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Em janeiro, a repórter Bruna Furlani levantou uma bola aqui no Seu Dinheiro que foi pouco falada por aí: diante das fortes incertezas em relação ao futuro da economia mundial, grandes investidores estavam aumentando suas posições em ouro para se proteger.
De lá para cá, quem seguiu os passos dos tubarões e a dica da Bruna ganhou dinheiro. Mas parece que agora o cenário internacional não está mais tão nebuloso assim, e os grandes gestores brasileiros que estavam comprados em ouro estão começando a mudar de ideia.
É sempre bom lembrar que o ouro é um seguro importante para qualquer carteira de investimentos, assim como o dólar. Em tempos de incerteza, sobretudo em relação a riscos geopolíticos, investidores correm para aqueles ativos que funcionam como reserva de valor. Assim, manter uma posição no metal é sempre importante.
Mas essa posição pode ser aumentada ou reduzida de acordo com as perspectivas econômicas. Nesta matéria, a Bruna conta para você por que gestores de fundos brasileiros estão mudando a sua visão em relação ao ouro e como eles estão adaptando as suas carteiras ao novo cenário. Vale muito a leitura!

Os investidores digerem os sinais mistos que chegam da Casa Branca sobre a remoção de tarifas contra produtos chineses e deixam o mercado em dúvida sobre a primeira fase de um acordo entre Estados Unidos e China. Ainda há muitas incertezas em torno do conteúdo do termo a ser assinado.
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Com tantos desencontros de informações, os investidores seguem em busca de novidades positivas no campo comercial. Assim, os mercados internacionais amanheceram em alta, após uma sessão de ganhos na Ásia. O clima otimista também contagia os índices futuros em Nova York.
O desempenho lá fora deve favorecer os mercados domésticos, que ainda avaliam os impactos da soltura do ex-presidente Lula e a turbulência que tomou conta da América Latina. Além disso, os investidores devem reagir aos balanços de Marfrig, Yduqs, Eletrobras, BR Distribuidora, entre outras empresas. Você pode conferir os principais números das companhias nesta matéria.
Ontem, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 0,69%, aos 108.367,44 pontos. O dólar fechou o dia com queda de 0,57%, a R$ 4,1427. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Depois de investir em empresas de peso como Nubank e QuintoAndar, o fundo americano QED arrumou uma nova queridinha brasileira. A startup de seguros Pitzi recebeu um aporte de R$ 60 milhões para investir nas suas operações, e agora se diz avaliada em R$ 400 milhões. Saiba mais nesta matéria.
Durante a cerimônia de lançamento de um programa de incentivo à contratação de jovens, o presidente Jair Bolsonaro assinou, ontem, uma medida provisória que acaba com o DPVAT, o seguro obrigatório de danos pessoais em acidentes de trânsito. Com a medida, o governo espera que o próprio mercado ofereça coberturas para a proteção dos proprietários de veículos, passageiros e pedestres.
Os embates dentro do PSL, a sigla do governo, podem terminar em breve. Após mais de um mês de confronto com a cúpula do partido, Bolsonaro vai se reunir hoje com um grupo de deputados aliados para desenhar um plano de saída da legenda. Segundo o “Estadão”, a nova casa do presidente ainda deve ser criada e pode ter o nome de “Aliança pelo Brasil”. Saiba o que está em jogo.
Indicadores
- IBGE divulga pesquisa mensal de serviços de setembro
- Reino Unido divulga taxa de desemprego de setembro
Balanços do 3º trimestre
- No Brasil: Embraer, Caixa, Copel, MRV e Equatorial
- Teleconferência: Embraer
Política
- Senado promulga a reforma da Previdência e deve concluir votações da PEC paralela
- Bolsonaro discute com aliados sobre sua permanência no PSL
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
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De acordo com vazamentos de sites especializados, a versão mais acessível do iPhone 17 deve ser lançada ainda no mês de fevereiro.
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