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Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Imprevistos acontecem. É o carro quebrado que precisa ir para a oficina. O gato que ficou doente e foi parar no veterinário. Uma demissão inesperada. Se desse para prever, não seriam imprevistos. O fato é que todo mundo precisa ter um dinheiro meio na mão para emergências.
As grandes empresas e até os bancos também mantêm suas próprias reservas financeiras. E onde eles investem esse dinheiro?
No caso dos bancos brasileiros, eles costumam recorrer a aplicações de altíssima liquidez feitas diretamente com o Banco Central. São as tais das operações compromissadas. Basicamente o banco compra um título do BC, que assume o compromisso (daí o nome!) de recomprá-los no futuro.
A colunista do Seu Dinheiro, Angela Bittencourt, conta que o volume das operações compromissadas nunca foi tão alto. Hoje o mercado tem R$ 1,4 trilhão aplicado nesse tipo de investimento. Só bancos, empresas e fundos conseguem comprar esses títulos. A pessoa física pode investir neles indiretamente, por meio de fundos. Quer entender melhor como funciona essa aplicação e por que os bancos investiram pesado nelas? Leia no Blog da Angela.

Demorou, mas os ministros do STF enfim tomaram uma decisão sobre os procedimentos para a venda de estatais. O veredicto da Corte, que saiu ontem à noite, foi uma espécie de meio-termo. Ele determina que a venda de uma estatal precisa de autorização do Legislativo e de licitação. Por outro lado, libera as empresas públicas a vender seus ativos e subsidiárias sem ter que passar pelo Congresso. Ficou confuso?
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Veja um exemplo: se o governo quiser vender a Petrobras, precisará do Congresso. Mas a decisão dá autonomia para a petroleira vender suas subsidiárias.
Os efeitos práticos já começaram. O próprio ministro Edson Fachin revogou a decisão que ele mesmo havia proferido e que proibia a venda da TAG pela Petrobras. Ou seja, essa visão do STF pode destravar o plano de desinvestimento da estatal. Olho nos papéis da Petrobras hoje!
20 anos atrás, um ícone na história do varejo brasileiro fechava suas portas, o Mappin. A empresa nasceu para atender a elite paulistana e se popularizou com o passar do tempo — foi uma das primeiras companhias a oferecer crediário no país. Mas já nos anos 1990, a companhia estava mal das pernas e dava prejuízos. Em 1999, foi à falência. A marca Mappin foi vendida em leilão e os novos donos vão lançar uma operação de e-commerce. Confira os detalhes

Toda segunda-feira, destaco por aqui as projeções do mercado financeiro para o crescimento do PIB brasileiro. Já faz 14 semanas que os economistas reduzem suas expectativas para o PIB. E como ficam seus investimentos se a economia brasileira empacar? A Julia Wiltgen explica neste vídeo.
Finalmente chegou a sexta-feira, mas antes do tão desejado happy hour, o mercado financeiro ainda terá um dia de agenda cheia pela frente. Se ontem o mercado estava de olho na decisão do STF, hoje a atenção deve se voltar para o índice oficial da inflação (IPCA) e dados do payroll, o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos. Os números devem dar pistas de qual deverá ser o tom adotado pelos bancos centrais nas próximas decisões sobre as taxa de juros.
Lá fora, os investidores também estão na expectativa de um acordo entre EUA e México sobre a questão da imigração ilegal. A possibilidade de adiar o aumento das tarifas sobre os produtos mexicanos sustentou a sessão na Ásia. Nos Estados Unidos, os índices futuros seguem no campo positivo, embalando a abertura do pregão na Europa.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com alta de 1,26%, aos 97.204,85 pontos. O dólar encerrou a sessão em queda de 0,30%, a R$ 3,8831. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima sexta-feira!
Índices
- IBGE divulga IPCA de maio
- Estados Unidos divulgam taxa de desemprego em maio
- Alemanha publica resultados da produção industrial e da balança comercial em abril
Mercados
- Bolsas chinesas fechadas por feriado local
Política
- Autoridades dos Estados Unidos e do México continuam conversas sobre fronteira em Washington
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
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A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
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O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
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Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos