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Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Quando os bancos centrais sacam o seu arsenal de remédios de estímulo à economia, os mercados fazem a festa. É o que está acontecendo agora nas bolsas americanas e também no Brasil. A linha de raciocínio é simples: uma economia fraca leva ao corte de juro, que gera um estímulo econômico e traz a alta no PIB. E, consequentemente, maiores lucros corporativos e a valorização das ações.
O mestre Howard Marks, da Oaktree, que tem mais de US$ 120 bilhões sob gestão, lembra que nem sempre a redução do juro é uma boa notícia. Ele compara à aplicação de uma injeção pelo médico - o remédio só é necessário porque o paciente está doente.
O ponto de Marks é que os investidores não podem ignorar que o corte de juros é uma tentativa de um banco central de estimular uma economia que ele entende que está cambaleante para tentar evitar uma recessão.
Há fatores psicológicos que fazem o mercado enxergar o copo pela metade como meio cheio ou meio vazio. O Eduardo Campos mergulhou no dilema de Marks e dos bancos centrais e traz uma análise sobre quando a queda do juro é boa e quando ela é ruim.

Acho importante você ficar ligado nesse tema, que concentra as atenções do mercados nesta semana.
Leia Também
O mercado começa a semana na expectativa pelas decisões de quarta-feira dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos sobre as taxas de juros. No Brasil, espera-se um corte de pelo menos 0,25 ponto percentual da taxa Selic. Assim como o Fed, o Copom está há meses sob pressão do mercado financeiro para uma diminuição do juro.
A maioria dos economistas espera que a Selic encerre o ano em 5,5%, de acordo com projeções do boletim Focus divulgado nesta manhã. Mas há analistas que esperam taxas ainda menores, como o Bank of America que estima a Selic em 4,75% ao ano ainda em 2019. Desde março de 2018, a Selic está em 6,5%, o menor patamar da história.
Para ter um panorama completo dos principais eventos da semana que vão mexer com a bolsa você pode acessar a edição semanal da Bula do Mercado. É um conteúdo gratuito, exclusivo para os leitores Premium. Para acessar você só precisa se cadastrar aqui e indicar esta newsletter para cinco amigos. O acesso será liberado assim que eles aceitarem o convite.
Na sexta-feira, o Ibovespa encerrou o dia com uma ligeira alta de 0,16%, aos 102.818,93 pontos, mas, na semana, acumulou baixa de 0,61%. O dólar caiu 0,25%, a R$ 3,7725, mas fechou a semana com ganho de 0,71%. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Atenção, investidor: a temporada de balanços das empresas segue nesta semana. Companhias como Petrobras, Vale, Itaú, Multiplan, Smiles, TIM, CSN, Lojas Renner, BR Distribuidora e Gol divulgam seus resultados do segundo trimestre. A Bruna Furlani preparou um compilado do que os analistas projetam para os principais indicadores dessas empresas. O texto pode ajudar você a entender um pouco mais quem surpreendeu ou decepcionou.
A BRMalls está negociando a venda de sete shoppings para fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual. A empresa deve se desfazer integralmente da participação em Ilha Plaza (RJ), Osasco Plaza (SP), entre outros. O movimento faz parte da estratégia da BRMalls de priorizar shoppings de maior porte e em mercados de grande potencial de consumo. Saiba mais.
Você deve ter acompanhado as novidades que o governo anunciou na semana passada para o FGTS. Além da liberação do saque de R$ 500 por conta e da invenção do “saque aniversário”, o governo também anunciou mudanças na rentabilidade do fundo. Agora é hora de fazer as contas e ver quanto vai render o seu saldo com a nova regra. Uma simulação publicada no Estadão de hoje aponta que o dinheiro pode trazer um rendimento líquido de 6,2% ao ano, acima de algumas aplicações conservadoras da renda fixa, como a poupança. Melhor deixar o dinheiro por lá mesmo? Não é bem assim… Saiba mais.

Um último recado: o Seu Dinheiro trouxe neste domingo mais um capítulo da série Rota do Bilhão, que conta a história dos 10 homens mais ricos do mundo. Você já ouviu falar de Bernard Arnault, o controverso barão do luxo, dono de marcas como Louis Vuitton e Dior. O francês transformou uma pequena fabricante de roupas falida em um conglomerado que controla mais de 70 marcas. Demissões, traições e um jeito truculento de negociar o fizeram ganhar o apelido de “Terminator”. Saiba mais.
Bancos Centrais
- Banco Central divulga o Boletim Focus
- BC: Nota de Política Fiscal de junho
- BC: Oferta de R$ 3 bilhões em operações compromissadas
Balanços
- Após o fechamento Itaú Unibanco divulga balanço
Indicadores
- FGV divulga Sondagem da Indústria de julho
- MDIC divulga balança comercial semanal
- EUA divulgam índice de produção manufatureira de julho
- EUA: FMI divulga relatório sobre a perspectiva econômica regional da América Latina e do Caribe em Washington
- Suíça: Organização Mundial do Comércio (OMC) publica relatório com estatísticas sobre o comércio global, em Genebra
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
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