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EUA não vão mais apoiar o ingresso do Brasil na OCDE

País chegou a ter o apoio público do presidente de Donald Trump; agência teve acesso a um documento de autoridade americana que não endossa ingresso do Brasil

10 de outubro de 2019
13:46 - atualizado às 14:22
24/09/2019 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas
(Nova York - EUA, 24/09/2018) Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. - Imagem: Alan Santos/PR

Os Estados Unidos não endossaram a inclusão do Brasil na lista de países para entrar na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), disse a Bloomberg.

O país chegou a ter o apoio público do presidente dos EUA, Donald Trump, para a entrada no grupo. Em março desde ano, ele e o chefe do Executivo brasileiro deram uma entrevista conjunta para declarar o endosso. Em troca do aceno, Bolsonaro fez concessões unilaterais - como dispensar a exigência de visto americanos.

Mas, conforme diz a agência, em 28 de agosto o secretário de Estado americano, Michael Pompeo, enviou uma carta para o secretário-geral da entidade, Agel Gurria, apoiando apenas as candidaturas da Argentina e da Romênia - considerando o critério cronológico dos pedidos.

Outro lado

O secretário de Política Externa Comercial e Econômica, Norberto Moretti, ligado ao Ministério das Relações Exteriores, afirmou que o governo brasileiro se mantém firme na tentativa de fazer o Brasil ser aceito como membro da OCDE.

"O processo não é simples, não é meramente técnico, é também político", disse o secretário, durante participação no Fórum de Investimentos Brasil 2019.

Em sua apresentação no evento, Moretti quis deixar claro que a entrada na OCDE vai além da política comercial, pois a organização se ocupa de uma ampla gama de temas. "É por meio de uma convergência regulatória crescente que nós vamos inserir o Brasil na economia mundial", disse.

*Com Estadão Conteúdo 

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