🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dia de correção

Noticiário político estressa os mercados e derruba o Ibovespa aos 95 mil pontos; dólar sobe

O dia já estava negativo para os ativos locais, com as movimentações em Brasília trazendo cautela às negociações. O noticiário, contudo, trouxe ainda mais nervosismo ao Ibovespa e ao dólar na reta final do pregão

Victor Aguiar
Victor Aguiar
5 de junho de 2019
10:38 - atualizado às 9:49
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa perdeu força e se firmou no campo negativo, enquanto o dólar sobe ao nível de R$ 3,87 - Imagem: Seu Dinheiro

Os mercados financeiros do Brasil tiveram uma quarta-feira (5) bastante turbulenta. Uma mistura de noticiário político intenso e instabilidade nos ativos globais já havia desencadeado uma onda de aversão ao risco por aqui, colocando o Ibovespa no campo negativo e fazendo o dólar à vista operar em alta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse movimento, contudo, ganhou ainda mais força na última hora de sessão, quando os mercados começaram a repercutir uma notícia a respeito de possíveis alterações no teto de gastos do governo. E, com esse novo elemento em mãos, os agentes financeiros ficaram ainda mais defensivos.

Em meio às dúvidas, o Ibovespa fechou em queda de 1,42%, aos 95.998,75 pontos — logo após a abertura, o índice chegou a subir 0,31%, tocando os 97.686,14 pontos. O dólar à vista também sentiu o golpe e terminou o dia em alta de 0,99%, a R$ 3,8949, distante dos R$ 3,8389 registrados na mínima (-0,46%).

O que está acontecendo?

Pouco depois das 16h, os mercados brasileiros começaram a piorar de maneira acentuada. O Ibovespa, que já estava em queda de cerca de 1%, perdeu ainda mais força e chegou à mínima do dia, aos 95.685,84 pontos (-1,74%). O dólar e os juros tiveram comportamentos semelhantes, indo às máximas.

Sem entender o que estava acontecendo, telefonei para um operador de uma grande corretora:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

— O que está acontecendo?

Leia Também

— É essa história da flexibilização do teto de gastos...

Ele se referia a uma matéria publicada pouco antes pela Bloomberg: de acordo com a agência, membros o governo Bolsonaro estariam discutindo medidas para flexibilizar a regra do teto de gastos públicos, de modo a ganhar um "respiro fiscal". As mudanças seriam implementadas após a aprovação da reforma da Previdência.

A notícia não foi bem recebida pelos mercados, uma vez que mexe diretamente com a confiança depositada pelo mercado na equipe do ministro Paulo Guedes para conduzir a economia brasileira. O dólar à vista, por exemplo, chegou a avançar 1,21%, tocando os R$ 3,9034 na máxima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministério da Economia, contudo, foi rápido para desmentir as informações. Em nota, a pasta diz que não encaminhará qualquer mudança na lei do teto de gastos e reitera "a importância do controle dos gastos públicos para que o país volte a ter equilíbrio nas contas públicas".

Em meio a esse impasse, o Ibovespa e o dólar ainda encontraram tempo para suavizar parte das perdas. Os juros, contudo, não conseguiram reduzir o estresse e fecharam nas máximas — os DIs fecham por volta de 16h30.

Na ponta curta da curva de juros, os DIs com vencimento em janeiro de 2020 fecharam em alta de 6,23% para 6,28%, e os para janeiro de 2021 avançaram de 6,38% para 6,48%. Na ponta longa, as curvas para janeiro de 2023 subiram de 7,30% para 7,44%, e as para janeiro de 2025 foram de 7,84% para 8,01%.

Suspense em Brasília

Mas, antes da tensão envolvendo o teto de gastos, o dia já era negativo para os ativos locais — e o noticiário político era diretamente responsável por dar esse tom de cautela às negociações. Diversos focos de estresse colocaram os mercados em alerta, sempre tendo em vista os potenciais impactos para a tramitação da reforma da Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal deles foi a suspensão da reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO), que votaria hoje a concessão de um crédito extra de R$ 248,9 bilhões solicitado pelo governo ao Congresso — a medida tem como objetivo viabilizar o cumprimento da chamada "regra de ouro" das finanças públicas.

Mas as discussões da comissão não avançaram, com desentendimentos entre deputados da base aliada e da oposição. O tema, agora, voltará a ser discutido apenas na semana que vem — o prazo limite para a aprovação é 15 de junho.

Esse entrave nas discussões na CMO trouxe insegurança aos mercados, que temem que esse cenário de dificuldades possa ser replicado ao longo da tramitação da reforma da Previdência. E, em meio às incertezas, um movimento de realização de lucros atingiu especialmente o Ibovespa.

"Essa é uma questão complicada e de negociação bastante delicada, e isso deixa o mercado receoso", diz Álvaro Frasson, analista da Necton. "Nada é um fato isolado na atual conjuntura política, uma coisa acaba puxando a outra".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um operador ainda citou uma notícia publicada pelo Broadcast como fonte de estresse: de acordo com a agência, o parecer do relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira, tende a ser apresentado apenas na semana que vem — havia a expectativa de que o texto poderia ser finalizado até essa sexta-feira.

Por fim, os agentes financeiros passaram o dia atentos Supremo Tribunal Federal (STF), que retomou o julgamento que decidirá se o governo precisa de aval do Congresso para se desfazer de suas estatais. Também está na pauta a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu a venda de 90% da TAG pela Petrobras, por US$ 8,6 bilhões.

Assim, na dúvida quanto ao que pode acontecer no front político, o mercado preferiu reduzir sua exposição ao risco — e, no exterior, o clima também não foi dos mais favoráveis.

Dúvidas

Lá fora, o índice de gerente de compras (PMI) dos Estados Unidos — um termômetro da atividade da indústria e do setor de serviços — caiu a 50,9 em maio, ante 53 em abril. O dado reforçou a percepção de que a economia americana pode estar perdendo força, sentindo os primeiros efeitos da guerra comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também contribuiu para trazer pressão aos mercados acionários globais a alta nos estoques de petróleo dos Estados Unidos. As reservas da commodity subiram em 6,771 milhões de barris na semana até o dia 31 de maio — e essa elevação derrubou os preços do Brent (-2,16%) e do WTI (-3,37%).

As bolsas de Nova York, que abriram a quarta-feira com avanços firmes, mergulharam ao campo negativo logo após a divulgação do PMI. Mas, aos poucos, foram recuperando o ânimo e terminaram o dia em alta: o Dow Jones subiu 0,82%, o S&P 500 teve ganho de 0,82% e o Nasdaq avançou 0,64%.

"A gente perdeu força junto com o exterior. Os mercados lá fora conseguiram voltar, mas, por aqui, o Ibovespa não reagiu", diz Ari Santos, gerente da mesa de operações da H. Commcor, destacando que a cautela em relação ao noticiário de Brasília acabou gerando certa reticência entre os agentes financeiros locais.

Esse movimento de recuperação das bolsas americanas se deve à confiança do mercado de que o Federal Reserve — o Banco Central dos Estados Unidos —irá promover um novo corte de juros no país, em meio à percepção de que a economia americana começa a patinar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ontem, o presidente do Fed, Jerome Powell, deixou a porta aberta e sinalizou que a instituição terá de agir "de maneira apropriada" para sustentar a expansão econômica. E, com os dados apontando para algum enfraquecimento da dinâmica da economia americana, os mercados apostam que um ajuste de política monetária é a ferramenta certa a ser adotada no momento.

Essa crença também mexeu com o mercado global de câmbio: o dólar ganhou força ante as demais divisas do mundo, tanto as fortes quanto as de países emergentes — o que também afetou o desempenho do real nesta quarta-feira.

Voo tranquilo

Com o novo dia de queda do petróleo e o dólar abaixo dos R$ 3,90, as ações de companhias aéreas apareceram entre as principais altas do Ibovespa nesta quarta-feira. Os papéis PN da Azul (AZUL4), por exemplo, subiram 1,55%, enquanto os ativos PN da Gol (GOLL4) avançaram 0,57%.

O preço do petróleo e a cotação do dólar interferem diretamente na linha de custos das companhias aéreas, já que o valor a ser pago pelo combustível de aviação depende diretamente dessas duas variáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estatais aguardam

De olho na definição do STF, o mercado assume uma postura cautelosa em relação às ações das empresas estatais. Os papéis PN da Petrobras (PETR4) caíram 1,30%, enquanto os ONs (PETR3) recuaram 1,41% — as perdas do petróleo também influenciaram o comportamento dos ativos da companhia.

Ainda entre as estatais, Banco do Brasil ON (BBAS3) caíram 2,76% e tiveram o pior desempenho entre as ações de bancos do Ibovespa. Os ativos da Eletrobras seguiram a mesma linha: os ON (ELET3) recuaram 1,25%, e os PNB (ELET6) tiveram perda de 1,24%.

Preocupação com a China

O FMI cortou levemente suas projeções de crescimento para a economia da China: agora, a instituição prevê que o PIB do gigante asiático crescerá 6,2% neste ano e 6% em 2020 — antes, as estimativas eram de avanço de 6,3% em 2019 e de 6,1% no ano que vem.

A notícia traz mais uma camada de preocupação quanto aos efeitos que a guerra comercial poderá trazer ao gigante asiático. E, nesse contexto, ações de empresas mais expostas ao mercado chinês — caso das mineradoras e das siderúrgicas — operam em queda nesta quarta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale ON (VALE3), por exemplo, caiu 1,47%. O tom é igualmente negativo entre os ativos do setor de siderurgia: os papéis ON da CSN (CSNA3) recuaram 3,63%, as ações PN da Gerdau (GGBR4) tiveram perda de 1,08% e os ativos PNA da Usiminas (USIM5) fecharam em baixa de 0,24%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar