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O público e o privado

23 de setembro de 2019
10:42
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Toda segunda-feira temos trazido para você uma entrevista aprofundada com conselheiros de grandes companhias brasileiras de capital aberto. O personagem de hoje é um executivo que atua em nada menos que três conselhos de administração e está prestes a integrar um quarto, além de representar uma empresa de private equity no Brasil e ser sócio de uma gestora de investimentos.

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Ele também integrou posições de destaque em quatro governos federais, como secretário e ministro de diversas pastas e até presidente de estatal. Estou falando de Pedro Parente, atual presidente do conselho de administração da BRF, ex-presidente da Petrobras no governo Michel Temer e ex-chefe da Casa Civil no governo Fernando Henrique Cardoso.

Com rara experiência em gestão tanto no setor privado como público, Parente recebeu a repórter Daniele Madureira na sede da BRF, em São Paulo. Durante a entrevista, ele falou sobre as diferenças de gestão entre os dois setores, o desafio de reestruturar a BRF, a fusão frustrada com a Marfrig, a peste suína na China e até da moda de “carne vegetal”.

Também opinou sobre o governo Jair Bolsonaro e comentou suas expectativas para o futuro do país. Recomendo muito a leitura!

Pedro Parente, presidente do conselho da BRF, em entrevista ao Seu Dinheiro
Pedro Parente, presidente do conselho da BRF, em entrevista ao Seu Dinheiro - Imagem: Eduardo Nicolau/Seu Dinheiro

Agenda cheia

A última semana cheia de setembro começa em ritmo lento nos mercados, mas não se engane. A agenda está cheia com a divulgação de indicadores e relatórios oficiais sobre a economia brasileira, o que deve trazer alguma volatilidade aos mercados. A tendência deve seguir pelo menos até o início da tão esperada votação da reforma da Previdência no Senado, na terça-feira, que também deve mexer no humor dos investidores.

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edição semanal da Bula do Mercado traz um panorama do que deve mexer com a bolsa nos próximos dias. Esse é um conteúdo gratuito, exclusivo para os leitores Premium. Para acessá-lo é preciso apenas fazer um cadastro aqui e indicar esta newsletter para cinco amigos. Os conteúdos serão liberados assim que eles aceitarem o convite.

Leia Também

Na sexta-feira, o Ibovespa encerrou a semana no azul pela quarta vez seguida, fechando em alta de 0,46%, aos 104.817,40 pontos. O dólar fechou em queda de 0,22%, a R$ 4,1537, acumulando uma alta de 1,64% na semana. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Sobe e desce

Desde a crise financeira de 2008, a bolsa americana passa por um dos maiores ciclos de alta da história. Mas tudo que sobe pode cair. Para o nosso colunista Fausto Botelho, um dos maiores analistas gráficos do país, uma forte queda do S&P500, principal índice da Bolsa de Nova York, está prestes a começar, e o momento é de ficar fora dos ativos de risco. Com exceção do mercado de criptomoedas. Entenda o palpite do Fausto com base nos gráficos.

A cara da mudança

Com uma valorização de 68,56% na bolsa só neste ano, a Via Varejo passa por profundas alterações após a volta do controle acionário pela família Klein. Uma dessas mudanças tem rosto e nome: Roberto Fulcherberguer. Depois de trocar quase toda a diretoria da dona das Casas Bahia, o CEO tem trabalhado para tirar a empresa do “limbo digital”. Em entrevista ao “Estadão” , ele prometeu expandir o banco da companhia, o BanQi, até a próxima Black Friday (ou seja, em 60 dias) e indicou que pode aposentar a marca Ponto Frio e devolver o Extra.com ao GPA.

This is the end

As primeiras horas desta segunda-feira foram de despedida para a operadora de turismo britânica Thomas Cook. Depois de fracassar na busca por 200 milhões de libras esterlinas (ou R$ 1 bilhão) junto a acionistas e credores, a empresa fundada há 178 anos entrou em colapso e teve de cancelar 600 mil viagens. Quatro companhias aéreas foram paralisadas e 21 mil funcionários foram dispensados em 16 países. Saiba mais. 

De malas prontas

Recém-saído de sua licença médica, o presidente Jair Bolsonaro já tem o seu próximo grande compromisso marcado na agenda e embarca hoje para os Estados Unidos para sua primeira participação na Assembleia Geral da ONU. Tradicionalmente, cabe ao presidente brasileiro realizar o discurso de abertura do evento. Bolsonaro deve aproveitar o momento para prestar esclarecimentos sobre a política ambiental do governo e continuar o seu movimento de aproximação com os Estados Unidos. O presidente deve, inclusive, contornar recomendações médicas para jantar com Donald Trump.

Agenda

Indicadores
- CNI divulga Sondagem Industrial
- Zona do Euro e EUA divulgam PMI Industrial, Serviços e Composite

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Bancos Centrais 
- BC divulga Boletim Focus
- BC: Nota do Setor Externo: IDP (USD mi)
- Nos EUA, Fed divulga Índice de Atividade Nacional (CFNAI)

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