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2019-11-08T11:34:47-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Gestoras

Para Verde Asset, retomada global ainda parece fora dos preços

Gestora avalia que acordo comercial entre EUA e China pode gerar redução importante de incerteza com impactos positivos no crescimento

8 de novembro de 2019
11:34
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde - Imagem: Leo Martins

Pelo segundo mês seguido, a carta de gestão do Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, nos diz que o fundo manteve estável sua exposição em ações brasileiras e alongou a posição aplicada em juro real (NTN-B). Já a posição vendida em dólar via opções foi reduzida.

Na carta de outubro, o fundo avalia que o contexto global transcorreu, em grande medida, dentro das expectativas. O conflito comercial entre EUA e China continua a caminhar para uma solução, que embora temporária e não resolva todas as questões, gera benefícios para os dois lados. as tal evento já foi incorporado ao preço dos ativos ao longo do mês.

O que parece fora do preço, segundo a gestora, é o início de uma retomada econômica, especialmente do setor manufatureiro global. “Há evidências, por enquanto ainda tênues, de que o acordo Estados Unidos e China pode gerar redução importante de incerteza com impactos positivos no crescimento.”

Segundo a gestora, alguns indicadores começam a apontar nessa direção, e preços de ativos cíclicos também sinalizam isso, mas há ainda muito espaço para um ciclo virtuoso de crescimento e mercados, adentrando no primeiro semestre do próximo ano.

“Esse vento a favor deve dar impulso adicional para a história de crescimento do Brasil que temos reforçado ao longo do ano.”

Em tempo, o fundo teve valorização de 0,89% em outubro e sobe 11,19% no ano, contra 0,48% do CDI no mês e 5,17% em 2019.

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