O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A nota de crédito da Vale era "Baa3", a última dentro do selo de bom pagador pelos critérios da agência Moody's

Notícia pouco animadora para os investidores da Vale. A agência de classificação de risco Moody's anunciou nesta quarta-feira, 27, que decidiu rebaixar para Ba1 (escala global) os ratings da mineradora. A perspectiva negativa completa a sequência de reveses da empresa que, com isso, perde seu grau de investimento.
Até hoje, a nota de crédito da Vale era Baa3, a última dentro do selo de bom pagador. Mesmo como rebaixamento, a mineradora permanece com uma avaliação de risco melhor que a nota soberana do Brasil, atualmente em Ba2.
Em escala nacional, a Vale segue com a nota Aaa.br. Logo após o anúncio do rebaixamento, as ações ordinárias da companhia desceram a ladeira e, por volta das 16h, caíam 1,14%.
Em seu comunicado, a Moody's ressalta que o rebaixamento é um reflexo do colapso da barragem de rejeitos da mina do Córrego do Feijão na cidade de Brumadinho (MG). A agência diz considerar elevados os riscos de crédito da companhia após a tragédia, além das incertezas no perfil de crédito da Vale e a exposição significativa a despesas judiciais relacionadas ao caso.
A agência afirmou ainda que, embora a Vale desfrute de uma posição financeira robusta, o rompimento da barragem eleva as preocupações dos pontos de vista social e de governança corporativa, uma vez que ocorreu um pouco mais de três anos após o colapso da barragem da Samarco, também em Minas Gerais.
O comunicado ressalta ainda que, embora a Vale tenha demonstrou amplo esforço para oferecer assistência humanitária e auxílio financeiro emergencial aos afetados pela tragédia, além de reforçar o monitoramento e inspeção das barragens, para a Moody's ainda não enxerga com clareza a extensão total dos custos, reivindicações judiciais e litígios, bem como o impacto do acidente na reputação da Vale e no seu resultado operacional e financeiro.
Leia Também
A Moody's completou sua avaliação dizendo que os ratings podem ser estabilizados caso a empresa mostre maior visibilidade sobre os custos e passivos financeiros nos quais ela pode incorrer em consequência do acidente.
Pensando no futuro, a agência afirma que uma elevação dos ratings exige "resultados positivos relacionados às ações judiciais e investigações, em conjunto com a manutenção de um sólido perfil de crédito, liquidez e geração de fluxo de caixa positiva, suportados pela posição de liderança nos principais mercados de atuação e operações de baixo custo". Também entrarão nessa conta evidências de aprimoramento da supervisão da governança corporativa, da gestão de riscos e controle da companhia.
Por outro lado, os ratings da Vale podem ser voltar a serem rebaixados caso os custos finais relacionados ao desastre em Brumadinho ficarem acima das expectativas.
DEPOIS DA TURBULÊNCIA
SOB NOVA DIREÇÃO?
APOSTA LIMITADA
NOVA APOSTA
TESTE DE FOGO
NOVA FERRARI
AÇÃO BARATA?
HORA DE COMPRAR
NOVA FAXINA NO BALANÇO
LUXO À BORDO
RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL
AVANÇO ESTRATÉGICO
DINHEIRO NA MESA
PROCESSO SELETIVO
HORA DE COMPRAR NA BAIXA?
EMBATE JUDICIAL
DE OLHO NOS PROVENTOS
RECONSTRUÇÃO DO COMANDO?
MAIS UMA DE SAÍDA
INDO ÀS COMPRAS