🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dia tenso

‘Efeito Moro’ traz cautela e Ibovespa fecha em baixa, na contramão de NY

O Ibovespa fechou em queda, com a cautela em relação ao cenário político local preponderando sobre o tom positivo visto nos mercados americanos. O dólar à vista teve leve alta

Victor Aguiar
Victor Aguiar
10 de junho de 2019
10:27 - atualizado às 9:48
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa e dólar à vista ficam perto do zero a zero nesta tarde - Imagem: Seu Dinheiro

Fim de domingo. Sabe como é, aquele horário em que não acontece muita coisa e você começa a preparar o espírito para a semana que vai começar logo mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eu estava em casa na noite passada, fazendo exatamente isso: pensando em como seria o dia seguinte. "Bom, a guerra comercial deu uma aliviada nesse fim de semana, então os mercados externos devem subir", pensei comigo mesmo. "E a política também não tem grandes novidades, deve ser um dia tranquilo".

É... 'tranquilo' não é exatamente o melhor termo para descrever a segunda-feira (10) do Ibovespa e do dólar à vista. O fim do domingo (9) ainda reservava muitas emoções.

Nada de gols do Fantástico

Eu estava me preparando para jantar quando uma mensagem chegou ao meu WhatsApp: um link com uma matéria do The Intercept. A chamada do texto ia direto ao ponto: "Chats privados revelam colaboração proibida de Moro com Deltan". Ficou claro naquele instante que os mercados teriam uma abertura de semana das mais agitadas.

Em uma série de matérias, o site The Intercept aponta uma cooperação entre Moro — então juiz federal — e os procuradores da Lava Jato. A publicação teve acesso a mensagens particulares trocadas entre as partes, afirmando que uma fonte anônima repassou o conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os diálogos são problemáticos por indicarem a intromissão do juiz no trabalho do Ministério Público, ferindo o princípio da imparcialidade existente no Direito. Em notas, tanto Moro quanto os procuradores da força-tarefa da Lava Jato negaram que o conteúdo coloque em xeque a idoneidade das operações.

Leia Também

Ainda na noite de domingo, troquei mensagens com operadores e agentes financeiros. O tom de cautela era praticamente unânime, com enormes dúvidas pairando sobre as cabeças do mercado: como esse noticiário irá repercutir em Brasília? A tramitação da reforma da Previdência será afetada de alguma maneira?

Tensão aqui dentro...

Em meio a essas dúvidas, as negociações dos ativos locais assumiram um viés mais defensivo nesta segunda-feira. O Ibovespa, por exemplo, chegou a cair 1,06% no pior momento do dia, aos 96.782,23 pontos, com os mercados ainda digerindo o conteúdo das matérias do The Intercept e tetando analisar os eventuais desdobramentos para o cenário político.

No entanto, o tom positivo visto nos mercados globais ajudou a neutralizar parte desse sentimento mais negativo. Com isso, o principal índice da bolsa brasileira ganhou força ao longo da tarde e se afastou das mínimas, terminando a sessão em baixa de 0,36%, aos 97.466,69 pontos. O dólar à vista subiu 0,18%, a R$ 3,8838.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao fim do dia, o mercado optou por não assumir uma postura de amplo pessimismo quanto ao caso envolvendo Moro. Analistas e outros agentes ponderaram que, apesar de o noticiário inspirar cuidado, as perdas foram relativamente pequenas.

O índice, afinal, conseguiu sustentar o nível dos 97 mil pontos, não cedendo muito ao nível da última sexta-feira (7), quando encerrou aos 97.821,26 pontos — o maior patamar de fechamento desde 20 de março, quando o Ibovespa encontrava-se na faixa de 98 mil pontos.

"A leitura inicial é a de que [o noticiário da noite de ontem] não afetou muito [as negociações], mas o mercado está receoso quanto a alguma fala mais exacerbada por parte do governo, gerando um ruído político mais forte", diz Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos. "Mas a agenda externa está bem positiva, e isso deve ditar um pouco os rumos nessa semana".

Posição semelhante foi adotada por Álvaro Frasson, analista da Necton. Para ele, é preciso ficar atento às reações dos principais agentes políticos, uma vez que o The Intercept já sinalizou que tem mais conteúdo a ser divulgado. "Isso pode impactar os mercados no médio prazo", diz ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além das questões envolvendo Moro e a Lava Jato, os agentes também mostram cautela quanto ao cronograma de tramitação da Previdência. O relator da reforma na Câmara, Samuel Moreira, afirmou que irá apresentar seu parecer apenas na quinta-feira (13) — a expectativa era de que o documento fosse apresentado na terça-feira (11).

...e calmaria lá fora

Minhas previsões de domingo não estavam completamente erradas: o tom foi de otimismo no exterior nesta segunda-feira, em meio ao acordo fechado entre Estados Unidos e México. Com o trato, o governo americano suspendeu por tempo indeterminado a elevação de tarifas de importação aos produtos mexicanos — a medida começaria a valer hoje.

Nesse cenário, as bolsas americanas subiram em bloco: o Dow Jones fechou em alta de 0,30%, o S&P 500 avançou 0,47% e o Nasdaq teve ganhos de 1,05%. O alívio no front EUA-México da guerra comercial aumentou a expectativa do mercado quanto a algum novo desdobramento nas negociações entre americanos e chineses.

Os ganhos, contudo, não foram amplos, uma vez que os diálogos entre Pequim e Washington seguem emperrados. Mas, ao menos nesta segunda-feira, um tom mais positivo prevaleceu nas mesas de negociação lá fora — e a perspectiva de redução na taxa de juros dos Estados Unidos, conforme sinalizado pelo Federal Reserve (Fed) contribuiu para trazer calmaria ao exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dia intenso no câmbio

O noticiário referente à guerra comercial também provocou amplas reações ao mercado de moedas. Lá fora, o destaque foi o peso mexicano, que subiu forte ante o dólar — a divisa perdeu terreno na semana passada, em meio às ameaças do governo Trump.

No restante do mercado de câmbio, o dólar ganhou espaço ante as principais divisas do mundo, mas teve  comportamento misto na comparação com as moedas emergentes: recuou em relação ao peso mexicano, o peso colombiano e o rand sul-africano, mas avançou ante o rublo russo, o peso chileno e o dólar neozelandês.

Esse contexto global afetou diretamente o comportamento do dólar no Brasil — por aqui, a moeda no segmento à vista já oscilou entre os R$ 3,8678 (-0,24%) e os R$ 3,8994 (+0,58%), em meio às tensões locais e às variações no exterior.

Um operador ainda ponderou que houve um fluxo de entrada de dólares no país nesta segunda-feira, o que ajudou a trazer alívio ao mercado de câmbio local. "Teremos uma semana de agenda política forte pela frente", diz o operador, mostrando alguma preocupação em relação ao cenário político.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros em queda

Já as curvas de juros fecharam no campo negativo, apesar da cautela vista no Ibovespa e no dólar. Na ponta curta, os DIs com vencimento em janeiro de 2021 tiveram queda de 6,27% para 6,22%, ainda refletindo as apostas do mercado de um novo corte na Selic, em meio à fraqueza da economia e da inflação dando sinais de desaceleração.

Mais cedo, o boletim Focus do Banco Central indicou novo corte nas projeções do mercado para o crescimento do PIB em 2019, passando de 1,13% para 1% — é a 15ª baixa consecutiva nas expectativas.

Na ponta longa das curvas de juros, os DIs para janeiro de 2023 recuaram de 7,18% para 7,14%, enquanto os DIs com vencimento em janeiro de 2025 foram de 7,76% para 7,74%.

Estatais no vermelho

Em meio à tensão do mercado em relação ao cenário político, as ações de empresas estatais caíram em bloco nesta segunda-feira, trazendo pressão ao Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi o caso dos ativos da Petrobras, tanto os ONs (PETR3) quanto os PNs (PETR4), que fecharam em queda de 1,68% e 0,41%, respectivamente — no exterior, o petróleo WTI teve baixa de 1,35% e o Brent recuou 1,58%.

Ainda entre as estatais, os papéis ON da Eletrobras (ELET3) teve perda de 1,53%, enquanto os PNBs (ELET6) recuaram 1,51%. Já Banco do Brasil ON (BBAS3) cedeu 0,94%.

Bancos sob pressão

Os demais ativos  do setor bancário também aparecem no campo negativo, fazendo companhia às ações do BB. As units do Santander Brasil (SANB11) recuaram 2,00%, Bradesco PN (BBDC4) caiu 1,18%, Bradesco ON (BBAS3) teve perda de 0,91% e Itaú Unibanco PN (ITUB4) fechou com baixa de 1,25%.

Em relatório, o Goldman Sachs recomenda a venda dos papéis do Itaú e do Bradesco, em meio às perspectivas de recuperação lenta da economia — a instituição atribui classificação "neutra" aos ativos do Santander e do Banco do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar