. O resultado ficou acima das projeções de mercado (R$ 4,657 bilhões).
As vendas do e-commerce cresceram 96,0% no período e foram responsáveis por 48,3% das vendas totais da companhia. De acordo com a diretoria da empresa, em setembro o e-commerce representou mais da metade das vendas totais pela primeira vez na história.
Grande parte desse desempenho veio pelo crescimento de 300,3% do marketplace do Magalu, que contribuiu com vendas adicionais de R$ 853,7 milhões. Em setembro, a diretoria anunciou frete grátis nas compras feitas por marketplace, em resposta às ofensivas da Amazon no mercado nacional.
Com 1.039 lojas físicas espalhadas por 18 estados do Brasil, a empresa também viu seu aplicativo para smartphones ganhar status de "Superapp" após a inclusão dos dispositivos da Netshoes, Zattini e Época Cosméticos. No total, já são 14 milhões de usuários ativos mensais na plataforma.
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas