🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Novata na bolsa

O IPO da Vivara é uma joia rara ou uma bijuteria fajuta?

Os investidores têm até segunda-feira (7) para fazer seus pedidos de reserva para o IPO da Vivara. Nós analisamos as métricas financeiras e ouvimos analistas para responder todas as suas dúvidas sobre a empresa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de outubro de 2019
5:50 - atualizado às 9:39
Gisele Bundchen - Vivara (VIVA3) | varejo de luxo
Gisele Bündchen, em propaganda da Vivara - Imagem: Vivara / Divulgação

Brincos, anéis, colares, pulseiras, relógios e pingentes, feitos de ouro ou de prata: eis um resumo do que se pode encontrar num dos 234 pontos de venda da Vivara espalhados pelo Brasil. Mas, em paralelo à linha tradicional de joias, a empresa prepara o lançamento de um produto inédito — e ele não estará nas prateleiras das lojas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia está às vésperas de sua abertura de capital na bolsa brasileira, processo conhecido pela sigla IPO — as ações ordinárias começarão a ser negociados na próxima quinta-feira (10), sob o código VIVA3. Se você quiser fazer parte desse processo, tem até a segunda (7) para fazer seu pedido de reserva.

A decisão de participar ou não de um IPO sempre é difícil. Afinal, a disponibilidade de dados referentes à empresa para embasar a análise das operações tende a ser limitada — e, no caso da Vivara, essa situação é ainda mais difícil, uma vez que não há nenhuma outra fabricante de joias na bolsa que sirva como base de comparação.

Sabendo desses obstáculos, eu passei os últimos dias analisando a operação da Vivara e conversando com analistas, gestores e diversos outros agentes do mercado financeiro, de modo a descobrir se é um bom negócio para você, investidor pessoa física, participar do IPO da companhia.

E qual foi a conclusão?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bom, do ponto de vista financeiro, a Vivara aparece numa posição bastante confortável, com lucro crescente, estoques confortáveis e endividamento relativamente baixo. E, do lado concorrencial, os especialistas destacam que a companhia possui vantagens competitivas em relação às demais participantes do setor.

Leia Também

Então, a resposta é sim: entrar no processo de abertura de capital da Vivara é uma boa oportunidade para quem está atrás de uma ação com potencial para virar uma pedra preciosa. No entanto, é preciso ter em mente que fazer parte de um IPO sempre envolve riscos, e mesmo uma empresa sólida pode passar por dificuldades na bolsa.

Eu preparei um pequeno guia para você entender melhor o cenário de investimento na Vivara. Comecemos, então, pelos detalhes da abertura de capital.

Uma joia na bolsa

A Vivara ainda não definiu o preço por ação em seu IPO — a faixa indicativa vai de R$ 21,17 a R$ 25,40. A priori, a operação contará com 18,89 milhões de ações na oferta primária (quando são emitidos novos papéis e os recursos levantados vão para o caixa da empresa) e 51,96 milhões de ações na oferta secundária (quando são vendidos papéis que já existem e, assim, o dinheiro vai para os atuais acionistas).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De cara, essa estrutura chama a atenção, com cerca de 70% em oferta secundária — assim, a maior parte dos recursos captados não irá diretamente para a empresa. Essa característica, por si só, não é um risco, mas pode aumentar a desconfiança do mercado em relação à operação e à estratégia da Vivara.

Para investidores do varejo, o valor mínimo para participar do IPO é de R$ 3.000 — quem tem interesse, deve entrar em contato com uma corretora participante da oferta, informar a quantia a ser investida e o preço máximo que está disposto a pagar, dentro da faixa definida pela própria companhia.

Se a sua proposta foi igual ou maior que o preço final do IPO, você fará parte da operação; caso seu lance tenha ficado abaixo do valor estabelecido para a estreia na bolsa, você ficará de fora. Num cenário em que o IPO saia no ponto médio da faixa indicativa, de R$ 23,29, a abertura de capital da Vivara irá movimentar R$ 1,65 bilhão.

Vivara IPO

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, caso a demanda pelos papéis seja alta, a empresa poderá colocar à venda um lote adicional de 14,17 milhões de ações. Assim, na hipótese mais otimista — ou seja, em que o IPO saia pelo teto da faixa indicativa, de R$ 25,40, e em que a empresa coloque o lote adicional à venda — a operação irá movimentar pouco mais de R$ 2,1 bilhões.

E, aparentemente, a abertura de capital da Vivara está bastante aquecida: gestores com quem eu conversei me disseram que o IPO têm gerado uma demanda bastante alta — no fim de semana, o jornal O Globo noticiou que o volume de reservas já era cinco vezes maior que o montante de ações ofertadas.

O preço final da oferta será definido na terça (8). Ah, e antes que eu esqueça: o valor máximo para participação de investidores de varejo no IPO da Vivara é de R$ 1 milhão.

Prazer, Vivara

Dito tudo isso: a Vivara é sólida? As finanças da companhia são um diamante bruto a ser lapidado, ou uma bijuteria barata? Com base no histórico de dados divulgados pela própria empresa — as informações referem-se aos três últimos anos —, é possível identificar uma evolução nas métricas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro semestre deste ano, a Vivara reportou receita líquida de R$ 523,7 milhões, o que implica num crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2018. O Ebitda — isto é, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — saltou 87,3% na mesma base de comparação, para R$ 223,2 milhões.

Por fim, o lucro líquido apurado pela companhia entre janeiro e junho de 2019 somou R$ 186 milhões, mais que o dobro do ganho contabilizado nos primeiros seis meses do ano passado, de R$ 76,8 milhões.

Vivara 1º Semestre

Do ponto de vista operacional, a Vivara possui 234 pontos de venda no país, entre lojas e quiosques — a maior parte deles no Sudeste, mas há unidades da empresa em todas as regiões do Brasil. As vendas no conceito mesmas lojas (SSS, em inglês), chegaram a 9,6% no primeiro semestre de 2019, um salto em relação aos 5% anotados há um ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos de endividamento, a companhia possuía R$ 150,4 milhões em compromissos com vencimento no curto prazo — outros R$ 137,3 milhões irão expirar num horizonte mais longo. A dívida líquida da empresa somava R$ 220,4 milhões ao fim de junho, acima dos R$ 130,1 milhões registrados em dezembro.

Com isso, a relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado da Vivara estava em uma vez no fim do primeiro semestre deste ano — no encerramento de 2018, esse indicador era de 0,5 vez.

Com todos esses dados em mãos, você deve estar pensando: "bom, se a Vivara está tão bem assim, então por que ela vai abrir o capital"? A própria empresa responde essa pergunta: o IPO vai trazer recursos ao caixa da companhia que serão fundamentais para a continuidade do plano de expansão.

De acordo com o plano da Vivara, 65% da verba obtida com a abertura de capital será utilizada para a abertura de novas lojas físicas, 15% servirá para a expansão do parque fabril e 12,5% terá aplicação no lançamento de uma nova marca. Por fim, os 7,5% restantes serão investidos em tecnologia e inovação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que apenas os recursos obtidos com a oferta primária serão revertidos para a companhia. Assim, considerando o preço médio de R$ 23,29 e os 18,89 milhões de ações que serão obtidas, a Vivara irá embolsar cerca de R$ 440 milhões — descontados os gastos da operação, a empresa estima que o valor líquido será de R$ 410 milhões.

Vivara Raio-X

Riscos na superfície?

O levantamento dos dados financeiros e operacionais da Vivara é animador, mas é claro que existem riscos associados à empresa. É preciso olhar com atenção para a estratégia da companhia no longo prazo e para as variáveis macroeconômicas que podem impactar suas atividades.

Um primeiro ponto de preocupação é a própria natureza do setor de joias e relógios, sujeito à demanda doméstica e ao aquecimento da economia. E, no caso da Vivara, essa variável é ainda mais importante porque 99% das lojas da companhia estão localizadas em shoppings centers.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a Vivara depende da capacidade de os shoppings atraírem um fluxo constante de frequentadores ao longo do tempo — e uma economia dinâmica é fundamental para que essa variável não seja negativamente impactada. Além disso, a perda de tração da economia pode diminuir a demanda por joias, artigos de segunda necessidade.

Por outro lado, a empresa possui um leque relativamente amplo de produtos: os itens mais baratos custam cerca de R$ 150, enquanto os mais caros podem passar da faixa de R$ 100 mil, de modo a atender grupos sociais diversificados — o que, de certa forma, pode diminuir o impacto negativo de um ciclo de enfraquecimento econômico.

Outra medida que ajuda a mitigar eventuais perdas com a economia mais fraca é a flexibilização do mix de produtos: entre 2015 e 2016, a Vivara optou por aumentar a produção de itens em prata em detrimento dos produtos com ouro, de modo a baixar os preços das joias comercializadas e manter a rentabilidade.

A questão da matéria-prima em si, no entanto, pode representar um risco: no atual panorama global, cheio de incertezas político-econômicas, os metais preciosos têm se valorizado. Os contratos do ouro com vencimento em dezembro, por exemplo, são negociados na faixa de US$ 1.500 — um salto de 15% desde o início do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também há um componente comportamental: a Vivara, afinal, precisa sempre estar adaptada às mudanças nas tendências e na moda — e uma falha na captação do gosto dos clientes pode impactar diretamente os resultados financeiros da companhia.

Do ponto de vista concorrencial, a empresa está bem posicionada atualmente: uma pesquisa conduzida pela Euromonitor em 2018 mostram que a Vivara é líder em participação de mercado no setor de joias e relógios no Brasil, tanto em termos de receita líquida quanto em número de lojas.

Além dos pontos de venda física, a empresa também conta com uma plataforma online de venda, através de seu site — ao todo, a companhia possui mais de 4,5 milhões de clientes cadastrados no país.

Ação preciosa

Mas, apesar dos riscos citados acima, analistas e gestores estão otimistas em relação ao futuro da empresa — e ao potencial de valorização dos papéis na bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Por ser líder em seu segmento, já se torna uma boa referência logo de saída", diz Vitor Baldi, gerente de varejo na CM Capital. Ele ressalta, no entanto, que há alguns pontos de preocupação em relação à Vivara, com destaque para a timidez nas vendas online — um ponto prejudicial para os planos de expansão da companhia.

A exposição às oscilações do ouro e da prata também pode trazer dor de cabeça à empresa e seus acionistas, uma vez que repasses de preço aos consumidores em períodos de crise pode reduzir fortemente a rentabilidade da companhia. Mas, apesar desses riscos, Baldi mostra-se otimista com a Vivara.

"É uma empresa sólida, com excelente imagem no setor, baixo endividamento e com excelentes múltiplos", diz ele, recomendando a entrada no IPO.

Em relatório, a Eleven Financial Research também vê um futuro promissor para a fabricante de joias. Os analistas Giovana Scottini, Flávia Ozawa e Carlos Daltoso estabeleceram um preço-alvo de R$ 33,00 para os papéis da companhia — assim, mesmo se o IPO sair no teto da faixa, de R$ 25,40, ainda há um potencial de alta de quase 30%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para 2019, os especialistas da Eleven projetam receita líquida e R$ 1,27 bilhão, cifra que representa um crescimento de 20% em relação ao resultado de 2018. Para o Ebitda, a instituição prevê um avanço de 53% na mesma base de comparação, para R$ 420 milhões — o lucro estimado é de R$ 309 milhões, alta de 55% em um ano.

"Gostamos do que vimos e acreditamos que a companhia se encontra numa fase de maturação interessante e adequada para dar os próximos passos no ciclo de crescimento", escrevem os analistas. "Recomendamos a entrada no IPO, independente do preço, pois, em nossa visão, o upside é atrativo, mesmo no topo da faixa indicativa".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar