O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A bolsa americana Nasdaq, aquela que você conhece por ser especializada em empresas de tecnologia, está de olho nas companhias brasileiras. No ano passado, conseguiu levar duas para lá bem no meio da corrida eleitoral, uma época impensável para emissões no mercado local. A Stone e a Arco Educação chegaram fazendo barulho nos EUA. A Stone, por exemplo, conseguiu dinheiro de pesos-pesados do mercado americano, como o bilionário Warren Buffett, e causou “invejinha” nas conterrâneas.
Para quem olha de fora, pareceu tudo muito rápido. Mas não foi. Os executivos da Nasdaq fizeram um trabalho de formiguinha para convencer as empresas brasileiras a listarem ações na bolsa americana. Desde 2012, eles vêm para o Brasil para reuniões frequentes com empresários, banqueiros, gestores de fundos para vender seu peixe. E não estão apenas de olho em empresas de tecnologia. Não há restrição a nenhum setor. Haja cafezinho!
Os executivos da Nasdaq estiveram no Brasil e conversaram com exclusividade com a repórter do Seu Dinheiro Ana Paula Ragazzi. Eles contaram que estão em contato com 40 empresas brasileiras com potencial para abrir o capital nos próximos 2 anos. A visão é que o Brasil pode ser a próxima China dos IPOs. Ficou surpreso? A Ana Paula conta todos os detalhes sobre a estratégia da Nasdaq no Brasil nesta reportagem.

O Itaú não seguiu a toada dos balanços do Santander e Bradesco, que surpreenderam positivamente o mercado. Não é que o resultado tenha sido ruim - foi um lucro de R$ 25,7 bilhões no ano passado. Só que ele ficou um pouco abaixo do esperado. O banco também foi um pouco mais conservador que seu principal concorrente, o Bradesco, nas projeções para expansão do crédito. Veja na reportagem do Vinícius Pinheiro o resultado completo do balanço do Itaú.
O plano de recuperação judicial apresentado pela Avianca se inspirou no caso Varig e prevê a criação de uma empresa separada com a parte boa da companhia, os aviões e os slots. Muita água rolou entre um caso e o outro e essa proposta é bem polêmica hoje em dia. O motivo é que a empresa se apropria dos espaços nos aeroportos (os slots, no jargão do setor) como se fossem seus ativos. A Avianca tem presença relevante em Congonhas, um aeroporto que está lotado e é um dos mais rentáveis do país. Leia mais
Leia Também
O mercado deu uma amostra grátis ontem de quanto pode ganhar pulso se a reforma da Previdência for “parruda”. Circulou na imprensa uma proposta preliminar que mostrava termos mais rigorosos até mesmo do que o último texto de Michel Temer. A bolsa ganhou fôlego, virou e fechou acima dos 98 mil pontos pela primeira vez.
A Previdência deve continuar mexendo com o pregão nesta terça-feira. Em entrevista à rádio CBN, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que ela será “muito diferente” do modelo que vazou. Ele afirmou também que ela trará uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em 10 anos.
Lá fora, alguns mercados asiáticos continuam fechados para comemorações do Ano Novo Lunar. Nos EUA, a expectativa recai no discurso de hoje à noite do presidente americano, Donald Trump. O esperado é que ele fale do tal muro no México e da polêmica sobre o uso de recursos do Orçamento federal para a obra.
Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje!
Um grande abraço e ótima terça-feira!
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic