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Em balanço divulgado na manhã desta quinta-feira, 9, dona da marca Vivo revela alta 22% do lucro em relação ao mesmo período do ano passado
Dona da marca Vivo, a Telefônica Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 1,342 bilhão no primeiro trimestre de 2019 — alta de 22,2% ante mesmo período do ano passado. Analistas ouvidos pela Bloomberg falavam em R$ 1,282 bilhão.
Em balanço divulgado na manhã desta quinta-feira, 9, a empresa atribui esses valores ao contínuo controle de custos, sólida expansão do ebitda e às menores despesas financeiras.
Entre outras coisas, a empresa registrou um aumento no uso do serviço pós-pago, de 9,4%, com 41,023 mil acessos. Além disso, continua sendo líder em terminais com tecnologia 4G.
O ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 4,360 bilhões, um crescimento de 14,9% na mesma base de comparação. Já a receita operacional líquida teve expansão de 1,7%, chegando a R$ 10,975 bilhões. O resultado financeiro líquido gerou uma despesa de R$ 90 milhões.
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
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Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
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Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
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Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%